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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

CAPACITAÇÃO EM GASTRONOMIA


Com a mão na massa
Empresas e ONGs saem do ‘asfalto’ para capacitar mulheres empreendedoras de comunidades cariocas a gerenciar o próprio negócio de gastronomia e artesanato

 
Rio -  Unidas por um sentimento em comum, o de transformar vidas, mulheres de comunidades cariocas decidiram arregaçar as mangas e fazer arte, botando a mão na massa. Com o apoio de instituições privadas do ‘asfalto’, entre elas o Consulado da Mulher, braço social da Consul, e as ONGs Asplande e ActionAid, grupos de mulheres chefes de família vêm recebendo lições de culinária e cidadania para montar o próprio negócio e aprender a gerenciar as próprias vidas, com autoestima nas alturas.

A vontade de trabalhar veio de mulheres determinadas, como Mônica Francisco, Raquel Souza e Reginalda Pereira, que com mais oito moradoras da Grande Tijuca montaram a Arteiras. “Além de complementar a renda, nos sentimos mais valorizadas”, diz Mônica. Juntas, elas produzem pães, tortas, massas e serviços de bufê de forma artesanal, além de trabalhos em papel reciclado.

Cooperadas da Arteiras, na Tijuca, e da Maré de Sabores, na Maré, oferecem oficinas para outras moradoras da comunidade
Foto:  Alexandre Vieira / Agência O Dia
Para que a produção pudesse sair do forno, o Consulado da Mulher fez a doação de freezer, geladeira, fogão e batedeira. O apoio foi estendido a mais duas comunidades, a Pão e Vida, no Cantagalo, em Copacabana, e a Maré de Sabores, na Nova Holanda, na Maré. As mulheres fazem bufês para festas e lanches.
A meta agora é obter doações para construir a Casa das Mulheres, futura sede do Maré de Sabores. O terreno elas já garantiram. Para a coordenadora-geral do projeto, Shirley Villela, o Maré de Sabores abriu novo mundo para elas. “A independência financeira permite quebrar o ciclo de violência gerado pela dependência econômica dos companheiros”, observa.

Prioridade para as chefes de família

Em apenas dez anos, de 1999 a 2009, a quantidade de lares chefiados por mulheres no Brasil cresceu mais de cinco vezes — saltou de 787 mil para 4,1 milhões. É justamente esse público o alvo do Consulado da Mulher, que atende 160 empreendimentos no Brasil, beneficiando cerca de 2 mil mulheres.

Pesquisa feita pela instituição mostrou que as mulheres que participam do programa conseguem aumentar a renda em 160% e ficar mais próximas dos filhos.

As cooperativas selecionadas são assistidas durante dois anos recebendo todo tipo de assessoria. “Mais do que entregar eletrodomésticos, oferecemos condições para que elas sejam capazes de gerar a própria renda”, afirma a diretora-executiva do Consulado, Leda Böger.

Fonte: O Dia online /  Maria Luisa Barros

INOVAÇÃO !!!

Tempo é a nova moeda

Trocas de serviços são alternativas econômicas e humanizadas ao mundo do dinheiro

Rio - Depois que as principais economias do mundo entraram em colapso, o escambo ressurge como uma alternativa à sociedade de consumo. Em meio a essa tendência, sites de banco de tempo, que promovem trocas de serviços entre os usuários, ganham cada vez mais espaço na internet.

O Time Republik e o Bliive são bons exemplos. Eles funcionam da seguinte forma: a pessoa que presta serviço e acumula horas, que podem ser usadas para receber outro tipo de serviço. Ou seja, um músico dá aulas de violão a uma dona de casa, que por sua vez faz compras para um jardineiro, que cuida das plantas do músico, e assim segue.

Segundo a representante do Time Republik no Brasil, Mônica Barroso, 38 anos, a ideia surgiu há dois anos na Suíça, com uma startup — empresa iniciante — e foi experimentada primeiro em uma comunidade de Nova York, nos Estados Unidos. Depois, se tornou global por meio da internet. “É uma mudança nas relações pessoais e profissionais. É um modelo de consumo colaborativo, que não envolve dinheiro e, sim, a colaboração entre as pessoas”, explica.

Troca de serviços são alternativas econômicas e humanizadas ao mundo do dinheiro
Foto:  Arte: O Dia
Já a Bliive, criada no Brasil e lançada há quatro meses, oferece também o serviço para empresas que desejam promover integração entre os funcionários. Diretor de marketing do site, Murilo Mafra, 23, afirma que a experiência colaborativa é evidente no mundo e vem atraindo novos adeptos. “O que você gosta de fazer pode ser a necessidade de outra pessoa”, incentiva.
Usuária do Time Republik, a professora Ana Emília Meireles, 48, conta que já deu aulas de português para estrangeiros e recebeu aulas online de italiano. “Funciona muito bem, as pessoas são comprometidas”, avalia. Segundo ela, é importante repensar uma sociedade em que o lucro não esteja em primeiro lugar em uma relação.

Antropólogo da Consumoteca, Michel Alcoforado explica que no momento de crise a sociedade precisou criar outras formas de satisfazer seus desejos. “Porém, a troca vai além, e constrói também novos vínculos e relações”, diz.

Cooperação faz parte dos negócios
Na rede Asta, grupos produtivos de todo o estado trocam experiências e até produção de trabalho. “Não tem competição”, diz a coordenadora, Alice Freitas.

Já na escola Oga Mitá, os pais ajudam a decidir o valor das mensalidades. Além disso, quando uma família passa por dificuldades financeiras, pode prestar serviços como forma de pagamento. “Para formar indivíduos cooperativos, temos que viver em cooperação”, explica o diretor Aristeo Leite Filho.

Uma chance para praticar o desapego
Outra alternativa ao consumo é a Feira da Gratidão, que acontece em diversos lugares do Estado do Rio, de forma espontânea. A ideia é levar objetos para doar e pegar itens oferecidos por outros participantes. Por meio de uma página no Facebook, é possível acompanhar as datas das feiras e combinar doações de objetos maiores, como móveis, ou até mesmo prestar serviços gratuitos.
Um dos organizadores, o estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal Rural (UFRRJ), Matheus Sousa, 19, conta que a questão central é o desapego. “Acho que o futuro será esse porque a mudança já aconteceu. A feira deu muito certo. E olhando para o mundo de forma mais humanizada, as pessoas começam a se comportar diferente”, afirma.
O próximo evento acontece dia 13, na Praça Afonso Pena, na Tijuca, a partir das 11h. Dia 24, haverá outra edição na Rural, em Seropédica. O objetivo, segundo Matheus, é expandir para Baixada e Zona Oeste.

Serviços oferecidos nos bancos de tempo
 
- Ajuda doméstica
Os usuários podem se oferecer para lavar o carro, fazer as compras de supermercado, pagar as contas e ir ao correio, por exemplo.
- Animais e plantas

Além disso, podem levar o cachorro para passear e cuidar das plantas da casa de outra pessoa, enquanto ela estiver viajando.
- Ensino

Também é possível ajudar ao próximo com aulas particulares de música, dança e idiomas, entre outras áreas, além de reforço escolar.
- Burocracia
Especialistas em finanças, direito ou economia podem ajudar a preencher documentos, declarar imposto de renda etc.
- Bricolagem
Pequenos reparos na rede elétrica, conserto de portas, instalação de aparelhos eletrônicos, entre outras ajudas são bem-vindos.
- Companhia
Oferecer companhia para passear, ir ao cinema, acompanhar na consulta ao médico, conversar e visitar exposições também é válido.

Fonte: O Dia online/ Aurélio Gimenez e Stephanie Tondo

Prêmio Nobel !

prêmio Nobel de Literatura 2013

Autora de "Felicidade Demais" é a 13ª mulher a ganhar o prêmio, que começou a ser entregue em 1901

A escritora canadense Alice Munro, 82 anos, ganhou nesta quinta-feira (10) o prêmio Nobel de Literatura 2013, atribuído pela Real Academia Sueca de Ciências. Definida pelo comitê como "mestre dos contos contemporâneos", ela é a 13ª mulher a ganhar o prêmio, que começou a ser entregue em 1901.


A Real Academia disse não ter conseguido falar com Munro antes do anúncio oficial, como é de costume, deixando, então, uma mensagem na caixa postal.
AP
A escritora canadense Alice Munro, em foto de 2009
O escritor chinês Mo Yan foi o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura do ano passado . A academia justificou a atribuição do prêmio ao fato de o escritor “mostrar, com contos populares de um realismo alucinante, a história atual e contemporânea”.
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Este ano, o Nobel de Física foi para François Englert e Peter W. Higgs, por suas descobertas teóricas sobre como as partículas subatômicas adquirem massa; o de Química para Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel, pesquisadores de modelos complexos; e o de Medicina  para James E. Rothman, Randy W. Schekman e Thomas C. Südhof, por descobertas que ajudam a compreender o diabetes.
O vencedor do Nobel da Paz, o único que é entregue fora de Estocolmo, será anunciado em Oslo, na Noruega, na sexta-feira (11). Três dias depois, a divulgação do ganhador em Economia encerrará a rodada de prêmios, que serão entregues no dia 10 de dezembro, data da morte do fundador do prêmio, o sueco Alfred Nobel, químico, engenheiro e industrial, conhecido também pela invenção da dinamite.
Confira os vencedores do Nobel de 2012:

Chinês Mo Yan ganha Nobel de Literatura 2012
Nobel de Medicina 2012 vai para a descoberta de reprogramação de células
Nobel de Física 2012 vai para estudos de controle de partículas quânticas
Nobel de Química 2012 vai para estudos sobre receptores de célula
União Europeia leva o Prêmio Nobel da Paz de 2012
Veja a lista dos últimos premiados pelo Nobel de Literatura:
2012: Mo Yan (China)
2011: Tomas Tranströmer (Suécia)
2010: Mario Vargas Llosa (Peru)
2009: Herta Müller (Alemanha)
2008: Jean-Marie Gustave Le Clézio (França)
2007: Doris Lessing (Inglaterra)
2006: Orhan Pamuk (Turquia)
2005: Harold Pinter (Inglaterra)
2004: Elfriede Jelinek (Áustria)
2003: John M. Coetzee (África do Sul)
2002 : Imre Kertész (Hungria)

Fonte: Ig /Com Agência Brasil

UM ARTISTA APRISIONADO !

Máscara de preso é igual a agente

Polícia tinha informação de plano de fuga, mas ‘artista’ diz que foi só uma ‘homenagem’

O Dia
Paraíba - Um preso da Penitenciária Padrão de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa (PB), surpreendeu a direção da unidade com seu ‘talento’, mantido em segredo até terça-feira à noite.
Sabonete foi a matéria-prima
Foto:  Divulgação
Em sua cela, foi encontrada uma máscara muito parecida com o rosto de um dos agentes penitenciários do local. Feito com restos de sabonete e corante, o objeto foi encontrado porque havia denúncias de que um grupo de detentos tinha um plano de fuga em curso.
“Ficamos sabendo que os presos estavam fazendo máscaras para fugir. Mas o apenado nos informou que é artista plástico, e que o material fabricado foi apenas uma forma de homenagear o agente”, explicou o secretário de Administração Penitenciária do Estado, Wallber Virgolino.
Ainda segundo Virgolino, se o preso puder comprovar que é mesmo um artista plástico, será incentivado a fazer outras peças: “A máscara é bem semelhante às feições do servidor. Vou comprar mais sabonete para que ele possa continuar fazendo o trabalho artesanal, o que faz parte da ressocialização.”
O ‘escultor’ da Santa Rita, que não explicou por que mantinha sua ‘obra de arte’ escondida dos agentes penitenciários, tem 31 anos e está preso há cerca de dois por roubo.

Fonte: O Dia online

VARIZES !

Varizes: problema não é só estético e pede atenção precoce


Evento de conscientização sobre o problema das varizes, na Cinelândia
Evento de conscientização sobre o problema das varizes, na Cinelândia Foto: Divulgação


Entre 40% e 70% dos brasileiros sofrem de varizes. De evolução lenta, o problema, muitas vezes, é negligenciado, por acreditar-se que não passa de questão estética. Porém, complicações podem surgir na falta de tratamento adequado. É pela prevenção do agravamento da doença que a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular do Rio (SBACV-RJ) promove, até amanhã, uma campanha de alerta sobre varizes, tema deste ano da Semana Vascular.
— O problema sempre vai piorar se não for tratado. Conforme o tempo passa, há risco de aparecerem manchas na pele (onde estão as varizes), que não podem ser clareadas depois, e feridas chamadas úlceras venosas. A flebite (inflamação das veias) é outra complicação possível — diz o cirurgião vascular Carlos Eduardo Virgini, presidente da SBACV-RJ.
Segundo o médico, até microvarizes (vasinhos aparentes na pele) podem provocar dor e sensação de peso nas pernas, inchaço e câimbras. Além de impedir que a doença se agrave, o tratamento ajuda a aliviar tais sintomas de desconforto. O controle desses incômodos é feito com medicamentos. Para as varizes em si, a indicação é escleroterapia (injeções) ou cirurgia, para casos avançados.
— Cremes que prometem desaparecer com as varizes não tem fundamento científico — alerta Virgini.
Eventos
Totem interativo
Amanhã, um totem interativo para a população testar os conhecimentos sobre varizes estará no térreo do Shopping Polo 1, em Madureira, das 10h às 16h. Também haverá um médico no local para esclarecer dúvidas.
Palestra
Também amanhã, às 15h30m, a angiologista Solange Chalfun fará palestra sobre varizes, aberta ao público, no auditório da Universidade Estácio de Sá do Madureira Shopping. Inscrições pelo telefone (21) 3369-8600.
Cartilhas
Cartilhas sobre varizes serão distribuídas amanhã nas estações de trem Central do Brasil e Engenho de Dentro.


Fonte : Extra online / Camilla Muniz

CAI O JUGO IMPOSTO PELAS OPERADORAS

Anatel: Cancelamento de serviços de telefonia fixa e móvel, internet e tv por assinatura será automático a partir de 2014

Segundo o presidente da Anatel João Rezende, mudança deve ser aprovada até 15 de novembro
Segundo o presidente da Anatel João Rezende, mudança deve ser aprovada até 15 de novembro Foto: Eliaria Andrade / Agência O Globo

A partir de 2014, o cancelamento de serviços de telefonia fixa e móvel, internet ou TV por assinatura será imediato, quando for solicitado pelo consumidor, sem a necessidade do intermédio de um atendente da operadora.
Segundo o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, a aprovação da regulamentação das mudanças de atendimento, cobrança e oferta a consumidores de serviços de telecomunicações — que constam da Consulta Pública 14/2013 — deve acontecer até o dia 15 de novembro. Como as empresas terão prazo entre 90 e 120 dias para se adequar à nova regra, a previsão é que ela entre em vigor entre fevereiro e março do próximo ano. Além do atendimento imediato, a determinação prevê que a opção de cancelamento fique disponível no site da prestadora do serviço.
Atualmente, as regras de cancelamento variam de acordo com a regulamentação vigente em cada setor:
Telefone fixo
O cancelamento deve ser feito em até 24 horas, a partir da solicitação.
Telefonia Móvel
O cancelamento também deve ocorrer em até 24 horas.
TV por assinatura
A Resolução 488/2007 determina que a cobrança deve ser encerrada em até 24 horas, e os equipamentos retirados em até 30 dias da casa do consumidor.
Internet
O prazo de cancelamento também é de 24 horas.
Oi: MULTA POR DEMORA
Enquanto a regulamentação não entra em vigor, a Justiça Federal no Pará determinou que a Oi/Telemar agilize o cancelamento de linhas fixas, quando o consumidor solicitar. A partir de agora, a empresa deverá entregar imediatamente o termo de interesse de cancelamento ao cliente. Se descumprir a determinação — que vale para todo o país —, a Oi pagará multa diária de R$ 10 mil. Antes da decisão, o usuário precisava aguardar até cinco dias para o cancelamento ser feito. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal em junho.

Fonte: Extra online

Seguro Desemprego

SEGURO-DESEMPREGO - CONSIDERAÇÕES

A Constituição Federal de 1988 em seu art. 7º inciso II, assegura proteção ao trabalhador urbano e rural em situação de desemprego involuntário, através do Programa de Seguro-Desemprego.
O programa do Seguro-Desemprego está regulado pela Lei 7.998/90 que trata também do Abono Salarial, institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e dá outras providências.
O programa é financiado pela arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP).
A Constituição Federal estabelece ainda em seu art. 239 § 4º que o financiamento do Seguro-Desemprego receberá uma contribuição adicional da empresa cujo índice de rotatividade da força de trabalho superar o índice médio da rotatividade do setor, na forma estabelecida por lei.
Portanto, trata-se de um direito pessoal e intransferível do trabalhador, o qual será concedido por um período mínimo de 3 (três) meses e máximo de 5 (cinco) meses, dependendo do tempo de serviço do trabalhador nos 36 (trinta e seis) meses que antecederam a data de dispensa que deu origem ao requerimento do seguro-desemprego.
O programa tem por finalidade prover assistência financeira temporária ao trabalhador desempregado em virtude de dispensa sem justa causa, inclusive a indireta e ao trabalhador comprovadamente resgatado de regime de trabalho forçado ou da condição análoga à de escravo.
O benefício visa também auxiliar os trabalhadores na busca de novo emprego, podendo, para tanto, promover ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional.

HABILITAÇÃO E RENDIMENTOS A SEREM INFORMADOS
Está habilitado ao recebimento do Seguro-Desemprego o empregado urbano ou rural que houver sido dispensado sem justa causa ou despedida indireta e que comprovar as seguintes condições: 
  • Ter recebido salários consecutivos nos últimos 06 (seis) meses imediatos à data de demissão, podendo ser de um ou mais empregadores;
  • Ter sido empregado de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, durante, pelo menos 06 (seis) meses nos últimos 36 (trinta e seis) meses que antecedem a data de demissão que deu origem ao requerimento do Seguro-Desemprego;
  • Não estar recebendo nenhum benefício da Previdência Social de prestação continuada previsto na legislação previdenciária, exceto auxílio acidente ou pensão por morte; e
  • Não possuir renda própria para o seu sustento e de seus familiares.
A apuração do valor do benefício tem como base o salário mensal do último vínculo empregatício, na seguinte ordem: 
  • Tendo o trabalhador recebido três ou mais salários mensais a contar desse último vínculo empregatício, a apuração considerará a média dos salários dos últimos três meses;
  • Caso o trabalhador, em vez dos três últimos salários daquele vínculo empregatício, tenha recebido apenas dois salários mensais, a apuração considerará a média dos salários dos dois últimos meses;
  • Caso o trabalhador, em vez dos três ou dois últimos salários daquele mesmo vínculo empregatício, tenha recebido apenas o último salário mensal, este será considerado, para fins de apuração.
 Nota: Caso o trabalhador não tenha trabalhado integralmente em qualquer um dos últimos três meses, o salário será calculado com base no mês de trabalho completo.
NÚMERO DE PARCELAS E VALOR
A partir de 01.07.1994, entrou em vigor a Lei 8.900/94 que estabeleceu critérios diferenciados para a concessão de parcelas do benefício, assim definidas:
  • 3 (três) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo 6 (seis) meses e no máximo 11 (onze) meses no período aquisitivo
  • 4 (quatro) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo 12 (doze) meses e no máximo 23 (vinte e três meses), no período de referência;
  • 5 (cinco) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, de no mínimo 24 (vinte e quatro) meses, no período de referência.
O cálculo do benefício é obtido com base na média salarial dos últimos 3 meses, enquadrada na respectiva faixa do limite de salário médio da tabela do cálculo do Seguro-Desemprego, conforme estabelece a Resolução CODEFAT 707/2013
Fonte: Guia trabalhista.com.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

DEMONIO DISFARÇADO II

Segue Abaixo mais uma publicação feita por uma mãe, no facebook, que impressiona, e com certeza irá acirrar o debate aqui no Blog, entre os que creem e os que não.
Tenho recebido muitos comentários em uma de minhas postagens anteriores chamada DEMÔNIO DISFARÇADO, e esta com certeza também vai causar um grande impacto, nos leitores e seguidores do Blog.
Leiam, comentem, relatem suas experiências, pois sua opinião é muito importante para nós.
Somente gostaria de pedir um favor, não assinem seu comentário como anônimo, pois este é aquele que não tem nome, sem personalidade, e justamente por isto seus comentários não podem receber credibilidade.
Pode assinar sem medo, não estamos aqui para desmerecer ninguém, apenas debatendo sobre assuntos relevantes.

Boa leitura.
P. Paulo Júnior.
GALINHA PINTADINHA, NÃO DEIXEM DE LER !!!

 GOSTARIA DA ATENÇÃO DA MOCIDADE E DA IRMANDADE PARA LEREM ESSE POST SOBRE A GALINHA PINTADINHA

Meu filho tem 7 meses e meio e meu sobrinho vai fazer 10 meses . Como toda boa mãe e tia sempre procuro agrada-los em tudo e um dia ao perceber o quanto gostavam de assistir no Youtube a Galinha Pintadinha passamos a deixa-los ver todos os dias, pois era um alívio quando ouvíamos o (pó pó pó). Crianças hipnotizadas sem dar um pingo de trabalho . Meu filho a tinha em pelúcia e só de ver já começa a rir . 
Com gripe, bronquite, laringite, faringite, suspeita de pneumonia e asma precisávamos fazer inalação nos dois bebês e só aquietavam ao som da Galinha Pintadinha.
Um dia porém meu irmão chegou em minha casa dizendo que um dos personagens da turma (mestre André) é o Zé Pelintra (pesquisem e verão que se trata da mesma 'pessoa'). Comecei a procurar tradução pra uma musica que sempre me deixou desconfiada 'FLI FLAI FLU' foi então o espanto, em quase todos os idiomas FLU significa gripe e em vários idiomas as palavras tem traduções que se referem como quem diz '' Voa mosca da gripe pelo ar e entre pelas narinas o tumulo esta a vista''
em algumas traduções tbm fala sobre uma desestabilização e administração e ainda traduzido do latim tem uma ordem de que seja NO PRAZO DE 11 VEZES .
Ainda tenho pesquisado, mas aqui em casa não entra mais Galinha Pintadinha .
Parem pra pensar no que mudou na vida de vocês desde a chegada dessa turma, as musicas que descobri até agora são: Mestre André, Pai Francisco, FLI FLAI FLU e a dos elefantes (reparem que depois de cantar dos 10 elefantes uma voz diz: ai que inferno)
Depois de orar e repreender a paz voltou a minha casa .
Não precisam acreditar basta pesquisar como eu fiz, o que seus filhos tem visto e ouvido ! Vale a pena e não custa .
Fica a minha dica . 
Que Deus possa ser a calma e a paz das nossas casas e que todo mal lançado sobre nossas crianças seja repreendido em nome do Senhor Jesus !

A Bíblia tem historias lindas, reais e abençoadoras :
Provérbios 22:6 "Ensina a criança o caminho que deve andar e ainda quando for velho, não se desviará dele.”

Deus Abençoe a Todos. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

BRINQUEDOS SÃO INOFENSIVOS ?

Brinquedos – Será que temos razões para suspeitar de algo tão inofensivo?

Talvez nunca tenhamos parado para considerar esta questão. Mas, como constataremos, a nossa resposta será importantíssima para a promoção de uma educação equilibrada aos nossos filhos, especialmente nos dias de hoje. É fato que os brinquedos (pelo menos a maioria deles) que fizeram parte da infância dos pais atuais foram substituídos por outros tão diferentes e avançados que nem mesmo os pais conseguem entendê-los. Hoje, os brinquedos antigos são considerados ultrapassados e isso tem-se tornado um obstáculo para que alguns pais consigam obter certos parâmetros e, dessa forma, possam julgar a questão que levantamos. Por isso sugerimos uma reflexão mais atenta sobre o assunto, ou seja, o “mundo dos brinquedos infantis”.

Traremos à tona ponderações sobre os interesses capitalistas que sustentam este mercado, as ideologias que sorrateiramente podem ser veiculadas por meio dos brinquedos, seus aspectos pedagógico, lúdico e cultural. Esperamos, com isso, poder, pelo menos, propiciar fundamentos para que possamos argumentar se temos ou não razões para suspeitar de algo tão inofensivo.

O brinquedo como promotor de lucro e ideologia

Surpreendentemente, segundo divulgou a revista Veja1, a indústria do entretenimento está crescendo mais do que a economia global. A consultoria internacional PricewaterhouseCoopers (PwC) indica que, de 2004 a 2008, essa indústria deverá crescer, ao redor do mundo, a uma taxa média de 6,3% ao ano — mais do que a economia global como um todo, cuja expansão será de 5,7% ao ano. Estima-se que a cultura movimente cerca de 1,3 trilhão de dólares em 2004 e 1,6 trilhão em 2008. O segmento que mais deve aumentar no mundo está ligado aos brinquedos. A taxa de expansão dos videogames tem tudo para ser impressionante: 20% ao ano. Só os Estados Unidos deverão movimentar, este ano, cerca de 550 bilhões de dólares em mídia e entretenimento, representando, sozinhos, 42% da economia cultural do mundo.

Contudo, uma coisa preocupa. Há certos brinquedos que podem estar sendo usados para recrutamento no terrorismo internacional. Na verdade, organizações do Oriente Médio e alguns grupos da Europa, da América Latina e da Ásia transformaram a rede mundial num dos mecanismos mais eficientes para disseminar suas ideologias, recrutar e treinar militantes. O videogame Special Force é um exemplo. Trata-se da simulação de um ataque às forças israelenses. “É um jogo muito rastreado, pois incita o ódio aos judeus e foi criado especialmente para seduzir crianças e jovens”, disse Brian Jenkins, especialista em terror do centro de estudos Rand Corporation, sediado em Washington. O objetivo do jogo, com a explosão de um ataque em Israel seguido de imagens de bandeiras daquele país em chamas, é liquidar o maior número de israelenses possível e matar o primeiro-ministro Ariel Sharon. Quem atinge a testa de Sharon com um tiro obtém a pontuação máxima. A recompensa é a frase: “A vitória vem por meio de Alá, de mais ninguém”. O
Special Force pode ser jogado em rede, com a participação simultânea de pessoas de diversos países. O professor e pesquisador russo Lev S. Vygotsky (1968–1934) confirma que “a criança captura os conceitos transmitidos pelo brinquedo e os internaliza para, em seguida, personalizá-los. O seu imaginário realmente funciona como uma incubadora de idéias [...] Uma operação que representa atividade externa é reconstruída e começa a ocorrer internamente e um processo interpessoal é transformado num processo intrapessoal”.2 Conclusão: o brinquedo pode ser usado numa espécie de operação “Cavalo de Tróia”, uma forma sutil de sabotagem ideológica. Vejamos um pouco mais sobre esta questão.

O que os brinquedos contemporâneos podem incutir na mente das crianças?

Como o brinquedo é uma representação que a sociedade tem da criança, documentos da Unesco e do Unicef advertem que conteúdos nocivos ao desenvolvimento da personalidade infantil, reproduzidos em certos brinquedos, podem colocar em risco sua característica inocência. Assim, a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, adotada em 1989, no artigo 17, “encoraja o desenvolvimento de orientações apropriadas para proteger a criança de informações e materiais prejudiciais ao seu bem-estar”.3

Philippe Ariès, em sua obra A história social da criança e da família, publicada em 1981, cita que “em torno dos divertimentos mais naturais, com significado projetivo, como utilização de brinquedos, bonecas, soldadinhos, armas, rodas, que apareciam e desapareciam no decorrer das épocas, estavam representados os valores e concepções que desejavam passar e incutir nas crianças e adolescentes. Se por um lado as nações mais célebres, por seus artistas, artesãos, idealistas, propiciavam às crianças muitos brinquedos e divertimentos sadios, educativos, formadores; por outro, havia, porém, os brinquedos que não deixavam de ser os piores ‘lixos’ que poderiam ser oferecidos. Esta constatação também é feita por Cristina Von e pelo historiador Henri d’Allemagne. Concordam que os brinquedos aparecem como testemunhos modestos dos gostos, das realizações e das guerras de cada época.4 Infelizmente, os brinquedos atuais variam entre brados de guerra, morte, combate, prazer, consumo utilizado pelas crianças, passando pelos
jogos eletrônicos utilizados pelos adolescentes e atingindo brinquedos eróticos e jogos nas estrelas utilizados pelos adultos. Em todos eles, está imbuído o desejo de destruir, alienar e consumir”.

A valorização do brinquedo, como fenômeno significativo e de amplo alcance na formação das mentes infantis e juvenis, bem como dentro da vida cultural das sociedades, é conquista recente. Assim como o livro infantil, diz a Dra. Nelly N. Coelho, da USP, o brinquedo é entendido como uma mensagem (comunicação) entre o autor/adulto (o que possui a experiência do real) e o leitor/criança (o que deve adquirir tal experiência). O que preocupa é qual tem sido o conteúdo dessa mensagem e como ele afeta a formação da criança, sua visão das coisas e sua relação com Deus (1Ts 5.21).5

A seguir, consideraremos alguns aspectos que envolvem os brinquedos e que poderão nos auxiliar a entender melhor a questão:

O aspecto pedagógico do brinquedo

Nascido na Alemanha, em 21 de abril de 1782, e filho de família evangélica, Frederico A. G. Fröbel foi o primeiro a colocar o brinquedo no centro do processo pedagógico ao elevar a criança à imagem de Deus. Para ele, a relação da criança com o brinquedo é que antecipa o que ela será mais tarde.6 Paulo S. Oliveira reafirma este aspecto dizendo que o brinquedo possui uma mensagem fechada, preparada pelo adulto para que a criança reitere e reproduza funções, gestos e modos de ser socialmente predominante. Afirma que “cada brinquedo esconde uma relação educativa”.7 Gerard Jones defende como muitos que o brinquedo não afeta a criança.8 Segundo ele, é a criança que atribui valor ao objeto. Contudo, a respeitada pesquisa feita por S. Lebovici e R. Diatkine, sobre o significado e a função do brinquedo na vida da criança, prova o contrário. Constata que “o brinquedo é uma parte contributiva importante no fenômeno de transmissão cultural,”9 por ser um tipo de relação que a criança tem com o mundo do adulto e por ajudá-la em sua organização psíquica.

O aspecto lúdico do brinquedo

Devido ao seu aspecto lúdico, o interesse pelo brinquedo aparece nos escritos de Horácio e Quintiliano, Erasmo, Rabelais, Tomás de Aquino, Montaigne, Vygostsky e Piaget, entre outros. O lúdico é a qualidade estética que dá sentido ao brinquedo. Por isso, por exemplo, é que os bonecos ganham vida e afetividade. A ludicidade, tida como ciência, “é um instrumento poderoso de apropriação da cultura”, e pode ser usada com fins positivos ou negativos. Para Vygotsky, o lúdico possui “enorme influência no desenvolvimento da criança”. E é abordado por Johan Huizinga como algo vital para a sociedade, devido ao sentido que encerra, sua significação, seu valor expressivo, suas associações, espirituais e sociais, em resumo, como função cultural. É preciso ficar alerta: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8). S. Marli Pires dos Santos e Tzuko Morchida Kishimoto, com amplo material sobre o brinquedo e o lúdico, concluem que o brinquedo contém, em forma condensada, todas as dimensões do desenvolvimento socioafetivo, cognitivo e psicomotor da criança.10

O aspecto cultural do brinquedo

Gilles Brougère afirma que o brinquedo merece ser estudado por si mesmo, por ser o suporte de uma representação que age como espelho cultural da sociedade. Trata-se de um pedaço de cultura colocado ao alcance da criança. Ele declara: “O brinquedo é um elemento de profunda riqueza. À sua sombra, a sociedade se mostra duplamente: naquilo que é, mas, sobretudo naquilo que se dá a conhecer às crianças. Assim sendo, mostra as suas imagens que faz da infância. É um dos reveladores de nossa cultura. O brinquedo incorpora nossos conhecimentos sobre a criança, ou ao menos, as representações largamente difundidas, que circulam, as imagens que nossa sociedade é capaz de segregar” (1992).11

Roland Barthes diz que o brinquedo atual é a reprodução em miniatura de objetos para a criança como se ela fosse apenas um homem pequeno. Diz que o brinquedo industrializado é inteiramente socializado, constituído pelas coisas da vida adulta. Ele fornece um catálogo velhaco do que é parte do adulto, incluindo o “lixo tóxico” de valores antibíblicos. A criança é vista só como um consumidor. Pense: a mente de uma criança conceberia seres monstruosos, cruéis e assustadores com caricaturas “demonizadas”, sádicas, cheias de pavor e vingança? De onde ela tiraria a idéia de equipá-los com machados, punhais e porretes? Os bonecos, tazos, cards, eletrônicos e os games foram subvertidos. Quem faria um monstro mitológico de brinquedo? Aquela coisinha com chifres, garras afiadas, dentes vampirescos, olhos famintos e sinistros com aquela expressão diabólica, sendo levado de um lado para o outro pela criança! Esses brinquedos, vulgares, usando a expressão de Roland Barthes, são essencialmente um microcosmo adulto.12 Se fossem feitos pela criança, seriam a expressão do imaginário infantil e não um atentado a ele. E aqui está o problema. O brinquedo não é neutro. Ele carrega traços da imaginação de um projetista, que, mesmo sendo brilhante, corre o risco de ser diabólica. A Bíblia alerta que “este tipo de sabedoria não vem dos céus, mas é terrena; não é espiritual, mas é demoníaca” (Tg 3.15 – NVI).

Conclusão: se a violência, o erotismo, o ocultismo, a feitiçaria ou o anarquismo e o grotesco são parte de uma cultura reproduzida de forma inadequada em brinquedos, podem constituir-se, de fato, num risco real à formação da criança (Dt 18.9-11).

A emancipação e a contaminação do brinquedo

Walter Benjamin coloca que, no início, o brinquedo era uma peça do processo de produção que ligava pais e filhos. Mas com a industrialização, o brinquedo emancipou-se e foi tirado do controle da família. Tornou-se cada vez mais estranho não só às crianças, mas também aos pais. Transformou-se num negócio, nada mais.13 O brinquedo deixou de ser feito artesanalmente para ser parte de um grupo que constitui a indústria cultural. Este grupo utiliza o brinquedo para traduzir idéias e conhecimentos. Assim, a criança pode ser influenciada por ensinos (códigos culturais) originados num sistema contrário a Deus, ser manipulada pela imaginação dos projetistas e criar vínculos espirituais com os poderes malignos deste mundo tenebroso (Jo 12.31; Ef 2.1,2; 6.10,11; 1Jo 5.19).

C. S. Lewis observa que “o prazer e a matéria são campos exclusivos de Deus, tudo o que está ao alcance do mal é a distorção dos canais naturais previstos por Deus para a realização do prazer”.14 O que é bom, como o brinquedo, é subvertido e pode, inclusive, ser usado como uma camuflagem maligna.

O perigo do paganismo e do ocultismo

O que você acha de uma criança brincar com um boneco que caricatura um “demônio”, beijá-lo ou dormir com ele? Não é este o caso do estranho super-herói Hellboy, personagem lançado recentemente no cinema. Segundo as histórias em quadrinhos, ele veio direto das profundezas do “inferno”? Por que alguns bonecos estão sendo usados para retratar o ocultismo, a feitiçaria, a violência e o grotesco de forma tão banal? (1Tm 4.1). Não seria um jeito camuflado e sorrateiro de interiorizar na criança conceitos e valores antibíblicos, já que o brinquedo é um veículo de identidade cultural? Qual seria a melhor forma de o inimigo driblar nossas defesas? Você suspeitaria de algo tão inofensivo? (2Co 11.3,14). Os brinquedos podem incorporar, conforme Tzuko M. Kishimoto, “um imaginário preexistente criado pelos desenhos animados, seriados televisivos, mundo da ficção científica com motores e robôs, mundo encantado dos contos de fadas, histórias de piratas, índios e bandidos. Ao representar realidades imaginárias, os brinquedos expressam, preferencialmente, personagens sob formas de bonecos, como manequins articulados ou super-heróis, misto de homens, animais, máquinas, monstros”,15 e acrescentamos, até entidades religiosas.

O boneco é a materialização do personagem originado na imaginação ou na vida real. Por meio dele, este personagem, bom ou ruim, passa a existir num plano, elevação e perfil. O boneco traz o imaginário à existência, com peso, volume, medida e cheiro, com forma no tempo e no espaço. Assim, personagens como o Superman, o Batman, o Homem-aranha, Hellboy, Hulk e outros super-heróis clássicos podem ser encontrados nas mãos das crianças em todo o lugar. Naturalmente, nem todos os bonecos possuem uma conotação negativa. Contudo, o tipo de valores que ele comunicar, conclusivamente, influenciará a formação da criança. Para Umberto Eco, as imagens míticas (super-heróis), reproduzidas em brinquedos, são criadas e difundidas pelos chamados persuasores ocultos com o objetivo de enraizá-las na sensibilidade da pessoa. Há “uma persuasão oculta motivada por fins econômicos determinados”.16 O boneco é um cristalizador dessa cultura.

Larry McClain afirma que certas criaturas, retratadas em alguns bonecos, que aparecem na arqueologia e na mitologia, não são apenas fruto da imaginação carnal (Sl 38.12, 64.6; Pv 16.30, 23.7; Mq 2.1; At 17.29). Ao contrário, eram, literalmente, entidades demoníacas que surgiram nas civilizações do passado. Esses tipos obscuros, ou esses seres demoníacos, eram representados como parte homem e parte animal em suas características, como o pássaro-homem dos assírios, por exemplo. Os seres retratados são sinistros, com faces contorcidas e caretas demoníacas.17

Se você encontrar garras ou chifres, cauda flechada ou tridente em algum dos seus bonecos, sem dúvida o fogo lhes faria muito bem, já que o inferno é o lugar de origem deles, apesar de ponderarmos que estes traços estéticos sejam frutos do imaginário popular ao longo dos séculos, nas diversas culturas, pois não temos base bíblica para detalharmos a exata forma e peculiaridades dos anjos caídos.

• Bonecos pagãos

Se uma criança brincar com a réplica da imagem de uma entidade religiosa, o objeto deixará de ser condenado por Deus? A simples existência da imagem em forma de figuras foi rejeitada por Deus (Dt 7.26). Além disso, houve casos em que figuras e pinturas foram rejeitadas pelo fato de suas representações serem uma afronta a Deus (Ez 8.9,10). Se a Bíblia condena a mera existência da imagem, o que fazer quando um boneco é a representação de um deus pagão? Larry McClain comenta que muitos bonecos vistos nas prateleiras das lojas são réplicas de deuses antigos: “Eles podem ser criaturas parte cavalo e parte homem, peixe e homem, como o deus Dagom, dos filisteus, parte jaguar e parte homem, com a língua pendente sobre o queixo, que é o símbolo universal da possessão demoníaca. Uma das combinações é a do homem-serpente”. Como podemos ver, não é difícil concluir quem é o mentor de tudo isso!

• Cards pagãos

Não há nenhum problema nos bonecos como forma de arte. É bom lembrar, apenas, como defende Francis Schaeffer, que mesmo a arte foi profundamente afetada pelo pecado na queda.18 Portanto, encontra-se deformada. No caso dos cards, jogos de interpretação, há portas para personagens e enredos claramente danosos à infância e à juventude. Diversos personagens são transmissores de conteúdos heréticos. Alguns, aliados aos bonecos, comunicam ensinos do odinismo (divindades bárbaras como Odin e Thor), helenismo (Zeus e Hércules), deuses egípcios (Yu-Gi-Oh!), religiões cananéias (Astaroth) e demonismo.

Pense. Por que diversos brinquedos estão estranhamente impregnados desses conceitos religiosos se o seu propósito deveria ser apenas divertir a criança? Se os brinquedos, segundo Guilles Brougère, são suportes de representações, por que idéias sutis do xintoísmo (mangás), do zen-budismo (Matrix) e da Nova Era (Star Wars) são usadas para inspirar heróis e confeccioná-los? Não seria uma estratégia de incutir estas crenças na mente das crianças (2Co 11.14)? Nicolas Montigneaux defende que o personagem funciona como um espelho que envia à criança uma imagem dupla: a da própria criança e a desejável, com a qual a criança quererá se parecer ou da qual sonhará em se aproximar. O personagem assume, portanto, o lugar de modelo de aspiração porque constitui uma ponte entre o presente da criança e o seu futuro adulto.19

• Super-heróis suspeitos

Bruno Bettelhein diz que o herói corresponde ao questionamento profundo da criança, que procura encontrar no herói sua identidade. Já o imaginário representa um campo de jogo onde o personagem conduzirá a criança e servirá de pretexto à encenação dos valores.20 Gabriele Greggersen constata que “em muitos livros de ficção infantis e desenhos animados de hoje (Pokémon, Transformers, Cavaleiros do Zodíaco, etc.), super-heróis que inspiram brinquedos, sem falar nos jogos eletrônicos, ou em Magic, o bem e o mal se opõem diametralmente ou, então, se misturam, chegando quase a ponto de inverter sua polaridade”.21 Isso pode abrir a porta para uma visão ingênua das forças malignas e, assim, criar uma precedência sutil para uma amizade perigosa com o mal. Veja o que diz a Dra. Nelly N. Coelho, especialista em literatura infantil (USP): “As personagens podem ser reais (humanas) ou simbólicas (bichos, plantas), mas sempre com traços de caráter ou comportamento bem nítidos. Isto é, com limites precisos entre bons e maus, fortes e fracos, belos e feios, etc. Mais tarde, a ambigüidade das realidades será descoberta [...] Mas nesse momento, já terão assimilado parâmetros para julgamento”.22

Gabriele Greggersen afirma que “o bem é muitas vezes visto como algo ingênuo, inofensivo e afeminado. Eis por que o mal, o bruxo e o feiticeiro acabam sendo mais atraentes”. “O sobrenaturalismo típico dos programas infantis promove o relativismo, uma força ou poder neutro que pode ser usado para o bem ou para o mal”. Essa indefinição pode abrir uma porta para o lado escuro do sobrenatural. Bob G. Passantino afirma que “eles diferem do sobrenatural dos contos de fada clássicos, nos quais o bem e o mal podem ser distinguidos, a integridade é recompensada e o mal finalmente é vencido pelo bem” (Rm 12.17,21). Segundo C. S. Lewis, “a teoria íntegra do valor [...] exige que o bem seja original e o mal, mera perversão; que o bem seja a árvore, e o mal seja a hera; que o bem seja capaz de perceber o mal (como quando homens sãos percebem a loucura), enquanto o mal não pode fazer o mesmo...”. Ele acrescenta, por meio do personagem Screwtape, em sua obra Cartas do diabo ao seu aprendiz, que “um santo estragado [...] propicia mais diversão ao inferno do que um simples tirano ou um libertino”. Se ele não consegue destruir, argumenta, então é melhor tentar corrompê-lo (2Co 2.11; 11.3).23

Os games e as imagens grotescas

Não é novidade que diversos jogos estão coalhados de satanismo, barbarismo, ocultismo e violência extrema. Conforme estudos promovidos pela Universidade de Missouri, Columbia, EUA, um universo de imagens com grande carga emocional, como o encontrado nesses games, pode levar a um comportamento anti-social, à agressividade e a um mau desempenho escolar (Ef 5.11; Fp 4.8). A ONU revela que tais imagens causam fortes impressões. Umberto Eco confirma que “a imagem está revestida de uma função demasiado importante para o equilíbrio psíquico do indivíduo”. Isso complica quando a criança, acrescenta N. Montigneaux, “raciocina espontaneamente de maneira analógica. As imagens integram a estruturação não só do pensamento como também da sua vida emocional”. Por isso a ONU encoraja a proteção da criança contra tais conteúdos (Sl 119.37; Mt 6.22,23).

Crianças em perigo

O que acontecerá, então, com a criança que está em contato permanente com essas mensagens enganosas? Que risco ela corre se absorver, de forma acrítica, essas idéias alienígenas à infância? Elas podem afetar a visão que a criança terá das coisas? Lev .S. Vygotsky declara que “como o foco de uma lente de aumento, o brinquedo contém todas as tendências do desenvolvimento sob forma condensada, sendo ele mesmo uma grande fonte de desenvolvimento”. Se a criança internaliza valores e crenças por meio do brinquedo, certamente o conteúdo que ele abriga tomará parte na formação da sua lente cultural, tornando-se híbrida com ela. Isso se dará porque o seu conhecimento ainda está em construção. A criança poderá, deste modo, ser presa fácil das trevas, já que ela terá dificuldade de ver o que é maligno. É preciso livrar a criança da aparência do mal: “Examinai tudo. Retende o bem. Abstende-vos de toda a aparência do mal. E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo”. (1Ts 5.21-23).

É preciso proteger a criança de conteúdos danosos à sua infância: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Pv 4.23. V. tb. Sl 119.37). É preciso discipular a criança com valores centrados nos ensinos de Jesus (Mt 28.18-20), e ensiná-la no caminho que deve seguir: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te (Dt 6.6,7. V. tb. Pv 29.15; 22.6; Sl 127.3).

Dicas para escolher brinquedos e proteger nossas crianças

Passo 1: Leia as instruções que acompanham o brinquedo. Você ficará surpreso com o que vai encontrar! Procure identificar associações com conteúdos que podem ser prejudiciais à criança.

Passo 2: Tente conhecer o personagem representado no brinquedo. O brinquedo é apenas o seu suporte físico. Que tipo de acessórios possui? São heróis, vilões, deuses? O que podem transmitir à criança?

Passo 3: Não veja demônios em tudo, use a Bíblia e o bom senso. A Bíblia é a bússola para auxiliá-lo na avaliação do conteúdo cultural nocivo:

Para C. S. Lewis, há dois erros acerca do inimigo: o primeiro é não acreditar em sua existência. O segundo é acreditar e nutrir um interesse excessivo e doentio nele (1Pe 5.8). Não devemos descartar a ação dos espíritos malignos, mas também não devemos ver demônios em tudo.

Este estudo apenas alerta sobre os conteúdos inadequados, sem excluir o brinquedo, que pode ser santificado como fonte de lazer (1Ts 5.21-22). O pacto de Lausane defende que o evangelho nunca é hóspede de qualquer cultura; sempre é seu juiz e redentor. O evangelho avalia o conteúdo cultural, inclusive o que está embutido no brinquedo, de acordo com seus próprios critérios de verdade e justiça, e insiste nos absolutos morais em cada cultura.

A confissão de Westminster orienta que “todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela”.

Textos bíblicos que podem ajudar na avaliação de conteúdos ocultos em alguns brinquedos

Bruxaria – Lv 19.31; Is 8.19-22; Ez 13.18-21; 21.21-24; Ap 18.23.
Demônios – Mc 1.34; 5.5; Lc 10.17; At 16.16-18; 2Co 11.13,14; Ef 6.12.
Deuses ou seres mitológicos – Êx 10.2-6; 32.4-10; Dt 4.23,24; 5.6,7; Is 42.8.
Imagens grotescas – Sl 101.2-7; Ez 8.9-10; Mt 6.22,23; Fp 4.8.
O mal – Jó 4.8; Sl 19.13; 26.5; Rm 1.24-28; Gl 5.16,17; Ef 4.22; 6.12.
Objetos ligados ao ocultismo – Ez 13.18-23; At 19.19; Dt 7.26,27.
Ocultismo – Dt 4.8; Ez 13.18-23; 21.21-24; Is 65.3,4; At 13.8-10; 19.19.
Poder – Ec 9.11; Pv 21.31; Zc 4.6; Mt 5.1-12; Rm 12.19; 1Jo 2.6.
Violência – Sl 37.17; 75.10; 140.11; Pv 3.31; 16.29; 21.7; Is 13.11.

Fonte : http://www.icp.com.br

SUCESSO DO GOVERNO MILITAR !!!

Forças Armadas do Brasil compartilhou a foto de Jucelino Luz.
"Na época do Regime Militar, a carga tributária e a estrutura administrativa eram bem menores, o Imposto de Renda era de 12,5% (atualmente, é de 27,5%), e existiam apenas 12 ministérios (atualmente, são 39). Para a ininterrupta implantação da Infraestrutura, o Brasil seguia os Planos Nacionais de Desenvolvimento (planos de longo prazo - não eram Planos de Obras decorrentes de emendas parlamentares). Pois bem, mesmo com poucos recursos, os "Ditadores-Militares" construíram a maior parte da infraestrutura que o Brasil dispõe atualmente - iniciavam e concluíam as obras planejadas conforme os cronogramas previstos: sistema de telecomunicações, aeroportos (a maioria, dentre eles o do Galeão e de Cumbica), portos e terminais de exportação, metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo, a maioria dos estádios de futebol, expansão gigantesca da malha rodoviária (estradas BR 116, Belém-Cuiabá, Belém-Brasília, Transamazônica, Perimetral Norte, Manaus-Porto Velho e outras), diversas usinas hidroelétricas (dentre elas Itaipu, Complexo Hidrelétrico de Urubupongá, Tucuruí, Balbina, Sobradinho - com suas respectivas linhas de transmissão), ampliação do Sistema São Francisco), Ponte Rio-Niterói, grandes siderúrgicas (CSN, Usiminas, Cosipa e outras), Usinas Nucleares - Angras 1 e 2, expansão da produção de petróleo, criação do Proalcool, abrangente Programa de Casas Populares - construção de 2,4 milhões de casas, implantação da maioria das Universidades hoje existentes, expansão da Indústria de Petróleo e do nosso mar territorial para 200 milhas, criação da EMBRAER (início de nossa Indústria Aeronáutica), criação da EMBRAPA etc. No entanto, ao referirem-se ao Regime Militar daquele período para o público desinformado, meios de comunicações manipulados só enxergam ditadura e ditadores, enquanto os agitadores daquela época são tratados como uns coitados, perseguidos políticos. Vejam que eles não buscavam democracia, como dizem atualmente, queriam, sim, implantar um Regime Comunista, nos moldes de Cuba, como afirmaram o Ex-deputado Fernando Gabeira e outros. Vejam, ainda: nenhum desses Ex-Presidentes enriqueceu no cargo de Presidente da Republica.
Outros dados para quem não viveu aquele período: a maioria dos países da América do Sul e importantes países da Europa, dentre eles a Espanha, Portugal, Franca, viviam sob regime dirigidos por Generais, que se contraponham a Regimes Comunistas em expansão. Além disso, o mundo vivia uma grave crise de petróleo, que afetava assustadoramente os países de economias emergente como o Brasil, que ainda não era autossuficiente em petróleo. Também era o período da Guerra Fria (EUA x União Soviética) e agitações politicas sem precedentes. Já eram notórias deficiências econômicas e de privação de liberdade dos Regimes Comunistas que haviam sido implantados na Alemanha Oriental, Vietnam do Norte, Coreia do Norte, Cuba, etc., quando comparadas com o desenvolvimento alcançado em países irmãos que permaneceram com Regimes Democráticos, tais como Alemanha Ocidental, Vietnam do Sul, Coreia do Sul. Da mesma forma, regimes anteriores como o de Getúlio Vargas deram sua contribuição decisiva para a industrialização do Brasil (ver a Implantação da Petrobrás, Industria Siderúrgica, politica sindicais, etc). Portanto, deve-se ter bastante ponderação ao analisar-se períodos históricos do passado à luz de fatores econômicos, religiosos, geopolíticos e de valores atuais. Esses Regimes ou Períodos Políticos, cada um em sua época, contribuíram para o desenvolvimento atual do nosso grande Brasil, salvo melhor juízo."
Por Martim Bezerra De Morais Morais - Facebook 
  "Na época do Regime Militar, a carga tributária e a estrutura administrativa eram bem menores, o Imposto de Renda era de 12,5% (atualmente, é de 27,5%), e existiam apenas 12 ministérios (atualmente, são 39). Para a ininterrupta implantação da Infraestrutura, o Brasil seguia os Planos Nacionais de Desenvolvimento (planos de longo prazo - não eram Planos de Obras decorrentes de emendas parlamentares). Pois bem, mesmo com poucos recursos, os "Ditadores-Militares" construíram a maior parte da infraestrutura que o Brasil dispõe atualmente - iniciavam e concluíam as obras planejadas conforme os cronogramas previstos: sistema de telecomunicações, aeroportos (a maioria, dentre eles o do Galeão e de Cumbica), portos e terminais de exportação, metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo, a maioria dos estádios de futebol, expansão gigantesca da malha rodoviária (estradas BR 116, Belém-Cuiabá, Belém-Brasília, Transamazônica, Perimetral Norte, Manaus-Porto Velho e outras), diversas usinas hidroelétricas (dentre elas Itaipu, Complexo Hidrelétrico de Urubupongá, Tucuruí, Balbina, Sobradinho - com suas respectivas linhas de transmissão), ampliação do Sistema São Francisco), Ponte Rio-Niterói, grandes siderúrgicas (CSN, Usiminas, Cosipa e outras), Usinas Nucleares - Angras 1 e 2, expansão da produção de petróleo, criação do Proalcool, abrangente Programa de Casas Populares - construção de 2,4 milhões de casas, implantação da maioria das Universidades hoje existentes, expansão da Indústria de Petróleo e do nosso mar territorial para 200 milhas, criação da EMBRAER (início de nossa Indústria Aeronáutica), criação da EMBRAPA etc. No entanto, ao referirem-se ao Regime Militar daquele período para o público desinformado, meios de comunicações manipulados só enxergam ditadura e ditadores, enquanto os agitadores daquela época são tratados como uns coitados, perseguidos políticos. Vejam que eles não buscavam democracia, como dizem atualmente, queriam, sim, implantar um Regime Comunista, nos moldes de Cuba, como afirmaram o Ex-deputado Fernando Gabeira e outros. Vejam, ainda: nenhum desses Ex-Presidentes enriqueceu no cargo de Presidente da Republica. Outros dados para quem não viveu aquele período: a maioria dos países da América do Sul e importantes países da Europa, dentre eles a Espanha, Portugal, Franca, viviam sob regime dirigidos por Generais, que se contraponham a Regimes Comunistas em expansão. Além disso, o mundo vivia uma grave crise de petróleo, que afetava assustadoramente os países de economias emergente como o Brasil, que ainda não era autossuficiente em petróleo. Também era o período da Guerra Fria (EUA x União Soviética) e agitações politicas sem precedentes. Já eram notórias deficiências econômicas e de privação de liberdade dos Regimes Comunistas que haviam sido implantados na Alemanha Oriental, Vietnam do Norte, Coreia do Norte, Cuba, etc., quando comparadas com o desenvolvimento alcançado em países irmãos que permaneceram com Regimes Democráticos, tais como Alemanha Ocidental, Vietnam do Sul, Coreia do Sul. Da mesma forma, regimes anteriores como o de Getúlio Vargas deram sua contribuição decisiva para a industrialização do Brasil (ver a Implantação da Petrobrás, Industria Siderúrgica, politica sindicais, etc). Portanto, deve-se ter bastante ponderação ao analisar-se períodos históricos do passado à luz de fatores econômicos, religiosos, geopolíticos e de valores atuais. Esses Regimes ou Períodos Políticos, cada um em sua época, contribuíram para o desenvolvimento atual do nosso grande Brasil, salvo melhor juízo." Por Martim Bezerra De Morais Morais - Facebook