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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Seguro Desemprego

SEGURO-DESEMPREGO - CONSIDERAÇÕES

A Constituição Federal de 1988 em seu art. 7º inciso II, assegura proteção ao trabalhador urbano e rural em situação de desemprego involuntário, através do Programa de Seguro-Desemprego.
O programa do Seguro-Desemprego está regulado pela Lei 7.998/90 que trata também do Abono Salarial, institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e dá outras providências.
O programa é financiado pela arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP).
A Constituição Federal estabelece ainda em seu art. 239 § 4º que o financiamento do Seguro-Desemprego receberá uma contribuição adicional da empresa cujo índice de rotatividade da força de trabalho superar o índice médio da rotatividade do setor, na forma estabelecida por lei.
Portanto, trata-se de um direito pessoal e intransferível do trabalhador, o qual será concedido por um período mínimo de 3 (três) meses e máximo de 5 (cinco) meses, dependendo do tempo de serviço do trabalhador nos 36 (trinta e seis) meses que antecederam a data de dispensa que deu origem ao requerimento do seguro-desemprego.
O programa tem por finalidade prover assistência financeira temporária ao trabalhador desempregado em virtude de dispensa sem justa causa, inclusive a indireta e ao trabalhador comprovadamente resgatado de regime de trabalho forçado ou da condição análoga à de escravo.
O benefício visa também auxiliar os trabalhadores na busca de novo emprego, podendo, para tanto, promover ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional.

HABILITAÇÃO E RENDIMENTOS A SEREM INFORMADOS
Está habilitado ao recebimento do Seguro-Desemprego o empregado urbano ou rural que houver sido dispensado sem justa causa ou despedida indireta e que comprovar as seguintes condições: 
  • Ter recebido salários consecutivos nos últimos 06 (seis) meses imediatos à data de demissão, podendo ser de um ou mais empregadores;
  • Ter sido empregado de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, durante, pelo menos 06 (seis) meses nos últimos 36 (trinta e seis) meses que antecedem a data de demissão que deu origem ao requerimento do Seguro-Desemprego;
  • Não estar recebendo nenhum benefício da Previdência Social de prestação continuada previsto na legislação previdenciária, exceto auxílio acidente ou pensão por morte; e
  • Não possuir renda própria para o seu sustento e de seus familiares.
A apuração do valor do benefício tem como base o salário mensal do último vínculo empregatício, na seguinte ordem: 
  • Tendo o trabalhador recebido três ou mais salários mensais a contar desse último vínculo empregatício, a apuração considerará a média dos salários dos últimos três meses;
  • Caso o trabalhador, em vez dos três últimos salários daquele vínculo empregatício, tenha recebido apenas dois salários mensais, a apuração considerará a média dos salários dos dois últimos meses;
  • Caso o trabalhador, em vez dos três ou dois últimos salários daquele mesmo vínculo empregatício, tenha recebido apenas o último salário mensal, este será considerado, para fins de apuração.
 Nota: Caso o trabalhador não tenha trabalhado integralmente em qualquer um dos últimos três meses, o salário será calculado com base no mês de trabalho completo.
NÚMERO DE PARCELAS E VALOR
A partir de 01.07.1994, entrou em vigor a Lei 8.900/94 que estabeleceu critérios diferenciados para a concessão de parcelas do benefício, assim definidas:
  • 3 (três) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo 6 (seis) meses e no máximo 11 (onze) meses no período aquisitivo
  • 4 (quatro) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo 12 (doze) meses e no máximo 23 (vinte e três meses), no período de referência;
  • 5 (cinco) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo 24 (vinte e quatro) meses, no período de referência.
O cálculo do benefício é obtido com base na média salarial dos últimos 3 meses, enquadrada na respectiva faixa do limite de salário médio da tabela do cálculo do Seguro-Desemprego, conforme estabelece a Resolução CODEFAT 707/2013
Fonte: Guia trabalhista.com.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

DEMONIO DISFARÇADO II

Segue Abaixo mais uma publicação feita por uma mãe, no facebook, que impressiona, e com certeza irá acirrar o debate aqui no Blog, entre os que creem e os que não.
Tenho recebido muitos comentários em uma de minhas postagens anteriores chamada DEMÔNIO DISFARÇADO, e esta com certeza também vai causar um grande impacto, nos leitores e seguidores do Blog.
Leiam, comentem, relatem suas experiências, pois sua opinião é muito importante para nós.
Somente gostaria de pedir um favor, não assinem seu comentário como anônimo, pois este é aquele que não tem nome, sem personalidade, e justamente por isto seus comentários não podem receber credibilidade.
Pode assinar sem medo, não estamos aqui para desmerecer ninguém, apenas debatendo sobre assuntos relevantes.

Boa leitura.
P. Paulo Júnior.
GALINHA PINTADINHA, NÃO DEIXEM DE LER !!!

 GOSTARIA DA ATENÇÃO DA MOCIDADE E DA IRMANDADE PARA LEREM ESSE POST SOBRE A GALINHA PINTADINHA

Meu filho tem 7 meses e meio e meu sobrinho vai fazer 10 meses . Como toda boa mãe e tia sempre procuro agrada-los em tudo e um dia ao perceber o quanto gostavam de assistir no Youtube a Galinha Pintadinha passamos a deixa-los ver todos os dias, pois era um alívio quando ouvíamos o (pó pó pó). Crianças hipnotizadas sem dar um pingo de trabalho . Meu filho a tinha em pelúcia e só de ver já começa a rir . 
Com gripe, bronquite, laringite, faringite, suspeita de pneumonia e asma precisávamos fazer inalação nos dois bebês e só aquietavam ao som da Galinha Pintadinha.
Um dia porém meu irmão chegou em minha casa dizendo que um dos personagens da turma (mestre André) é o Zé Pelintra (pesquisem e verão que se trata da mesma 'pessoa'). Comecei a procurar tradução pra uma musica que sempre me deixou desconfiada 'FLI FLAI FLU' foi então o espanto, em quase todos os idiomas FLU significa gripe e em vários idiomas as palavras tem traduções que se referem como quem diz '' Voa mosca da gripe pelo ar e entre pelas narinas o tumulo esta a vista''
em algumas traduções tbm fala sobre uma desestabilização e administração e ainda traduzido do latim tem uma ordem de que seja NO PRAZO DE 11 VEZES .
Ainda tenho pesquisado, mas aqui em casa não entra mais Galinha Pintadinha .
Parem pra pensar no que mudou na vida de vocês desde a chegada dessa turma, as musicas que descobri até agora são: Mestre André, Pai Francisco, FLI FLAI FLU e a dos elefantes (reparem que depois de cantar dos 10 elefantes uma voz diz: ai que inferno)
Depois de orar e repreender a paz voltou a minha casa .
Não precisam acreditar basta pesquisar como eu fiz, o que seus filhos tem visto e ouvido ! Vale a pena e não custa .
Fica a minha dica . 
Que Deus possa ser a calma e a paz das nossas casas e que todo mal lançado sobre nossas crianças seja repreendido em nome do Senhor Jesus !

A Bíblia tem historias lindas, reais e abençoadoras :
Provérbios 22:6 "Ensina a criança o caminho que deve andar e ainda quando for velho, não se desviará dele.”

Deus Abençoe a Todos. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

BRINQUEDOS SÃO INOFENSIVOS ?

Brinquedos – Será que temos razões para suspeitar de algo tão inofensivo?

Talvez nunca tenhamos parado para considerar esta questão. Mas, como constataremos, a nossa resposta será importantíssima para a promoção de uma educação equilibrada aos nossos filhos, especialmente nos dias de hoje. É fato que os brinquedos (pelo menos a maioria deles) que fizeram parte da infância dos pais atuais foram substituídos por outros tão diferentes e avançados que nem mesmo os pais conseguem entendê-los. Hoje, os brinquedos antigos são considerados ultrapassados e isso tem-se tornado um obstáculo para que alguns pais consigam obter certos parâmetros e, dessa forma, possam julgar a questão que levantamos. Por isso sugerimos uma reflexão mais atenta sobre o assunto, ou seja, o “mundo dos brinquedos infantis”.

Traremos à tona ponderações sobre os interesses capitalistas que sustentam este mercado, as ideologias que sorrateiramente podem ser veiculadas por meio dos brinquedos, seus aspectos pedagógico, lúdico e cultural. Esperamos, com isso, poder, pelo menos, propiciar fundamentos para que possamos argumentar se temos ou não razões para suspeitar de algo tão inofensivo.

O brinquedo como promotor de lucro e ideologia

Surpreendentemente, segundo divulgou a revista Veja1, a indústria do entretenimento está crescendo mais do que a economia global. A consultoria internacional PricewaterhouseCoopers (PwC) indica que, de 2004 a 2008, essa indústria deverá crescer, ao redor do mundo, a uma taxa média de 6,3% ao ano — mais do que a economia global como um todo, cuja expansão será de 5,7% ao ano. Estima-se que a cultura movimente cerca de 1,3 trilhão de dólares em 2004 e 1,6 trilhão em 2008. O segmento que mais deve aumentar no mundo está ligado aos brinquedos. A taxa de expansão dos videogames tem tudo para ser impressionante: 20% ao ano. Só os Estados Unidos deverão movimentar, este ano, cerca de 550 bilhões de dólares em mídia e entretenimento, representando, sozinhos, 42% da economia cultural do mundo.

Contudo, uma coisa preocupa. Há certos brinquedos que podem estar sendo usados para recrutamento no terrorismo internacional. Na verdade, organizações do Oriente Médio e alguns grupos da Europa, da América Latina e da Ásia transformaram a rede mundial num dos mecanismos mais eficientes para disseminar suas ideologias, recrutar e treinar militantes. O videogame Special Force é um exemplo. Trata-se da simulação de um ataque às forças israelenses. “É um jogo muito rastreado, pois incita o ódio aos judeus e foi criado especialmente para seduzir crianças e jovens”, disse Brian Jenkins, especialista em terror do centro de estudos Rand Corporation, sediado em Washington. O objetivo do jogo, com a explosão de um ataque em Israel seguido de imagens de bandeiras daquele país em chamas, é liquidar o maior número de israelenses possível e matar o primeiro-ministro Ariel Sharon. Quem atinge a testa de Sharon com um tiro obtém a pontuação máxima. A recompensa é a frase: “A vitória vem por meio de Alá, de mais ninguém”. O
Special Force pode ser jogado em rede, com a participação simultânea de pessoas de diversos países. O professor e pesquisador russo Lev S. Vygotsky (1968–1934) confirma que “a criança captura os conceitos transmitidos pelo brinquedo e os internaliza para, em seguida, personalizá-los. O seu imaginário realmente funciona como uma incubadora de idéias [...] Uma operação que representa atividade externa é reconstruída e começa a ocorrer internamente e um processo interpessoal é transformado num processo intrapessoal”.2 Conclusão: o brinquedo pode ser usado numa espécie de operação “Cavalo de Tróia”, uma forma sutil de sabotagem ideológica. Vejamos um pouco mais sobre esta questão.

O que os brinquedos contemporâneos podem incutir na mente das crianças?

Como o brinquedo é uma representação que a sociedade tem da criança, documentos da Unesco e do Unicef advertem que conteúdos nocivos ao desenvolvimento da personalidade infantil, reproduzidos em certos brinquedos, podem colocar em risco sua característica inocência. Assim, a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, adotada em 1989, no artigo 17, “encoraja o desenvolvimento de orientações apropriadas para proteger a criança de informações e materiais prejudiciais ao seu bem-estar”.3

Philippe Ariès, em sua obra A história social da criança e da família, publicada em 1981, cita que “em torno dos divertimentos mais naturais, com significado projetivo, como utilização de brinquedos, bonecas, soldadinhos, armas, rodas, que apareciam e desapareciam no decorrer das épocas, estavam representados os valores e concepções que desejavam passar e incutir nas crianças e adolescentes. Se por um lado as nações mais célebres, por seus artistas, artesãos, idealistas, propiciavam às crianças muitos brinquedos e divertimentos sadios, educativos, formadores; por outro, havia, porém, os brinquedos que não deixavam de ser os piores ‘lixos’ que poderiam ser oferecidos. Esta constatação também é feita por Cristina Von e pelo historiador Henri d’Allemagne. Concordam que os brinquedos aparecem como testemunhos modestos dos gostos, das realizações e das guerras de cada época.4 Infelizmente, os brinquedos atuais variam entre brados de guerra, morte, combate, prazer, consumo utilizado pelas crianças, passando pelos
jogos eletrônicos utilizados pelos adolescentes e atingindo brinquedos eróticos e jogos nas estrelas utilizados pelos adultos. Em todos eles, está imbuído o desejo de destruir, alienar e consumir”.

A valorização do brinquedo, como fenômeno significativo e de amplo alcance na formação das mentes infantis e juvenis, bem como dentro da vida cultural das sociedades, é conquista recente. Assim como o livro infantil, diz a Dra. Nelly N. Coelho, da USP, o brinquedo é entendido como uma mensagem (comunicação) entre o autor/adulto (o que possui a experiência do real) e o leitor/criança (o que deve adquirir tal experiência). O que preocupa é qual tem sido o conteúdo dessa mensagem e como ele afeta a formação da criança, sua visão das coisas e sua relação com Deus (1Ts 5.21).5

A seguir, consideraremos alguns aspectos que envolvem os brinquedos e que poderão nos auxiliar a entender melhor a questão:

O aspecto pedagógico do brinquedo

Nascido na Alemanha, em 21 de abril de 1782, e filho de família evangélica, Frederico A. G. Fröbel foi o primeiro a colocar o brinquedo no centro do processo pedagógico ao elevar a criança à imagem de Deus. Para ele, a relação da criança com o brinquedo é que antecipa o que ela será mais tarde.6 Paulo S. Oliveira reafirma este aspecto dizendo que o brinquedo possui uma mensagem fechada, preparada pelo adulto para que a criança reitere e reproduza funções, gestos e modos de ser socialmente predominante. Afirma que “cada brinquedo esconde uma relação educativa”.7 Gerard Jones defende como muitos que o brinquedo não afeta a criança.8 Segundo ele, é a criança que atribui valor ao objeto. Contudo, a respeitada pesquisa feita por S. Lebovici e R. Diatkine, sobre o significado e a função do brinquedo na vida da criança, prova o contrário. Constata que “o brinquedo é uma parte contributiva importante no fenômeno de transmissão cultural,”9 por ser um tipo de relação que a criança tem com o mundo do adulto e por ajudá-la em sua organização psíquica.

O aspecto lúdico do brinquedo

Devido ao seu aspecto lúdico, o interesse pelo brinquedo aparece nos escritos de Horácio e Quintiliano, Erasmo, Rabelais, Tomás de Aquino, Montaigne, Vygostsky e Piaget, entre outros. O lúdico é a qualidade estética que dá sentido ao brinquedo. Por isso, por exemplo, é que os bonecos ganham vida e afetividade. A ludicidade, tida como ciência, “é um instrumento poderoso de apropriação da cultura”, e pode ser usada com fins positivos ou negativos. Para Vygotsky, o lúdico possui “enorme influência no desenvolvimento da criança”. E é abordado por Johan Huizinga como algo vital para a sociedade, devido ao sentido que encerra, sua significação, seu valor expressivo, suas associações, espirituais e sociais, em resumo, como função cultural. É preciso ficar alerta: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8). S. Marli Pires dos Santos e Tzuko Morchida Kishimoto, com amplo material sobre o brinquedo e o lúdico, concluem que o brinquedo contém, em forma condensada, todas as dimensões do desenvolvimento socioafetivo, cognitivo e psicomotor da criança.10

O aspecto cultural do brinquedo

Gilles Brougère afirma que o brinquedo merece ser estudado por si mesmo, por ser o suporte de uma representação que age como espelho cultural da sociedade. Trata-se de um pedaço de cultura colocado ao alcance da criança. Ele declara: “O brinquedo é um elemento de profunda riqueza. À sua sombra, a sociedade se mostra duplamente: naquilo que é, mas, sobretudo naquilo que se dá a conhecer às crianças. Assim sendo, mostra as suas imagens que faz da infância. É um dos reveladores de nossa cultura. O brinquedo incorpora nossos conhecimentos sobre a criança, ou ao menos, as representações largamente difundidas, que circulam, as imagens que nossa sociedade é capaz de segregar” (1992).11

Roland Barthes diz que o brinquedo atual é a reprodução em miniatura de objetos para a criança como se ela fosse apenas um homem pequeno. Diz que o brinquedo industrializado é inteiramente socializado, constituído pelas coisas da vida adulta. Ele fornece um catálogo velhaco do que é parte do adulto, incluindo o “lixo tóxico” de valores antibíblicos. A criança é vista só como um consumidor. Pense: a mente de uma criança conceberia seres monstruosos, cruéis e assustadores com caricaturas “demonizadas”, sádicas, cheias de pavor e vingança? De onde ela tiraria a idéia de equipá-los com machados, punhais e porretes? Os bonecos, tazos, cards, eletrônicos e os games foram subvertidos. Quem faria um monstro mitológico de brinquedo? Aquela coisinha com chifres, garras afiadas, dentes vampirescos, olhos famintos e sinistros com aquela expressão diabólica, sendo levado de um lado para o outro pela criança! Esses brinquedos, vulgares, usando a expressão de Roland Barthes, são essencialmente um microcosmo adulto.12 Se fossem feitos pela criança, seriam a expressão do imaginário infantil e não um atentado a ele. E aqui está o problema. O brinquedo não é neutro. Ele carrega traços da imaginação de um projetista, que, mesmo sendo brilhante, corre o risco de ser diabólica. A Bíblia alerta que “este tipo de sabedoria não vem dos céus, mas é terrena; não é espiritual, mas é demoníaca” (Tg 3.15 – NVI).

Conclusão: se a violência, o erotismo, o ocultismo, a feitiçaria ou o anarquismo e o grotesco são parte de uma cultura reproduzida de forma inadequada em brinquedos, podem constituir-se, de fato, num risco real à formação da criança (Dt 18.9-11).

A emancipação e a contaminação do brinquedo

Walter Benjamin coloca que, no início, o brinquedo era uma peça do processo de produção que ligava pais e filhos. Mas com a industrialização, o brinquedo emancipou-se e foi tirado do controle da família. Tornou-se cada vez mais estranho não só às crianças, mas também aos pais. Transformou-se num negócio, nada mais.13 O brinquedo deixou de ser feito artesanalmente para ser parte de um grupo que constitui a indústria cultural. Este grupo utiliza o brinquedo para traduzir idéias e conhecimentos. Assim, a criança pode ser influenciada por ensinos (códigos culturais) originados num sistema contrário a Deus, ser manipulada pela imaginação dos projetistas e criar vínculos espirituais com os poderes malignos deste mundo tenebroso (Jo 12.31; Ef 2.1,2; 6.10,11; 1Jo 5.19).

C. S. Lewis observa que “o prazer e a matéria são campos exclusivos de Deus, tudo o que está ao alcance do mal é a distorção dos canais naturais previstos por Deus para a realização do prazer”.14 O que é bom, como o brinquedo, é subvertido e pode, inclusive, ser usado como uma camuflagem maligna.

O perigo do paganismo e do ocultismo

O que você acha de uma criança brincar com um boneco que caricatura um “demônio”, beijá-lo ou dormir com ele? Não é este o caso do estranho super-herói Hellboy, personagem lançado recentemente no cinema. Segundo as histórias em quadrinhos, ele veio direto das profundezas do “inferno”? Por que alguns bonecos estão sendo usados para retratar o ocultismo, a feitiçaria, a violência e o grotesco de forma tão banal? (1Tm 4.1). Não seria um jeito camuflado e sorrateiro de interiorizar na criança conceitos e valores antibíblicos, já que o brinquedo é um veículo de identidade cultural? Qual seria a melhor forma de o inimigo driblar nossas defesas? Você suspeitaria de algo tão inofensivo? (2Co 11.3,14). Os brinquedos podem incorporar, conforme Tzuko M. Kishimoto, “um imaginário preexistente criado pelos desenhos animados, seriados televisivos, mundo da ficção científica com motores e robôs, mundo encantado dos contos de fadas, histórias de piratas, índios e bandidos. Ao representar realidades imaginárias, os brinquedos expressam, preferencialmente, personagens sob formas de bonecos, como manequins articulados ou super-heróis, misto de homens, animais, máquinas, monstros”,15 e acrescentamos, até entidades religiosas.

O boneco é a materialização do personagem originado na imaginação ou na vida real. Por meio dele, este personagem, bom ou ruim, passa a existir num plano, elevação e perfil. O boneco traz o imaginário à existência, com peso, volume, medida e cheiro, com forma no tempo e no espaço. Assim, personagens como o Superman, o Batman, o Homem-aranha, Hellboy, Hulk e outros super-heróis clássicos podem ser encontrados nas mãos das crianças em todo o lugar. Naturalmente, nem todos os bonecos possuem uma conotação negativa. Contudo, o tipo de valores que ele comunicar, conclusivamente, influenciará a formação da criança. Para Umberto Eco, as imagens míticas (super-heróis), reproduzidas em brinquedos, são criadas e difundidas pelos chamados persuasores ocultos com o objetivo de enraizá-las na sensibilidade da pessoa. Há “uma persuasão oculta motivada por fins econômicos determinados”.16 O boneco é um cristalizador dessa cultura.

Larry McClain afirma que certas criaturas, retratadas em alguns bonecos, que aparecem na arqueologia e na mitologia, não são apenas fruto da imaginação carnal (Sl 38.12, 64.6; Pv 16.30, 23.7; Mq 2.1; At 17.29). Ao contrário, eram, literalmente, entidades demoníacas que surgiram nas civilizações do passado. Esses tipos obscuros, ou esses seres demoníacos, eram representados como parte homem e parte animal em suas características, como o pássaro-homem dos assírios, por exemplo. Os seres retratados são sinistros, com faces contorcidas e caretas demoníacas.17

Se você encontrar garras ou chifres, cauda flechada ou tridente em algum dos seus bonecos, sem dúvida o fogo lhes faria muito bem, já que o inferno é o lugar de origem deles, apesar de ponderarmos que estes traços estéticos sejam frutos do imaginário popular ao longo dos séculos, nas diversas culturas, pois não temos base bíblica para detalharmos a exata forma e peculiaridades dos anjos caídos.

• Bonecos pagãos

Se uma criança brincar com a réplica da imagem de uma entidade religiosa, o objeto deixará de ser condenado por Deus? A simples existência da imagem em forma de figuras foi rejeitada por Deus (Dt 7.26). Além disso, houve casos em que figuras e pinturas foram rejeitadas pelo fato de suas representações serem uma afronta a Deus (Ez 8.9,10). Se a Bíblia condena a mera existência da imagem, o que fazer quando um boneco é a representação de um deus pagão? Larry McClain comenta que muitos bonecos vistos nas prateleiras das lojas são réplicas de deuses antigos: “Eles podem ser criaturas parte cavalo e parte homem, peixe e homem, como o deus Dagom, dos filisteus, parte jaguar e parte homem, com a língua pendente sobre o queixo, que é o símbolo universal da possessão demoníaca. Uma das combinações é a do homem-serpente”. Como podemos ver, não é difícil concluir quem é o mentor de tudo isso!

• Cards pagãos

Não há nenhum problema nos bonecos como forma de arte. É bom lembrar, apenas, como defende Francis Schaeffer, que mesmo a arte foi profundamente afetada pelo pecado na queda.18 Portanto, encontra-se deformada. No caso dos cards, jogos de interpretação, há portas para personagens e enredos claramente danosos à infância e à juventude. Diversos personagens são transmissores de conteúdos heréticos. Alguns, aliados aos bonecos, comunicam ensinos do odinismo (divindades bárbaras como Odin e Thor), helenismo (Zeus e Hércules), deuses egípcios (Yu-Gi-Oh!), religiões cananéias (Astaroth) e demonismo.

Pense. Por que diversos brinquedos estão estranhamente impregnados desses conceitos religiosos se o seu propósito deveria ser apenas divertir a criança? Se os brinquedos, segundo Guilles Brougère, são suportes de representações, por que idéias sutis do xintoísmo (mangás), do zen-budismo (Matrix) e da Nova Era (Star Wars) são usadas para inspirar heróis e confeccioná-los? Não seria uma estratégia de incutir estas crenças na mente das crianças (2Co 11.14)? Nicolas Montigneaux defende que o personagem funciona como um espelho que envia à criança uma imagem dupla: a da própria criança e a desejável, com a qual a criança quererá se parecer ou da qual sonhará em se aproximar. O personagem assume, portanto, o lugar de modelo de aspiração porque constitui uma ponte entre o presente da criança e o seu futuro adulto.19

• Super-heróis suspeitos

Bruno Bettelhein diz que o herói corresponde ao questionamento profundo da criança, que procura encontrar no herói sua identidade. Já o imaginário representa um campo de jogo onde o personagem conduzirá a criança e servirá de pretexto à encenação dos valores.20 Gabriele Greggersen constata que “em muitos livros de ficção infantis e desenhos animados de hoje (Pokémon, Transformers, Cavaleiros do Zodíaco, etc.), super-heróis que inspiram brinquedos, sem falar nos jogos eletrônicos, ou em Magic, o bem e o mal se opõem diametralmente ou, então, se misturam, chegando quase a ponto de inverter sua polaridade”.21 Isso pode abrir a porta para uma visão ingênua das forças malignas e, assim, criar uma precedência sutil para uma amizade perigosa com o mal. Veja o que diz a Dra. Nelly N. Coelho, especialista em literatura infantil (USP): “As personagens podem ser reais (humanas) ou simbólicas (bichos, plantas), mas sempre com traços de caráter ou comportamento bem nítidos. Isto é, com limites precisos entre bons e maus, fortes e fracos, belos e feios, etc. Mais tarde, a ambigüidade das realidades será descoberta [...] Mas nesse momento, já terão assimilado parâmetros para julgamento”.22

Gabriele Greggersen afirma que “o bem é muitas vezes visto como algo ingênuo, inofensivo e afeminado. Eis por que o mal, o bruxo e o feiticeiro acabam sendo mais atraentes”. “O sobrenaturalismo típico dos programas infantis promove o relativismo, uma força ou poder neutro que pode ser usado para o bem ou para o mal”. Essa indefinição pode abrir uma porta para o lado escuro do sobrenatural. Bob G. Passantino afirma que “eles diferem do sobrenatural dos contos de fada clássicos, nos quais o bem e o mal podem ser distinguidos, a integridade é recompensada e o mal finalmente é vencido pelo bem” (Rm 12.17,21). Segundo C. S. Lewis, “a teoria íntegra do valor [...] exige que o bem seja original e o mal, mera perversão; que o bem seja a árvore, e o mal seja a hera; que o bem seja capaz de perceber o mal (como quando homens sãos percebem a loucura), enquanto o mal não pode fazer o mesmo...”. Ele acrescenta, por meio do personagem Screwtape, em sua obra Cartas do diabo ao seu aprendiz, que “um santo estragado [...] propicia mais diversão ao inferno do que um simples tirano ou um libertino”. Se ele não consegue destruir, argumenta, então é melhor tentar corrompê-lo (2Co 2.11; 11.3).23

Os games e as imagens grotescas

Não é novidade que diversos jogos estão coalhados de satanismo, barbarismo, ocultismo e violência extrema. Conforme estudos promovidos pela Universidade de Missouri, Columbia, EUA, um universo de imagens com grande carga emocional, como o encontrado nesses games, pode levar a um comportamento anti-social, à agressividade e a um mau desempenho escolar (Ef 5.11; Fp 4.8). A ONU revela que tais imagens causam fortes impressões. Umberto Eco confirma que “a imagem está revestida de uma função demasiado importante para o equilíbrio psíquico do indivíduo”. Isso complica quando a criança, acrescenta N. Montigneaux, “raciocina espontaneamente de maneira analógica. As imagens integram a estruturação não só do pensamento como também da sua vida emocional”. Por isso a ONU encoraja a proteção da criança contra tais conteúdos (Sl 119.37; Mt 6.22,23).

Crianças em perigo

O que acontecerá, então, com a criança que está em contato permanente com essas mensagens enganosas? Que risco ela corre se absorver, de forma acrítica, essas idéias alienígenas à infância? Elas podem afetar a visão que a criança terá das coisas? Lev .S. Vygotsky declara que “como o foco de uma lente de aumento, o brinquedo contém todas as tendências do desenvolvimento sob forma condensada, sendo ele mesmo uma grande fonte de desenvolvimento”. Se a criança internaliza valores e crenças por meio do brinquedo, certamente o conteúdo que ele abriga tomará parte na formação da sua lente cultural, tornando-se híbrida com ela. Isso se dará porque o seu conhecimento ainda está em construção. A criança poderá, deste modo, ser presa fácil das trevas, já que ela terá dificuldade de ver o que é maligno. É preciso livrar a criança da aparência do mal: “Examinai tudo. Retende o bem. Abstende-vos de toda a aparência do mal. E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo”. (1Ts 5.21-23).

É preciso proteger a criança de conteúdos danosos à sua infância: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Pv 4.23. V. tb. Sl 119.37). É preciso discipular a criança com valores centrados nos ensinos de Jesus (Mt 28.18-20), e ensiná-la no caminho que deve seguir: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te (Dt 6.6,7. V. tb. Pv 29.15; 22.6; Sl 127.3).

Dicas para escolher brinquedos e proteger nossas crianças

Passo 1: Leia as instruções que acompanham o brinquedo. Você ficará surpreso com o que vai encontrar! Procure identificar associações com conteúdos que podem ser prejudiciais à criança.

Passo 2: Tente conhecer o personagem representado no brinquedo. O brinquedo é apenas o seu suporte físico. Que tipo de acessórios possui? São heróis, vilões, deuses? O que podem transmitir à criança?

Passo 3: Não veja demônios em tudo, use a Bíblia e o bom senso. A Bíblia é a bússola para auxiliá-lo na avaliação do conteúdo cultural nocivo:

Para C. S. Lewis, há dois erros acerca do inimigo: o primeiro é não acreditar em sua existência. O segundo é acreditar e nutrir um interesse excessivo e doentio nele (1Pe 5.8). Não devemos descartar a ação dos espíritos malignos, mas também não devemos ver demônios em tudo.

Este estudo apenas alerta sobre os conteúdos inadequados, sem excluir o brinquedo, que pode ser santificado como fonte de lazer (1Ts 5.21-22). O pacto de Lausane defende que o evangelho nunca é hóspede de qualquer cultura; sempre é seu juiz e redentor. O evangelho avalia o conteúdo cultural, inclusive o que está embutido no brinquedo, de acordo com seus próprios critérios de verdade e justiça, e insiste nos absolutos morais em cada cultura.

A confissão de Westminster orienta que “todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela”.

Textos bíblicos que podem ajudar na avaliação de conteúdos ocultos em alguns brinquedos

Bruxaria – Lv 19.31; Is 8.19-22; Ez 13.18-21; 21.21-24; Ap 18.23.
Demônios – Mc 1.34; 5.5; Lc 10.17; At 16.16-18; 2Co 11.13,14; Ef 6.12.
Deuses ou seres mitológicos – Êx 10.2-6; 32.4-10; Dt 4.23,24; 5.6,7; Is 42.8.
Imagens grotescas – Sl 101.2-7; Ez 8.9-10; Mt 6.22,23; Fp 4.8.
O mal – Jó 4.8; Sl 19.13; 26.5; Rm 1.24-28; Gl 5.16,17; Ef 4.22; 6.12.
Objetos ligados ao ocultismo – Ez 13.18-23; At 19.19; Dt 7.26,27.
Ocultismo – Dt 4.8; Ez 13.18-23; 21.21-24; Is 65.3,4; At 13.8-10; 19.19.
Poder – Ec 9.11; Pv 21.31; Zc 4.6; Mt 5.1-12; Rm 12.19; 1Jo 2.6.
Violência – Sl 37.17; 75.10; 140.11; Pv 3.31; 16.29; 21.7; Is 13.11.

Fonte : http://www.icp.com.br

SUCESSO DO GOVERNO MILITAR !!!

Forças Armadas do Brasil compartilhou a foto de Jucelino Luz.
"Na época do Regime Militar, a carga tributária e a estrutura administrativa eram bem menores, o Imposto de Renda era de 12,5% (atualmente, é de 27,5%), e existiam apenas 12 ministérios (atualmente, são 39). Para a ininterrupta implantação da Infraestrutura, o Brasil seguia os Planos Nacionais de Desenvolvimento (planos de longo prazo - não eram Planos de Obras decorrentes de emendas parlamentares). Pois bem, mesmo com poucos recursos, os "Ditadores-Militares" construíram a maior parte da infraestrutura que o Brasil dispõe atualmente - iniciavam e concluíam as obras planejadas conforme os cronogramas previstos: sistema de telecomunicações, aeroportos (a maioria, dentre eles o do Galeão e de Cumbica), portos e terminais de exportação, metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo, a maioria dos estádios de futebol, expansão gigantesca da malha rodoviária (estradas BR 116, Belém-Cuiabá, Belém-Brasília, Transamazônica, Perimetral Norte, Manaus-Porto Velho e outras), diversas usinas hidroelétricas (dentre elas Itaipu, Complexo Hidrelétrico de Urubupongá, Tucuruí, Balbina, Sobradinho - com suas respectivas linhas de transmissão), ampliação do Sistema São Francisco), Ponte Rio-Niterói, grandes siderúrgicas (CSN, Usiminas, Cosipa e outras), Usinas Nucleares - Angras 1 e 2, expansão da produção de petróleo, criação do Proalcool, abrangente Programa de Casas Populares - construção de 2,4 milhões de casas, implantação da maioria das Universidades hoje existentes, expansão da Indústria de Petróleo e do nosso mar territorial para 200 milhas, criação da EMBRAER (início de nossa Indústria Aeronáutica), criação da EMBRAPA etc. No entanto, ao referirem-se ao Regime Militar daquele período para o público desinformado, meios de comunicações manipulados só enxergam ditadura e ditadores, enquanto os agitadores daquela época são tratados como uns coitados, perseguidos políticos. Vejam que eles não buscavam democracia, como dizem atualmente, queriam, sim, implantar um Regime Comunista, nos moldes de Cuba, como afirmaram o Ex-deputado Fernando Gabeira e outros. Vejam, ainda: nenhum desses Ex-Presidentes enriqueceu no cargo de Presidente da Republica.
Outros dados para quem não viveu aquele período: a maioria dos países da América do Sul e importantes países da Europa, dentre eles a Espanha, Portugal, Franca, viviam sob regime dirigidos por Generais, que se contraponham a Regimes Comunistas em expansão. Além disso, o mundo vivia uma grave crise de petróleo, que afetava assustadoramente os países de economias emergente como o Brasil, que ainda não era autossuficiente em petróleo. Também era o período da Guerra Fria (EUA x União Soviética) e agitações politicas sem precedentes. Já eram notórias deficiências econômicas e de privação de liberdade dos Regimes Comunistas que haviam sido implantados na Alemanha Oriental, Vietnam do Norte, Coreia do Norte, Cuba, etc., quando comparadas com o desenvolvimento alcançado em países irmãos que permaneceram com Regimes Democráticos, tais como Alemanha Ocidental, Vietnam do Sul, Coreia do Sul. Da mesma forma, regimes anteriores como o de Getúlio Vargas deram sua contribuição decisiva para a industrialização do Brasil (ver a Implantação da Petrobrás, Industria Siderúrgica, politica sindicais, etc). Portanto, deve-se ter bastante ponderação ao analisar-se períodos históricos do passado à luz de fatores econômicos, religiosos, geopolíticos e de valores atuais. Esses Regimes ou Períodos Políticos, cada um em sua época, contribuíram para o desenvolvimento atual do nosso grande Brasil, salvo melhor juízo."
Por Martim Bezerra De Morais Morais - Facebook 
  "Na época do Regime Militar, a carga tributária e a estrutura administrativa eram bem menores, o Imposto de Renda era de 12,5% (atualmente, é de 27,5%), e existiam apenas 12 ministérios (atualmente, são 39). Para a ininterrupta implantação da Infraestrutura, o Brasil seguia os Planos Nacionais de Desenvolvimento (planos de longo prazo - não eram Planos de Obras decorrentes de emendas parlamentares). Pois bem, mesmo com poucos recursos, os "Ditadores-Militares" construíram a maior parte da infraestrutura que o Brasil dispõe atualmente - iniciavam e concluíam as obras planejadas conforme os cronogramas previstos: sistema de telecomunicações, aeroportos (a maioria, dentre eles o do Galeão e de Cumbica), portos e terminais de exportação, metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo, a maioria dos estádios de futebol, expansão gigantesca da malha rodoviária (estradas BR 116, Belém-Cuiabá, Belém-Brasília, Transamazônica, Perimetral Norte, Manaus-Porto Velho e outras), diversas usinas hidroelétricas (dentre elas Itaipu, Complexo Hidrelétrico de Urubupongá, Tucuruí, Balbina, Sobradinho - com suas respectivas linhas de transmissão), ampliação do Sistema São Francisco), Ponte Rio-Niterói, grandes siderúrgicas (CSN, Usiminas, Cosipa e outras), Usinas Nucleares - Angras 1 e 2, expansão da produção de petróleo, criação do Proalcool, abrangente Programa de Casas Populares - construção de 2,4 milhões de casas, implantação da maioria das Universidades hoje existentes, expansão da Indústria de Petróleo e do nosso mar territorial para 200 milhas, criação da EMBRAER (início de nossa Indústria Aeronáutica), criação da EMBRAPA etc. No entanto, ao referirem-se ao Regime Militar daquele período para o público desinformado, meios de comunicações manipulados só enxergam ditadura e ditadores, enquanto os agitadores daquela época são tratados como uns coitados, perseguidos políticos. Vejam que eles não buscavam democracia, como dizem atualmente, queriam, sim, implantar um Regime Comunista, nos moldes de Cuba, como afirmaram o Ex-deputado Fernando Gabeira e outros. Vejam, ainda: nenhum desses Ex-Presidentes enriqueceu no cargo de Presidente da Republica. Outros dados para quem não viveu aquele período: a maioria dos países da América do Sul e importantes países da Europa, dentre eles a Espanha, Portugal, Franca, viviam sob regime dirigidos por Generais, que se contraponham a Regimes Comunistas em expansão. Além disso, o mundo vivia uma grave crise de petróleo, que afetava assustadoramente os países de economias emergente como o Brasil, que ainda não era autossuficiente em petróleo. Também era o período da Guerra Fria (EUA x União Soviética) e agitações politicas sem precedentes. Já eram notórias deficiências econômicas e de privação de liberdade dos Regimes Comunistas que haviam sido implantados na Alemanha Oriental, Vietnam do Norte, Coreia do Norte, Cuba, etc., quando comparadas com o desenvolvimento alcançado em países irmãos que permaneceram com Regimes Democráticos, tais como Alemanha Ocidental, Vietnam do Sul, Coreia do Sul. Da mesma forma, regimes anteriores como o de Getúlio Vargas deram sua contribuição decisiva para a industrialização do Brasil (ver a Implantação da Petrobrás, Industria Siderúrgica, politica sindicais, etc). Portanto, deve-se ter bastante ponderação ao analisar-se períodos históricos do passado à luz de fatores econômicos, religiosos, geopolíticos e de valores atuais. Esses Regimes ou Períodos Políticos, cada um em sua época, contribuíram para o desenvolvimento atual do nosso grande Brasil, salvo melhor juízo." Por Martim Bezerra De Morais Morais - Facebook

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Compartilhando Boas Novas.

UMA NOVIDADE DE 2.000 ANOS
Fiquei profundamente comovido ao reencontrar um velho amigo, sofrendo de uma doença séria. Seus rins estavam falhando e ele parecia ter pouca esperança de recuperar a saúde.
- Tenho certeza de que estou nas últimas, disse ele com tristeza

- Meu amigo, não perca a esperança, respondi, nós,  cristãos, cremos na vida eterna.
Para minha surpresa, ele ficou curioso para ouvir mais. Parecia que a idéia da vida eterna era novidade para ele. Estava ansioso por saber o que os cristãos pensam acerca da vida eterna e como esperam recebê-la.
Expliquei-lhe que a vida eterna é possível se estivermos dispostos a aceitar Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador pessoal. A esperança irradiou de seu rosto e a alegria brilhou em seus olhos enquanto eu compartilhava a mensagem de Jesus sobre a vida eterna, encontrada em João 3:16.

- Já estou nos meus 70 anos, disse ele em tom alegre, mas eu nunca tinha ouvido uma coisa tão boa como esta.

Os comentários do meu amigo me surpreenderam. Eu presumira que ele estivesse familiarizado com a promessa de Deus de vida eterna através de Jesus Cristo. Senti profundamente compaixão por este meu irmão, que nunca tinha ouvido as boas novas de Cristo. Por causa dele, nunca mais presumi que as pessoas que encontro são cristãs e que estão preparadas para a vida eterna. Todos os dias eu tento encontrar oportunidades para compartilhar as boas novas com as pessoas que me cercam.


Pregue a palavra... a tempo e fora de tempo.
II Timóteo 4.2

O salário do Pecado!

A DOENÇA DO PECADO
Um médico australiano relatou-me uma conversa que se passou entre um homem e o barbeiro. Enquanto trabalhava com a tesoura, o barbeiro observou: "Humm – estou vendo que está com uma ferida nos lábios."

"É", replicou o cliente, "é o cigarro que causa isso."

"Bem", disse o outro, "não parece estar-se cicatrizando."

"Ah, mas vai sarar", respondeu o homem confiantemente.

Um mês depois esse homem voltou à barbearia. A ferida de seu lábio estava bem maior e apresentava um feio aspecto...
"Não se preocupe", disse ele ao barbeiro; "agora estou usando uma piteira. Deve sarar logo."

Mas o barbeiro não pôde deixar de preocupar-se com aquele cliente e arranjou algumas fotos de casos de câncer dos lábios. Mostrou-as ao amigo, instando com ele a que comparasse as figuras com seu próprio lábio.

"É; realmente são parecidos", admitiu ele. "Mas não me preocupo."

No mês seguinte o homem não apareceu para o costumeiro corte de cabelo. Telefonou para a casa dele, para indagar a seu respeito, e recebeu a seguinte resposta: "Ah, você não sabia? Ele morreu de câncer há dois dias."

 

O salário do pecado é a morte.

Romanos 6.23

Falsos Profetas !

A ONÇA E A RAPOSA
Era uma vez uma onça que há muito tempo perseguia uma raposa, mas ela sempre lhe escapava.

A onça já estava cansada de ser enganada pela raposa. Assim, decidiu atraí-la para sua caverna.

Fez espalhar pela floresta a notícia de que havia morrido e deitou-se bem no meio da toca, fingindo-se de morta.

Todos os bichos vieram olhar o seu corpo, contentíssimos.

A raposa também veio, mas meio desconfiada ficou olhando de longe. E por trás dos outros animais perguntou:
- A onça já deu seus últimos suspiros?
Ninguém soube responder. E a raposa falou:
- Uma pessoa só morre de verdade depois que der seus três últimos suspiros de vida. Foi assim com a minha avó!
A onça, então, para mostrar que estava morta de verdade, suspirou três vezes.

A raposa fugiu, dando gargalhadas.


Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.
I João 4.1

DEUS SUSTENTA !

AINDA QUE CAIA, NÃO FICARÁ PROSTRADO
Paul Wylie estava a patinar nas Olimpíadas de Inverno em 1988 em Calgary. Ele estava nervoso quando iniciou o seu programa perante 20.000 pessoas e uma audiência televisiva de milhões. Então, no seu primeiro salto, algo de errado aconteceu.
Ele escreveu: "Num segundo a minha mão toca no gelo; a lâmina não se segura. Começo a escorregar e agora compreendo: estou a cair. Tudo o que eu ouço ao me estatelar no gelo é o suspiro empático do que parece um milhão de vozes." 

Wylie tinha que decidir em menos do que um segundo: Ele podia focar no erro e desistir, ou ele podia continuar a patinar e fazer o seu melhor. 
Naquele instante esta passagem veio à sua mente: "Ainda que caia, não ficará prostrado" (Salmo 37:24). 
Ele continuou o seu número e decidiu patinar "de todo o coração, como ao Senhor" (Colossenses 3:23). No fim do seu programa a multidão irrompeu num aplauso entusiástico pela sua coragem e determinação.


Como seguidores de Jesus, podemos ser atirados ao chão por um ataque mais forte. Pode morrer uma pessoa querida, ou podemos perder o emprego, ou podemos ser esquecidos para uma promoção. Podemos ser desanimados por uma queda no pecado. Uma coisa é cair e outra, completamente diferente, é desistir. Se nos levantamos de novo, reafirmamos a nossa fé em Cristo, e continuamos a servi-lo, não ficaremos "prostrados."


Ainda que caia, não ficará prostrado,
pois o Senhor o sustém com a sua mão.

Salmo 37.24

CIENTISTAS CONCORDAM COM BÍBLIA !

Cálculos de cientistas indicam que a Bíblia está certa

Cientistas do programa espacial dos Estados Unidos, valendo-se de equipamentos avançados de informática, descobriram que são reais relatos bíblicos dando conta que há cerca de 3 mil anos o Oriente Médio ficou iluminado por um dia inteiro, e de outra vez o correr das horas voltou para trás por 40 minutos. Os fatos, até agora considerados meras lendas do passado, foram comprovados por Robert C. Newman, PhD em astrofísica, e também pela equipe da empresa Curtis Engine Company, de Baltimore, Maryland, ambos citados por Harold Hill, presidente do Programa Espacial americano, em relato divulgado em Washington. Hill também contou a mesma descoberta para a publicação Science Speaks, newsletter da Editora Schoreder, dos EUA. A Terra, naquele passado bíblico, aparentemente alterou seus movimentos em relação à Lua e ao Sol, e durante mais horas uma parte ficou iluminada e outra tão escura quanto à noite. PASSADO. Os cálculos da constatação foram feito no Centro Espacial Goddard, em Green Bell, maryland. Estava sendo conferida a posição do Sol, Lua e Planetas do Sistema Solar no Espaço, de maneira a saber-se exatamente onde estavam em diversos momentos do passado desde 100 anos atrás. Os cientistas da Nasa estavam ordenando o computador calcular para a frente e para trás, através dos séculos, quando houve uma parada brusca do equipamento: o computador parou e ligou um sinal vermelho, que significa que algo está errado. Inicialmente os cientistas pensaram que havia erro com as informações que o alimentaram ou com os resultados de parte dos cálculos . O pessoal da informática foi chamado, e concluiram: Não é a máquina. Está faltando um dia no passado. Os cientistas ficaram abismados. Não havia explicação possível para isso. Foi quando um deles comentou: "Quando eu era criança, na escola, falaram sobre um dia em que o Sol parou. Foi então que novos cálculos foram providenciados. A descoberta dos cientistas da Nasa estão na Bíblia, no livro de Josué. Segundo o trecho, Josué estava preocupado pois seu povo estava cercado por inimigos e se a escuridão da noite chegasse, eles poderiam ser dizimados. Então, ainda segundo a bíblia, Josué pediu a Deus que fizesse o Sol parar . (Josué, 10: 12-13).
Os cientistas fizeram o computador conferir os dias nos período citado pela Bíblia e descobriram que havia realmente a perda de 23 horas e 20 minutos no tempo. O fato bíblico não durou um dia, mas exatos menos 40 minutos que isso. Os cientistas sentiam-se em apuros com a perda de 23 horas e 20 minutos no passado: Não eram 24 horas exatas, em isso era uma nova incógnita a ser esclarecida para estabelecer as órbitas de satélites. Foi então que um especialista em Bíblia informou que em outra passagem bíblica constava a informação de que em outra certa vez o Sol andou para trás. A narrativa desse segundo fato está no segundo livro dos Reis. Isaías.
Conforme o relato, ezequiel, em seu leito de morte foi visitado pelo profeta Isaías, que lhe disse que ele ia morrer. Ezequiel não acreditou e pediu um sinal dos céus, como prova. Isaías, então, disse: "Você quer que o Sol avance 10 graus? Não significa nada o Sol avançar 10 graus, mas sim que sua sombra ande 10 graus para trás! Então Isaías falou com o senhor e o senhor fez a sombra do Sol voltar 10 graus. (2 Reis 20: 0-11). Os cientistas do programa espacial dos Estados Unidos surpreenderam-se pela segunda vez. É que 10 graus são exatamente 40 minutos. Então, somando-se as 23 horas e 20 minutos encontrados pelo computador no período de Josué, com os 40 minutos citados na passagem de Ezequiel e Isaías, chega-se exatamente as 24 horas um dia perdido no universo. O relato de Haroldo Hill é extremamente pessoal e não existe nenhuma documentação a respeito. Isso fez com que sua história fosse muito contestada nos EUA. Entretanto, o mistério continua, apesar de todas as críticas. Agora outros cientistas estão voltando-se para outro fenômeno que poderá ser em breve explicado, o do lapso de tempo de relatos de pessoas envolvidas com objetos voadores não identificados.

Fonte: Retirado da Lista Parusia


DESVENDADO CASO DOS GIGANTES.

Especialista desvenda história sobre a descoberta de fósseis de gigantes bíblicos

Um novo e-mail que anda circulando a Internet está despertando o interesse dos estudantes da Bíblia, relata Michael Ireland, correspondente-chefe, ASSIST News Service.
Este email relata que uma nova e inesperada descoberta arqueológica na Grécia comprova a existência dos gigantes mencionados na Bíblia.
 

O veterano radialista americano e cristão, Rich Buhler, um especialista em Lendas Urbanas e mantenedor do site www.truthorfiction.com, fala deste último “e-Rumor” (rumor eletrônico).
Buhler, que tem analisado muitas lendas urbanas por muitos anos e dirige o “Conversa do Coração” (Talk from the Heart) programa de rádio na estação, KBRT AM 740 no sul da Califórnia, diz que o novo e-Rumor “inclui uma série de fotos que supostamente são de algumas das escavações arqueológicas, que incluem uma imagem de uma caveira gigante sendo desenterrada, bem como um enorme esqueleto humano. “
Buhler diz que o e-mail faz referências ao fato de que os gigantes foram mencionados na Bíblia, nos livros de Gênesis e Números.
Eles eram chamados de “Nephilim”. Gênesis 6:4 diz, “Havia naqueles dias gigantes (nephilim) na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.”
Mais tarde, no livro dos Números, “Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.” Num 13:33.
A Bíblia também, é claro, fala sobre Golias, o gigante guerreiro que foi confrontado e morto por David.
Buhler declarou: “Não há acordo entre os estudiosos bíblicos sobre o que ou quem eram os Nefilins, mas as fotos deste e-mail que circula a internet não são a documentação deste gigantes”
 
Buhler acrescenta que, segundo a National Geographic Magazine, as fotos são o resultado de um concurso de imagem digital hospedado por www.Worth1000.com, que se apresenta como “a comunidade mais criativa na web.” Worth1000 hospeda vários tipos de competições de imagem digital.
As imagens dos gigantes eram esqueletos fossilizados de uma competição de 2002 cujo o tema era “Anomalias Arqueológicas 2.”
O artista digital que criou estas imagens atende pelo nome de “IronKite” e ganhou o terceiro lugar por seus esforços.

Fonte: Christian Telegraph (09/04/2010)
Tradução Livre: André R Fonseca