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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Decepcionado com quem, mesmo?

Recebi uma carta de um jovem que está preso em uma cadeia em um dos estados do sul dos EUA. Este moço, condenado pela justiça, foi no passado um cristão consagrado, mas agora ele diz que está com raiva de Deus. Eis as suas palavras:

" - Estou enfiado em um buraco no meio do inferno, e creio que Deus vai me deixar aqui! Houve uma época quando quis seguir a Cristo de todo o meu coração. Mas havia um pecado que me oprimia, um pecado sexual. Eu tentava me arrepender, mas isso nunca deu certo. Eu lia minha Bíblia, estudava e orava, mas não adiantava. O meu pecado sempre era quem comandava. E agora estou preso em uma cadeia por muito tempo, devido a ele.

"Desisti da luta espiritual. Parece que não adianta se esforçar. Deus livrou-me das drogas e do álcool, quando eu era um recém-convertido, mas, por que Ele não levou a minha luxúria sexual?

Todas as páginas da carta deste homem eram cheias de amarguras contra Deus. Ele havia permitido que o seu ressentimento se transformasse em uma ira totalmente exposta!

Vejo uma ira igual entre um número crescente de ministros. Eles ficaram desiludidos, desgastados, zangados com Deus, e agora estão abandonando os seus chamados.

Quando se lhes pergunta por que, eles respondem: " - Eu fui diligente, fiel; eu dei o melhor de mim. Mas quanto mais eu me esforçava, menos resultados eu via. A minha congregação não era reconhecida e todas as minhas orações pareciam ser em vão. Chegou uma hora em que tudo aquilo que eu pregava soava falso, pois que não estavam funcionando na minha própria vida. Agora estou deixando o ministério até que eu consiga resolver estas coisas."


Fonte: David Wilkerson - Copyright © 1999 by World Challenge, Lindale, Texas, USA.

O BISCOITO DO ARREPENDIMENTO

Conta-se de um evangelista que se deparou com um sujeito que veementemente negava ser um pecador.

Ele escapulia de todas as tentativas do homem de Deus de convencê-lo de seus erros:
- Eu sou um bom pai, um bom marido, um bom vizinho, um bom cidadão. Sou honesto e trabalhador. Cumpro minhas obrigações. Não tenho do que me arrepender!
Em dado momento da conversa, o Espírito Santo sussurou no ouvido do evangelista: " - Pergunte para ele sobre o biscoito". Assustado, em pensamento, o crente questionou o Espírito Santo: " - Biscoito? Que é isso meu Senhor?" E a voz do Espírito repetiu-se: " - Obedeça-me. Pergunte-lhe sobre o biscoito".
- Então, você não tem mesmo nenhum pecado?
- Não, sou um homem correto. Não tenho do que me arrepender!
- Bem, Deus manda-me fazer-lhe uma perguntar esquisita, eu não sei o que é, mas creio que você deve saber. O Espírito Santo de Deus pergunta:
"- E o biscoito?"
Uma facada no estômago não teria lhe causado dor maior. O homem se contraiu todo, lágrimas abundantes correram por seu rosto e ele começou a soluçar:
- Bis-coito, que bis-coito?

E o evangelista repetiu a pergunta. E o homem levou outro choque, ainda maior. E soluçava mais ainda:
- Que bis-coi-to? Que bis-coi-to?
Depois que conseguiu se acalmar, contou para o evangelista que quando ele era criança sua família era muito pobre e sua mãe mantinha os biscoitos à chave, pois a provisão devia durar um mês inteiro. Mas ele sabia onde a mãe escondia a chave e a pegava escondido, comia os biscoito e tornava a colocá-la no lugar.

Um dia, desconfiada, sua mãe reuniu os filhos e "apertou-os", tentando descobrir o que estava acontecendo. Seus irmãos juraram para ela, às lagrimas, que não tinham nada a ver com isso. E ele não só negava ter sido o autor do roubo como ainda acusava seus irmãos e os xingava de falsos e fingidos.
Anos depois, sua mãe veio a falecer e ele nunca teve coragem de confessar o seu pecado. Até aquele dia.


Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.
I João 1.10


BOLAS DE PLÁSTICO

Estava preocupado com a minha filha. Betsy estava entrando na adolescência e passava por uma daquelas fases em que qualquer pequeno problema parece uma tragédia. Nos últimos tempos, andava cabisbaixa porque uma de suas melhores amigas resolvera implicar com suas roupas e debochar de tudo que ela dizia.

Queria encontrar uma forma de ensinar a Betsy que a vida é cheia de altos e baixos e que precisamos enfrentar as adversidades de cabeça erguida, sem deixar que afetem nossa auto-estima. Mas fazer com que ela compreendesse isso não seria uma tarefa fácil. Como a maioria das meninas da sua idade, Betsy achava que os pais viviam em outro mundo e não entendiam seus problemas.

- Minha vida é uma droga. Ninguém se importa comigo e às vezes penso que ninguém ligaria se eu não estivesse mais aqui – ela respondeu uma noite, quando tentei conversar com ela sobre a melhor maneira de lidar com as críticas da amiga.

- Eu e sua mãe nos importamos. Você é uma garota fabulosa – disse, dando-lhe um beijo de boa-noite.

Antes de dormir, conversei com minha mulher, Nancy, sobre o que podíamos fazer para ajudar Betsy. Pensamos numa boa estratégia.

No dia seguinte, durante o jantar com Betsy e o caçula, Andy, minha mulher comentou acerca de um discurso que o pastor de nossa igreja tinha feito há alguns dias. Ele tinha comparado os problemas com uma bola de plástico, daquelas bem leves que as crianças gostam de jogar na praia.

O pastor pediu que imaginássemos que estávamos no fundo de uma piscina e tentávamos manter a bola entre as pernas, sob a água. Isso era fácil por algum tempo, mas depois só havia duas possibilidades. Ou você ficava tão cansado que deixava a bola escapar e pipocar na superfície ou – que é pior – ficava tão cansado em tentar mantê-la submersa que acabaria se afogando.

A mensagem do pastor era clara: não adianta tentar esconder os problemas a qualquer custo. Mesmo usando toda nossa força e determinação, em algum momento eles virão à tona e lutar contra isso pode arruinar nossa vida. Por outro lado, ao observar as mentiras, mágoas, dúvidas e medos à luz do dia, temos muito mais chances de superar os obstáculos e perceber que não eram assim tão importantes.

Depois que Nancy contou a história, pude ver que os meninos estavam tentando entender o que aquilo tinha a ver com eles. Expliquei que, às vezes, todos nós temos nossas "bolas de plástico", que tentamos esconder. Pedi que, a partir de então, sempre que eles tivessem dificuldade em nos contar um problema, deveriam simplesmente dizer: "Tenho uma bola de plástico."

Nancy e eu prometemos que a única coisa que faríamos por vinte e quatro horas seria ouvir. Nada de gritos, julgamentos, conselhos: apenas ouvir. Depois de vinte e quatro horas, poderíamos tentar lhes ajudar a sair do problema. O fundamental era que soubessem que sempre estaríamos por perto e prontos para ouvir, independente da gravidade da situação.

Através dos anos, eles nos apresentaram muitas "bolas de plástico", normalmente tarde da noite. Algumas eram mais sérias que outras. Algumas até engraçadas e tentávamos não rir quando nos contavam. Outras jamais chegaram aos nossos ouvidos, mas foram divididas com amigos da família. Sempre nos submetemos à regra das vinte e quatro horas. Nunca voltamos atrás em nossa promessas, não importando o quanto queríamos reagir ao que contavam.

Os dois agora são adultos. Tenho certeza de que ainda têm "bolas de plástico" de vez em quando. Todos temos. Mas sabem que estaremos por perto para ouvi-los. Afinal, o que é uma bola de plástico? Algo que desaparece quando você a solta ao vento.

Jeff Bohne

"Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados"
Tiago 5.16


Fonte: Histórias para Aquecer o Coração dos Pais
Jack Canfield & Mark V. Hansen & Jeff Aubery & Mark & Chrissy Donnelly

Ilustrações que edificam

Jesus e as crianças

Um casal de ateus tinha uma filha a quem jamais haviam dito uma palavra sequer sobre Deus.

Uma noite, quando a menina contava com seus 5 anos de idade, em meio a uma briga, o pai atirou na mãe, na frente da criança, e depois se matou.  

A menina assistiu a tudo. Após a tragédia, ela foi mandada para um orfanato que era cuidado por uma senhora cristã muito devota, que resolveu “apresentar” Jesus para a menina.

Na primeira oportunidade, aquela mulher mostra uma gravura onde Jesus é representado ao lado de crianças. Ela pergunta: - Alguém aqui sabe me dizer quem é este homem?  
E, para sua surpresa, aquela menininha que nunca tinha ouvido falar de Jesus, levantou a mãozinha e disse: - Eu sei!

A mulher, então, pergunta-lhe:
- Você o conhece?

- Sim, responde a menina, é o homem que estava me segurando no colo no dia que meus pais morreram.
" Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam. Jesus, porém, disse: Deixa as crianças e não as impeçais de virem a mim" - Mateus 19.13-14.


SEGREDO

Casal que cria bebê sem definir sexo 'revelou' identidade só para cinco

Irmãos, amigo e parteiras conhecem o sexo do bebê.
Decisão foi tomada pelo casal Kathy Witterick e David Stocker.

A agência de notícias "Associated Press" divulgou nesta sexta-feira (27) fotos do bebê canadense de quatro meses de idade que os pais decidiram criar sem definir o sexo. Segundo Kathy Witterick, de 38 anos, e David Stocker, de 39, apenas seus outros filhos, Jazz, de cinco anos, e Kio, de 2, um amigo próximo da família e duas parteiras que ajudaram no nascimento da criança conhecem o sexo do bebê que ganhou o nome de "Storm" (Tempestade). Família mora na cidade de Toronto, no Canadá.
Kathy Witterick e David Stocker decidiram criar o filho definir o sexo. (Foto: Steve Russell/Toronto Star/AP) 
Kathy Witterick e David Stocker decidiram criar o filho definir o sexo. (Foto: Steve Russell/Toronto Star/AP)
 
Bebê que ganhou o nome de 'Storm' (Tempestade). (Foto: Steve Russell/Toronto Star/AP)
So os irmãos, um amigo próximo da família e duas parteiras sabem o sexo do bebê. (Foto: Steve Russell/Toronto Star/AP) 
So os irmãos, um amigo próximo da família e duas parteiras sabem o sexo do bebê. (Foto: Steve Russell/Toronto Star/AP)
David Stocker segura o bebê chamado 'Storm'. (Foto: Steve Russell/Toronto Star/AP) 
David Stocker segura o bebê chamado 'Storm'. (Foto: Steve Russell/Toronto Star/AP)


FREIRAS DANÇARINAS


Papa Bento XVI fecha convento em que freiras dançavam em cerimônias

Segundo jornais italianos, Vaticano estava insatisfeito com 'irregularidades morais' em monastério da famosa Basílica di Santa Croce.

Freira dançante da basílica de Santa Croce (Foto: Giuseppe De Carli)
Freira dançante da basílica de Santa Croce

O papa Bento XVI mandou fechar um famoso convento em Roma, de acordo com informações de jornais italianos.
O jornal "La Stampa" informou que o monastério da Basílica di Santa Croce in Gerusalemme (Basílica da Santa Cruz de Jerusalém) estaria sendo fechada devido a 'irregularidades' litúrgicas, financeiras e morais.
Segundo os jornais, alguns monges cistercianos da igreja foram transferidos para outras congregações na Itália. O abade Simone Fioraso, um extravagante ex-estilista de Milão, já tinha sido transferido do mosteiro há dois anos.
O jornal "Il Messaggero" informou que Fioraso tinha restaurado o convento, que estava muito danificada, e aberto um hotel no local, em que realizava concertos. Ele também realizou uma maratona de leitura da Bíblia que foi transmitida pela televisão e constantemente atraía celebridades para visitar o mosteiro, em que promovia uma abordagem menos convencional da religião.
Uma das freiras do mosteiro, Anna Nobili, ex-dançarina erótica, fez várias apresentações de dança com outras freiras durante cerimônias religiosas.
Investigação
O Vaticano teria expressado sua insatisfação com os boatos a respeito do mosteiro.
"Uma investigação descobriu provas de irregularidades litúrgicas e financeiras, além de (irregularidades de) estilo de vida, que provavelmente não estavam de acordo com o de um monge", teria dito ao jornal britânico "Guardian" o padre Ciro Benedettini, um porta-voz do Vaticano.
O inquérito foi feito pela Congregação dos Institutos de Vida Consagrada do Vaticano e seus resultados ainda não foram publicados, segundo o "La Stampa".
A Basílica de Santa Croce é uma das mais antigas e famosas de Roma, foi construída em volta de uma capela do século IV.
A igreja é um dos locais mais importantes de peregrinação na capital italiana e acredita-se que ela guarda relíquias sagradas.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A COLHEITA

Amados irmãos em Cristo, e também amigos leitores e parceiros do Blog, que dos altos céus Deus vos possa agraciar com toda sorte de bençãos.
Peço desculpa por miha ausência durante algumas semanas, mas tive alguns compromissos que tomaram por demasia o meu tempo.

Quero tecer apenas um pequeno comentário a respeito do ocorrido em realengo, a alguns dias, quando um rapaz, desconcertado, desorientado, e vazio, cedeu aos apelos de satanás, deixando-se por ele seduzir, e tirando a vida de crianças inocentes.
Em primeiro lugar, quero dizer que é muito fácil ceder ao apelo da barbárie, e indignados por tal atrocidade cometida, julgar e apontar culpados.
Teríamos um milhão de possíveis culpados, mas que já não nos traria o consolo de ter junto a nós as vidas ceifadas, ainda que todos eles fossem condenados. Fato incontestável é que, o mundo, rejeita a verdade contida por trás de tudo, a existência de uma batalha espiritual sendo travada diariamente por nossas vidas, e quando digo nossas, aí se incluem, nossos familiares e entes queridos.
O papel de satanás, inimigo de nossas almas sempre foi e será, matar roubar e destruir, e ele tem desempenhado bem o seu papel, haja visto o que tem acontecido em todo o mundo. Por outro lado, não podemos esquecer que Cristo tem também um papel a desempenhar e, Ele o quer fazer, mas precisa de nossa permissão, que é nos dar vida e vida com abundância.
Quer acreditem, ou não esta é a pura realidade, duas forças, batalhando por nós.
Agora vos deixo uma pergunta, De que lado você está ?
Podem até me responder dizendo que vocês não tem nada com isso, que não participaram do ocorrido, mas náo podem se esquecer que toda ação, gera uma reação, e só conheceremos a reação gerada, quando já não pudermos evitá-la. O que Quero dizer-lhes é que a sociedade, assim como nós , colhemos aquilo que plantamos, e se nossos atos, palavras e comportamentos só gerarem mágoa, ódio, ressentimentos, tristeza e dor, não podemos sequer imaginar, que colheremos algo diferente disso.
Resta-nos, agora, aprendermos com o acontecido, e cada um de nós, cidadãos, poder público e sociedade como  um todo, procurarmos agir, com retidão,ombridade, boa vontade e amor, pois colheremos amanhã, o que plantarmos hoje.
Aos pais, amigos e parentes dos que partiram, quero passar-lhes algo que aprendi.
Todos nós, gostamos de ter o nosso cantinho, a nossa casa arrumada e bem decorada, e para este lugarzinho especial, buscamos reunir o de melhor, e tudo fica bem, quando adornamos com flores.
A vida no céu também é assim. Deus, em sua casa celeste, reune o de mlhor, e Ele também gosta de flores.
Queridos, vivemos em um imrnso jardim, onde há muitas e diversas flores e também muitas ervas daninhas.
O Pai criador, de vez em quando, se debruça sobre esse imenso jardim, e colhe rosas para adornar sua casa, e aprouve a Ele, que esta colheita fosse feita em Realengo. Aqueles botões colhidos, hoje adornam a casa de Deus.
Mas quero vos deixar aqui um lembrete, pois assim como não adornamos nossa cassa com flores murchas ou despedaçadas, Deus para sua casa só leva o de melhor, as flores que tiverem, nais cor, mais, vida, mais viço.
Mediante isto, procure viver de bem com a vida e com todos, amando e respeitando seu semelhante, para que o Senhor Deus, no momento apropriado, possa levarte para adornar sua casa no céu, e não te condenando ao fogo, como os galhos secos e sem vida que só servem para a fogueira.

Deus, vos abençõe, e console a todos.

quinta-feira, 24 de março de 2011

DECO BRILHA E FLU VENCE DE VIRADA ESPANTANDO A ZEBRA

Fluminense luta muito e vence o América do México de virada em noite de Deco

 

Deco (centro) marcou o gol da vitória de virada do Fluminense sobre o América-MEX / Foto: AP Photo/


RIO - Com muita raça e disposição, o Fluminense conseguiu uma bela vitória de virada nesta quarta-feira, no Engenhão, ao bater o América do México por 3 a 2 com um gol de Deco aos 43 minutos do segundo tempo. O resultado mantém o Tricolor vivo na Libertadores, com cinco pontos no grupo 3. O Flu perdia até os 35 do segundo tempo, quando empatou com Araújo, com passe de Deco, jogador que fez o gol da vitória. Na próxima rodada, dia 6 de abril, o Flu visita o Nacional, do Uruguai, enquanto o América recebe o Argentinos Juniors.
Deco comemora o gol da vitória - Foto: Fernando Maia


O primeiro tempo foi muito disputado, com correria e disposição. O Flu começou assustando em chute de Valencia, aos 9 minutos, por cima do gol. O Tricolor pressionava o América, mas aos 15 acabou sofrendo o gol quando, depois de chutão para o alto, Ricardo Berna fez a defesa, mas se chocou com Digão, caiu mal e soltou a bola. Sanchez aproveitou e bateu para fazer 1 a 0. Um lance muito confuso que gerou reclamação dos jogadores tricolores, que pediram falta no goleiro. Mas foi uma jogada normal.

O Flu não sentiu o gol e partiu para cima, conseguindo o empate aos 21. Conca cruzou da direita e Gum cabeceou para deixar tudo igual: 1 a 1. Logo depois, o mesmo Gum quase fez o segundo, mas a bola bateu no ombro e foi para fora. Aos 42, o até então instável goleiro Navarrete trabalhou bem em chute de Souza. Mas o América deu a resposta aos 45 e quase desempatou. Montenegro dominou na cara do gol e bateu para a defesa do goleiro tricolor.
Logo no início do segundo tempo, Mariano, machucado, deixou o jogo para a entrada de Deco. Com isso, Souza foi deslocado para a lateral-direita. E o Flu continuou em cima, tentando de todas as maneiras o segundo gol.
Gum lamenta chance de gol perdida - Foto: Fernando Maia
Mas, com Conca mal em campo, o Fluminense não conseguia criar grandes chances. O time insistia nas bolas cruzadas na área, o que facilitava a vida para a zaga mexicana. Aos 24 minutos, Enderson Moreira colocou Rafael Moura na vaga de Emerson.
No entanto, a fase do Fluminense realmente não é das melhores. Tanto que, aos 27 minutos, Sanchez foi ao fundo e tentou o cruzamento, mas a bola fez uma curva, encobriu Berna e entrou. Digão ainda tentou o corte, em vão. 2 a 1.
Depois de correr muito durante todo o jogo, os jogadores do Flu sentiram o desgaste nos últimos 15 minutos. Mas, aos 35, Deco usou o talento para cruzar na medida e ver Araújo cabecear com estilo para fazer 2 a 2. Na base da vontade, o time partiu para cima, mas o América conseguia aliviar o perigo e segurar o empate.
Mas, aos 43, a torcida tricolor explodiu no Engenhão. Depois do lançamento, Fred desviou de cabeça, a bola bateu em Rafael Moura e Deco teve a competência para esticar a perna, ganhar da zaga e tocar por cobertura para fazer 3 a 2. Até o fim do jogo, o time lutou muito e segurou o resultado.

FLUMINENSE 3 X 2 AMÉRICA (MEX)
Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Antônio Arias (PAR)
Auxiliares: Milciades Saldívar (PAR) e Darío Gaona (PAR)
Cartões amarelos: Gum e Fred (FLU); Oliveira e Rojas (AME)
Renda e público: R$ 536.765,00 / 11.987 pagantes / 13.158 presentes
Gols: Sánchez 14'/1ºT (0-1), Gum 20'/1ºT (1-1), Digão (contra) 27'/2ºT (1-2), Araújo 35'/2ºT (2-2) e Deco 42'/2ºT (3-2)

FLUMINENSE: Ricardo Berna, Mariano (Deco 6'/2ºT), Gum, Digão e Julio Cesar (Araújo 28'/2ºT); Valencia, Diguinho, Souza e Conca; Emerson (Rafael Moura 24'/2ºT) e Fred - Técnico: Enderson Moreira.
AMÉRICA-MEX: Navarrete, Layún, Cervantes, Valenzuela e Rojas; Rosinei (Marques 44'/2ºT), Pardo, Oliveira (Reyna - Intervalo) e Montenegro; Sánchez e Vuoso (Esqueda 37'/2ºT) - Técnico: Carlos Reinoso.

Deco decide, Fluzão vira no fim e renasce na Libertadores

Rio - A situação crítica do Fluminense na COPA lIBERTADORES sofreu uma reviravolta nesta quarta-feira, no Engenhão. Com atuação decisiva de Deco, que entrou no segundo tempo e contribuiu com uma assistência e um gol aos 41min, a equipe tricolor bateu o América do México por 3 a 2, de virada, e deixou a lanterna do Grupo 3. Gum e Araújo marcaram os outros gols dos donos da casa, enquanto Vicente Sánchez descontou duas vezes.

Agora, o FLUMINENSE soma cinco pontos após quatro rodadas, ultrapassando o Nacional do Uruguai, que tem quatro e é o próximo adversário tricolor. O líder é o Argentinos Juniors, que tem sete pontos - um a mais que o segundo colocado América.

O JOGO
Enderson Moreira escalou o Fluminense em um 4-4-2 tradicional, com Diguinho e Valencia à frente da defesa, Souza e Conca mais avançados e Emerson auxiliando Fred no ataque. Pelo lado mexicano, o técnico Carlos Reinoso armou um meio de campo em losango, com o veterano volante Pardo por vezes recuando para a zaga; o ex-CORINTIANO Rosinei e o uruguaio Nico Olivera auxiliavam o camisa 10 argentino Daniel Montenegro na armação.
O time carioca começou nervoso e logo no primeiro minuto Ricardo Berna se atrapalhou com Digão após levantamento na área, mas nenhum adversário aproveitou. Apesar do susto inicial, a equipe da casa logo passou a dominar a posse de bola, enquanto o América se fechava na defesa e deixava apenas os dois atacantes à frente, prontos para o contra-ataque.
Com Emerson e Fred se mexendo pouco, o Fluminense tinha dificuldades em criar chances claras. Aos 9min, sobrou para o volante Valencia arriscar um chute de longe que passou perto do travessão. Os dois laterais tricolores avançavam constantemente ao ataque, mas o time não tinha velocidade suficiente para abrir a defesa dos mexicanos.
Mesmo avançando pouco, o América abriu o placar aos 14min. Após lançamento na área dos cariocas, Ricardo Berna voltou a bater cabeça com Digão na saída do gol e largou a bola nos pés do atacante Vicente Sánchez, que se esticou, chegou antes da defesa e empurrou para as redes. Os jogadores do Fluminense reclamaram muito de falta em Berna, mas o choque do goleiro foi com o próprio Digão.
Mesmo nervoso, os donos da casa não demoraram a empatar. Aos 20min, Conca levantou da meia direita, o goleiro Navarrete saiu mal e Gum desviou de cabeça para o gol. O Fluminense seguiu pressionando e ficando com a bola durante a maioria do tempo, mas o América marcava bem.
Aos 29min, Júlio César levantou e Emerson apareceu para cabecear, mas errou o alvo. Os mexicanos só ameaçavam em alguns contra-ataques, mas levavam poucos jogadores à frente e não criavam boas chances.
Aos 41min, o time tricolor reclamou muito de um toque de mão do zagueiro Cervantes pouco antes da risca da grande área, mas a arbitragem deixou o lance seguir. Nos últimos minutos do primeiro tempo, duas grandes defesas mantiveram o placar inalterado: primeiro Navarrete espalmou chute forte de Souza, depois Ricardo Berna fez intervenção espetacular em finalização à queima-roupa de Montenegro.
Na volta para a segunda etapa, a equipe anfitriã continuou mandando na partida. No primeiro minuto, Fred deu lindo drible em Cervantes dentro da área e bateu sem ângulo, mas Navarrete espalmou. Pouco depois, aos 6min, Mariano sentiu lesão muscular e foi substituído por Deco, deslocando Souza para a lateral direita.
A pressão tricolor continuou aos 7min, quando Emerson chutou forte de fora da área e Navarrete espalmou para escanteio, mas o juiz errou e marcou tiro de meta. Rapidamente, porém, o jogo voltou ao padrão do primeiro tempo: domínio de posse do Fluminense, mas muitos erros de passe e poucas oportunidades claras.
A torcida passou a pedir a entrada de Rafael Moura e foi atendida aos 24min, quando o centroavante substituiu Emerson, que saiu reclamando de dores. Dois minutos depois, entretanto, o América voltou a marcar contando com a sorte: Sánchez tentou cruzar da esquerda, pegou mal na bola e acabou encobrindo Ricardo Berna. Digão ainda tentou afastar em cima da linha, mas entrou com bola e tudo.
Enderson Moreira foi para o tudo ou nada e colocou o atacante Araújo na vaga do lateral Júlio César, deixando a equipe exposta aos contragolpes mexicanos. Aos 33min, o América teve três contra dois no ataque, mas Vuoso tentou driblar em vez de passar e perdeu a bola. No minuto seguinte, o Fluminense empatou: Deco avançou pela direita e cruzou na medida para Araújo, que cabeceou firme no canto de Navarrete.
Quando tudo apontava para um empate que deixaria o Fluminense em situação muito complicada na classificação, Deco decidiu. Fred desviou de cabeça lançamento para a área e o camisa 20 tocou por cima do goleiro, para virar o jogo e reacender as esperanças tricolores na competição.

Fonte: O Dia online

TIME DE GUERREIROS

Com muita raça e determinação, o Fluminense conseguiu uma virada incrível e venceu o América/MEX por 3 a 2. O gol da vitória do Flu foi marcado por Deco, que voltara ao time após dois meses parado por conta de uma lesão muscular. Gum e Araújo marcaram os outros dois gols do Flu, enquanto Sanchez marcou os dois gols do América.
A vitória deixou o Flu vivo na Libertadores. O time foi para cinco pontos ganhos, mas segue atrás do América, que tem 6, e Argentinos Juniors, que tem 7. O Flu terá agora dois jogos fora de casa contra Argentinos Juniors e Nacional para tentar se classificar.

O Flu começou atacando o América, pois precisava vencer o jogo dentro de casa. Porém, quem abriu o placar foi os visitantes. Aos 14 minutos, Ricardo Berna falha e Sanchez abre o placar para os mexicanos.

Aos 20 minutos, a torcida do Flu fica mais tranquila com o gol de empate do zagueiro Gum. O gol de empate deixou o Fluminense mais solto no jogo. Aos 42 minutos, o Flu quase consegue a virada, mas o chute de Souza foi defendido pelo goleiro Mexicano. Aos 45, Ricardo Berna salvo o Flu, com uma grande defesa no chute de Montenegro.

O Fluminense voltou para a segunda etapa ciente que precisava atacar para sair vitorioso. Porém, o lateral Mariano deixou o time lesionado, onde Deco entrou para substituí-lo. Aos 20 minutos, o time já começava a mostrar sinal de desespero, e o Enderson Moreira tirou Emerson e colocou Rafael Moura.

Porém, o Flu tomou o segundo gol do América aos 26 minutos, com Sanchez. O jogador recebeu a bola pela esquerda e cruzou, mas ela encobriu Ricardo Berna e morreu no fundo do gol.

Porém, o Flu não desistiu e empatou com Araújo. O empate fez o time do Flu se expor para o ataque e acabou dando certo. Aos 42 minutos, Deco virou o jogo e garantiu a vitória heróica do tricolor carioca.

Fonte: Futnet