A UniverCidade por intermédio da Coordenação de Projetos Especiais (COPE) da Escola de ciência Jurídicas vem desde 2004 prestando Orientação Jurídica às Comunidades Carentes nas áreas de Direito de Família, Direito Civil, Direito do Consumidor e Direito Previdenciário. Esse tipo de atividade inicialmente foi realizado em Convênio com a Secretaria de Estado e Ação Social e teve seu inicio no Complexo da Maré e posteriormente estendendo-se aos Complexos de Manguinhos, do Alemão e outros. Em 2007 a COPE, por falta de apoio do estado, resolveu juntamente com deputado federal Vinicius de Carvalho, ex-aluno da UniverCidade, orientador jurídico e membro do Conselho Consultivo da COPE criar as Jornadas de Cidadania (JORCID) e levar serviços gratuitos às comunidades menos favorecidas e esquecidas pelo poder público, procurando garantir a dignidade humana dos nossos irmãos excluídos. A COPE desde 2006 mantém convênio com Câmara Municipal do Rio de Janeiro (CMRJ) para treinar recursos humanos como Agentes Multiplicadores dos Direitos Humanos e do exercício da Cidadania Plena. A COPE alem de sua atividade fim desenvolve outras Atividades de Responsabilidade Social e Apoio a Escola de Direito (Inverno Quente, Natal Feliz, distribuição de roupas, calçados, alimentos para os carentes) curso e jornadas de Direitos. Atividades desenvolvidas em 2008: de Atendimentos aos Carentes: 12; Atividades de Orientação jurídica Comunitária: 2943 pessoas; Assistidos: 139.533 pessoas; Atividades de apoio e participação: 04; Alunos envolvidos: 1.236. Atividades desenvolvidas em 2009: de Atendimentos aos Carentes: 14; Atividades de Orientação jurídica: Ações Globais (Parque de Ramos. Duque de Caxias, Sambódromo, Cidade de Deus, Itaboraí e Batan) Jornadas de Cidadania - JORCIDS (Campo Grande, Jardim Bangu, Engenho da Rainha e Mont Serrat) Ações Sociais (Sapê, Madureira, São José da Pedra e Irajá) Assistidos: 626130 pessoas; Orientação jurídica: 919 pessoas; Atividades de apoio e participação: 03 ( VII Curso de Orientação jurídica Comunitária, Inverno Quente e Natal Feliz Juridicos; Alunos envolvidos: 184. |
quarta-feira, 16 de junho de 2010
COPE - COORDENAÇÁO DE PROJETOS ESPECIAIS
RETRATO DA ATUALIDADE
O BANQUEIRO
Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa em sua "limusine" quando viu dois homens à beira da estrada, comendo grama. Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:
- Porque vocês estão comendo grama?
- Não temos dinheiro para comida.. - disse o pobre homem - Por isso temos que comer grama.
- Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.
- Porque vocês estão comendo grama?
- Não temos dinheiro para comida.. - disse o pobre homem - Por isso temos que comer grama.
- Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.
E, voltando- se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom... Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 30 centímetros de altura!
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom... Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 30 centímetros de altura!
Quando você achar que um banqueiro (ou banco) está lhe ajudando, não se iluda, pense mais um pouco antes de aceitar qualquer acordo....
obs: Nada contra as Instituições bancárias, nem contra os banqueiros, apenas contra a busca desenfreada e cega de lucros sem respeitar a necessidade dos outros.
domingo, 13 de junho de 2010
A VERDADEIRA IDENTIDADE !
Caros irmãos, graça e paz da parte de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Quero hoje trazer-vos uma Palavra que certamente falará aos vossos corações, e ela nos fala sobre identidade.
Em I Pedro cap I versículo 15, a Palavra de Deus nos exorta a sermos santos como Ele é Santo.
Vemos, aí que Deus nos quer identificar como seus através da característica da santidade, pois ela nos assemelha a Ele. Falando em identificação, quero vos lembrar que em toda a vida do Homem ele é identificado de alguma forma , de alguma maneira.
Quando nasce , por exemplo, ele recebe uma certidão de nascimento, que o identifica:
-Fulano de tal, filho de bertrano e ciclana, nascido tal dia, em tal lugar de cor tal.
Vai crescendo, e quando se aproxima da maioridade, troca a sua certidão de nascimento, por uma carteira de identidade e um CPF, sendo agora também identificado por números. Assim acontece em toda a sua vida, ele vai recebendo identificações das mais variadas e até mesmo no fim de sua vida física, ele também é identificado através de uma certidão de óbito.
Mas até aqui estamos falando de identidades materiais, utilizadas e empregadas no mundo terreno e que embora diferentes, tem em si uma característica comum, todas elas tem prazo de validade.
Significa dizer, que elas só podem te identificar enquanto houver vida física. Quando esta vida física cessar, expirar, estas identidades perdem a sua validade.
Ainda a respeito destas identidades elas , as vezes são agregadas a ele, devido a sua situação, ou lugar ou meio em que está inserido.
Por Exemplo:
Se mora em uma favela é favelado; se está sem emprego é desempregado; se está sem sorte é azarado; se está doente é enfermo; se foi traído é dito que porta chifres; se não tarbalha é vagabundo; se não trabalha , não estuda e se acomoda é chamado de vadio ; se por acaso vive só, desprezado pela família, o chamam de abandonado.
Viram como o mundo sempre te rotula, sempre te identifica de alguma forma? e na maioria das vezes tem a finalidade de te jogar pra baixo, te ridicularizar, te menosprezar.
Não sei como você tem sido identificado até agora. Não sei como você tem sido chamado ou rotulado, mas quero te dizer uma coisa, nenhuma destas identificações, tem condições de serem comparadas com a identidade que Cristo tem reservado para você.
Ele, falando a Nicodemos, disse que seria necessário nascer de novo para poder ver a Deus e gozar da salvação eterna. neste caso se referia que o homem carnal, com suas identificações carnais e materiais não tinha condições de estar em sua presença, sendo necessário um novo nascimento, uma nova identificação.
Assim sendo, neste momento Ele também te diz, que não importa a identificaçõa material que você tenha recebido, ou esteja ostentando, ela não é suficiente, e vai chegar o momento em que ela perderá a validade, e aí, como será ?
Quando no mundo material, você precisa tirar a sua carteira de identidade, você procura o órgão estatal, necessário e requere a sua identificação civil, que o acompanhará por toda a sua vida física, mas ela só valerá até aí, quando você morrer, ela já não te servirá para nada e nem te acrescentará nada.
Mas hoje quero te falar de uma identidade que te acompanhará por toda eternidade, que tem validade para esta vida(física) e para a futura(espiritual e eterna). a identidade de crente , lavado e remido no Sangue do Cordeiro, de Santo, de Salvo, de Filho de Deus, de herdeiro da Graça, das misericórdias e das Bençãos de Deus.
Esta tem validade por toda a tua vida e no momento da tua morte física ela se transforma num passaporte celeste e te dá direito a Ingressar na Canaã Celeste e desfrutar da companhia eterna de Jesus !!!!
Como disse anteriormente, eu não sei como você está sendo identificado até aqui, mas quero te afirmar com toda convicção, que apartir deste momento se abrires veradeiramente o teu coração para Cristo, ele fará com que o teu passado caia por terra, e com ele tuas identificações mundanas e te dará hoje uma nova identificação, de VENCEDOR!!!!
Existem muitos crentes, que tem perdido a sua identidade, que tem trocado a identidade cristã por qualquer coisa. Uns por dinheiro, por sexo, por política, cobiça, ganância, de várias formas satanás tem influenciado-os e conseguido retirar deles a identidade eterna conseguida por Cristo na Cruz do calvário.
Mas graças a Deus por sua misericórdia. Exatamente neste momento, o cartório celeste abre expediente ! O tabelião de notas JesusCristo, está com o Livro de registro celeste aberto em suas mãos e quer registrar ali, o nome daqueles que hoje quiserem trocar de identidade e receber uam nova. E para aqueles que já tiveram esta identidade e a perderam, Ele hoje também está expedindo a 2ª via deste documento tão precioso.
Sendo 1ª ou 2ª via, o que importa que esta é a oportunidade. Todas as custas do cartório celeste foram pagas por Ele com seu sangue na Cruz, só restando a você o sacrifício de se voltar para Ele e aceitá-lo ou reconciliar-se com Ele.
Você vai deixar passar esta oprotunidade. Cuidado, pode naõ haver outra.
Que Deus os abençõe e possa falar melhor aos seus corações..
Quero hoje trazer-vos uma Palavra que certamente falará aos vossos corações, e ela nos fala sobre identidade.
Em I Pedro cap I versículo 15, a Palavra de Deus nos exorta a sermos santos como Ele é Santo.
Vemos, aí que Deus nos quer identificar como seus através da característica da santidade, pois ela nos assemelha a Ele. Falando em identificação, quero vos lembrar que em toda a vida do Homem ele é identificado de alguma forma , de alguma maneira.
Quando nasce , por exemplo, ele recebe uma certidão de nascimento, que o identifica:
-Fulano de tal, filho de bertrano e ciclana, nascido tal dia, em tal lugar de cor tal.
Vai crescendo, e quando se aproxima da maioridade, troca a sua certidão de nascimento, por uma carteira de identidade e um CPF, sendo agora também identificado por números. Assim acontece em toda a sua vida, ele vai recebendo identificações das mais variadas e até mesmo no fim de sua vida física, ele também é identificado através de uma certidão de óbito.
Mas até aqui estamos falando de identidades materiais, utilizadas e empregadas no mundo terreno e que embora diferentes, tem em si uma característica comum, todas elas tem prazo de validade.
Significa dizer, que elas só podem te identificar enquanto houver vida física. Quando esta vida física cessar, expirar, estas identidades perdem a sua validade.
Ainda a respeito destas identidades elas , as vezes são agregadas a ele, devido a sua situação, ou lugar ou meio em que está inserido.
Por Exemplo:
Se mora em uma favela é favelado; se está sem emprego é desempregado; se está sem sorte é azarado; se está doente é enfermo; se foi traído é dito que porta chifres; se não tarbalha é vagabundo; se não trabalha , não estuda e se acomoda é chamado de vadio ; se por acaso vive só, desprezado pela família, o chamam de abandonado.
Viram como o mundo sempre te rotula, sempre te identifica de alguma forma? e na maioria das vezes tem a finalidade de te jogar pra baixo, te ridicularizar, te menosprezar.
Não sei como você tem sido identificado até agora. Não sei como você tem sido chamado ou rotulado, mas quero te dizer uma coisa, nenhuma destas identificações, tem condições de serem comparadas com a identidade que Cristo tem reservado para você.
Ele, falando a Nicodemos, disse que seria necessário nascer de novo para poder ver a Deus e gozar da salvação eterna. neste caso se referia que o homem carnal, com suas identificações carnais e materiais não tinha condições de estar em sua presença, sendo necessário um novo nascimento, uma nova identificação.
Assim sendo, neste momento Ele também te diz, que não importa a identificaçõa material que você tenha recebido, ou esteja ostentando, ela não é suficiente, e vai chegar o momento em que ela perderá a validade, e aí, como será ?
Quando no mundo material, você precisa tirar a sua carteira de identidade, você procura o órgão estatal, necessário e requere a sua identificação civil, que o acompanhará por toda a sua vida física, mas ela só valerá até aí, quando você morrer, ela já não te servirá para nada e nem te acrescentará nada.
Mas hoje quero te falar de uma identidade que te acompanhará por toda eternidade, que tem validade para esta vida(física) e para a futura(espiritual e eterna). a identidade de crente , lavado e remido no Sangue do Cordeiro, de Santo, de Salvo, de Filho de Deus, de herdeiro da Graça, das misericórdias e das Bençãos de Deus.
Esta tem validade por toda a tua vida e no momento da tua morte física ela se transforma num passaporte celeste e te dá direito a Ingressar na Canaã Celeste e desfrutar da companhia eterna de Jesus !!!!
Como disse anteriormente, eu não sei como você está sendo identificado até aqui, mas quero te afirmar com toda convicção, que apartir deste momento se abrires veradeiramente o teu coração para Cristo, ele fará com que o teu passado caia por terra, e com ele tuas identificações mundanas e te dará hoje uma nova identificação, de VENCEDOR!!!!
Existem muitos crentes, que tem perdido a sua identidade, que tem trocado a identidade cristã por qualquer coisa. Uns por dinheiro, por sexo, por política, cobiça, ganância, de várias formas satanás tem influenciado-os e conseguido retirar deles a identidade eterna conseguida por Cristo na Cruz do calvário.
Mas graças a Deus por sua misericórdia. Exatamente neste momento, o cartório celeste abre expediente ! O tabelião de notas JesusCristo, está com o Livro de registro celeste aberto em suas mãos e quer registrar ali, o nome daqueles que hoje quiserem trocar de identidade e receber uam nova. E para aqueles que já tiveram esta identidade e a perderam, Ele hoje também está expedindo a 2ª via deste documento tão precioso.
Sendo 1ª ou 2ª via, o que importa que esta é a oportunidade. Todas as custas do cartório celeste foram pagas por Ele com seu sangue na Cruz, só restando a você o sacrifício de se voltar para Ele e aceitá-lo ou reconciliar-se com Ele.
Você vai deixar passar esta oprotunidade. Cuidado, pode naõ haver outra.
Que Deus os abençõe e possa falar melhor aos seus corações..
quarta-feira, 9 de junho de 2010
HOMENAGEM JUSTA A UM SERVO FIEL.
A Bíblia nos ensina a dar honra a quem tem honra, e justamente por isso quero neste momento, homenagear e rogar a Deus copiosas bençãos sobre este homem de Deus.
Que muito nos ensinou, e também nos deu exemplo de como estar na presença de Deus.
Pr. Geraldo Arsênio da Costa .
Presidente da Assembléia de Deus no Correia – Rio de Janeiro – RJ. Fervoroso servo do Senhor e apaixonado pelo Reino de Deus, é um dos pastores pioneiros do Ministério de Madureira no Rio de Janeiro, foi Vice-presidente do Saudoso Pr. Carlos Malafaia na Assembléia de Deus em Campo Grande/RJ, hoje presidida pelo Pr. Daniel Malafaia. Além do seu apoio como mantenedor, tem abençoado também a META apoiando o ministério de um casal de tempo integral trabalhando como voluntário desta Instituição. Faça uma visita: Rua Olavo Gama, 25 - Correia - Guaratiba
EMPRESA CONDENADA A PAGAR R$ 30.000,00 POR ASSÉDIO MORAL
Extraído de: Espaço Vital - 07 de Junho de 2010
Quando o empregador age de forma agressiva, desrespeitosa e discriminatória com o empregado, causando-lhe humilhação e constrangimento, dor íntima e baixa estima, ferindo a sua honra e dignidade, configura-se o assédio moral.
Foi esse o motivo que levou a Manoel Bernardes Indústria e Comércio Ltda., empresa mineira do setor de indústria e comércio a ser condenada ao pagamento de R$ 30 mil por dano moral por assédio moral a um empregado que se sentiu ofendido com as agressões sofridas no trabalho.
A empresa considerou excessivo o valor da condenação imposto pelo TRT da 3ª Região (MG) e interpôs recurso ao TST , na expectativa de que fosse reduzido. A indenização foi fixada de acordo com as peculiaridades do caso concreto e em observância ao princípio da razoabilidade e da proporcionalidade ao dano sofrido, afirmou o ministro João Batista Brito Pereira, que analisou o recurso da empresa na 5ª Turma do TST.
O relator transcreveu em seu voto parte do acordo regional em que ressalta que a indenização trabalhista é devida por causa do dano, da dor interior, que se mistura e infunde na vítima a sensação de perseguição.
O advogado Washington Sérgio de Souza atua em nome da reclamante. (RR-90100-73.2007.5.03.0025 - com informações do TST e da redação do Espaço Vital).
Quando o empregador age de forma agressiva, desrespeitosa e discriminatória com o empregado, causando-lhe humilhação e constrangimento, dor íntima e baixa estima, ferindo a sua honra e dignidade, configura-se o assédio moral.
Foi esse o motivo que levou a Manoel Bernardes Indústria e Comércio Ltda., empresa mineira do setor de indústria e comércio a ser condenada ao pagamento de R$ 30 mil por dano moral por assédio moral a um empregado que se sentiu ofendido com as agressões sofridas no trabalho.
A empresa considerou excessivo o valor da condenação imposto pelo TRT da 3ª Região (MG) e interpôs recurso ao TST , na expectativa de que fosse reduzido. A indenização foi fixada de acordo com as peculiaridades do caso concreto e em observância ao princípio da razoabilidade e da proporcionalidade ao dano sofrido, afirmou o ministro João Batista Brito Pereira, que analisou o recurso da empresa na 5ª Turma do TST.
O relator transcreveu em seu voto parte do acordo regional em que ressalta que a indenização trabalhista é devida por causa do dano, da dor interior, que se mistura e infunde na vítima a sensação de perseguição.
O advogado Washington Sérgio de Souza atua em nome da reclamante. (RR-90100-73.2007.5.03.0025 - com informações do TST e da redação do Espaço Vital).
OAB: grito do Paraná contra corrupção e por ética há de ecoar em todo o Brasil
Ophir advertiu hoje que o mandato ou cargo público não pode ser utilizado para beneficio próprio.
(Foto: Eugenio Novaes) OAB: grito do Paraná contra corrupção e por ética há de ecoar em todo o Brasil
(Foto: Eugenio Novaes) OAB: grito do Paraná contra corrupção e por ética há de ecoar em todo o Brasil
Curitiba (PR), 08/06/2010 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, cobrou hoje (08), durante ato contra casos de corrupção envolvendo a Assembleia Legislativa no Estado, respeito por parte dos detentores de mandatos eletivos e cargos públicos aos princípios constitucionais da moralidade, da transparência e da publicidade. "Que este grito do Paraná contra a corrupção ecoe bem alto e seja ouvido em todo o Brasil, servindo de exemplo para que o país inteiro também grite por sua independência ética na política", enfatizou Ophir ao participar do ato do movimento "o Paraná que queremos", realizado na Boca Maldita, tradicional local de protesto no centro da cidade, e liderado pela Seccional da OAB no Paraná.
O presidente nacional da OAB advertiu em sua fala que o mandato ou cargo público não pode ser utilizado para beneficio próprio, nem em favor de cabos eleitorais ou familiares de seus detentores, destacando que a Constituição estabelece que o poder deve ser exercido em nome do povo. "E isto significa que todos aqueles que são detentores de mandatos ou ocupam cargos públicos devem prestar contas de seus atos. Essas pessoas apenas tem ou detém a posse dos cargos; mas a propriedade deles é da sociedade, é do eleitor. Não pode haver democracia sem que haja uma administração pública que respeite os princípios da moralidade, da transparência, da publicidade".
Além de Ophir, do ato participaram o vice-presidente do Conselho Federal da OAB, Alberto de Paula Machado, o presidente da Seccional da entidade no Paraná, José Lucio Glomb, dirigentes de diversas entidades e representantes de organizações da sociedade civil.
A seguir, os principais trechos do pronunciamento do presidente nacional da OAB na Boca Maldita, no ato "o Paraná que queremos":
"Na condição de presidente da OAB Nacional fico extremamente feliz de poder vir ao Paraná e contribuir para esta importante causa; uma causa que é não só do povo paranaense, mas de toda a sociedade brasileira. O combate à corrupção e à impunidade tornou-se uma luta de toda a sociedade brasileira. O Paraná hoje dá um exemplo para todo o Brasil de cidadania, de luta pela ética e, sobretudo, de engajamento de todas as forças da sociedade no sentido de construir uma sociedade melhor. Nós estamos vivendo momentos importantes aqui neste Estado e esses momentos terão repercussão no Brasil inteiro. O grito do Paraná contra a corrupção ecoe bem alto e seja ouvido em todo o Brasil. Que este grito sirva de exemplo para que todo o Brasil também grite por sua independência ética na política. Esta é a bandeira que a Ordem dos Advogados do Brasil em nossa gestão e que o presidente José Lucio Glomb, da OAB aqui no Paraná, muito bem representa este sentimento. Nós vemos essa situação dos desvios no Poder Legislativo do Paraná com muita preocupação, obviamente. O poder deve ser exercido em nome do povo. E isto significa o quê? Significa que todos aqueles que são detentores de mandatos ou ocupam cargos públicos devem prestar contas de seus atos. Essas pessoas apenas têm ou detém a posse dos cargos; a propriedade é da sociedade, é do eleitor. Não pode haver democracia sem que haja uma administração pública que respeite os princípios da moralidade, da transparência, da publicidade. E por que isso? Porque o dinheiro que mantem todo esse sistema é recolhido do suor e do trabalho da população, que enfrenta muitas dificuldades para pagar altas taxas tributárias neste País. Ou seja, a manutenção desse sistema custa muito caro para todos nós e, portanto, aquele que estão no exercício dos mandatos, ocupando os cargos públicos, têm o dever de prestar contas, de dar transparência total aos seus atos, e não fazer do mandato uma extensão de seus interesses pessoais; o mandato é público e não pode ser utilizado para beneficiar a si próprio, à sua família, aos cabos eleitorais ou a quem quer que seja. É por isso que a Ordem vê esse quadro no Paraná e no Brasil com muita preocupação, mas, ao mesmo tempo, com muito otimismo esse movimento. Afinal, este é um movimento por meio do qual a sociedade volta às ruas para dizer: ‘basta de corrupção, basta de impunidade, nós queremos uma sociedade melhor'. Portanto, ao lado da preocupação, há esse lado do otimismo ante a perspectiva de se respirar tempos novos, em que a pauta passe a ser ditada pela sociedade e não por alguns poucos que acham que o voto é capaz de limpar a corrupção. Por isso, a aprovação do projeto Ficha Limpa; por isso, essa proposta de uma legislação de transparência aqui no Paraná. Tudo isso demonstra que o voto legitima - mas legitima para o mandato, mas se este for exercido de uma forma equivocada, contrária à Lei e à Constituição, nada mais justo que aquele que votou poder ver essa pessoa que não exerceu com dignidade o mandato sair do poder".
segunda-feira, 7 de junho de 2010
A ARQUEOLOGIA CADA VEZ MAIS CONFIRMA A VERACIDADE DA BÍBLIA
Barco do tempo de Jesus encontrado por causa de uma sêca na Galiléia.
Por Zeljko Gregor
Obelisco Negro (1845), a Pedra Moabita (1868) e os Manuscritos do Mar Morto (1947) são grandes nomes na história da arqueologia bíblica. Mas chegou esta história a seu fim? Não, de modo algum.
Nas últimas décadas, diversos selos, impressões de selos, caixas de ossos e outros artefatos antigos têm vindo à luz —alguns deles em museus, alguns em coleções particulares e outros de escavações recentes. Essas preciosidades arqueológicas têm lançado mais luz sobre vários indivíduos e acontecimentos até há pouco só mencionados no texto bíblico. Este artigo vai recapitular alguns desses achados recentes.
O Anel de Hanan
De propriedade de um colecionador em Paris, este anel valioso é conhecido do mundo acadêmico desde 1984. A origem do selo é desconhecida, mas a forma das letras indica que foi usado durante o século VII A.C. O selo tem uma inscrição de três linhas, cada linha separada por duas linhas paralelas. O anel é quase de um décimo de polegada de diâmetro, sugerindo que foi feito para um dedo masculino. A inscrição lê: “Pertencente a Hanan, filho de Hilqiyahu, o sacerdote”.
Este Hilqiyahu é melhor conhecido como Hilkias, o sumo sacerdote durante o reinado de Josias, rei de Judá na última parte do sétimo século A.C. A terminação yahu é um elemento teofórico (divino), amiúde achado em nomes hebraicos antigos em Judá; os nomes no Reino do Norte levavam a terminação yah. Parece que este Hilqiyahu foi o mesmo sumo sacerdote que descobriu no templo o rolo da lei que desengatilhou uma reforma religiosa em Judá (ver II Reis 22; II Crônicas 34).
I Crônicas 6:13 e 9:11 indicam que Azarias, não Hanan, sucedeu a Hilkias. A explicação podia ser que Azarias sucedeu a seu pai como sumo sacerdote, enquanto seu irmão mais moço, Hanan, funcionava como sacerdote, justamente como a inscrição no selo sugere.
O nome de Azarias, todavia, aparece em outra bulla (impressão de um selo) achado em 1978, durante a escavação de Yigal Shiloh, na velha Jerusalém. A inscrição consiste em duas linhas de escrita separadas por duas linhas paralelas. Reza: “Pertencente a Azaryahu, filho de Hilkiyahu”. A impressão não menciona o título do dono.
A impressão do selo de Baruch
Em 1975, 250 bulas apareceram em Jerusalém na loja de um negociante de antiguidades árabe. A maior parte delas foi comprada por diversos colecionadores, e quase 50 se acham agora no Museu de Israel, enquanto outras podem ser estudadas por especialistas. Todas essas impressões de selos são datadas do fim do sétimo ou do começo do sexto século A.C, justamente antes da destruição de Jerusalém.
Entre essas impressões, três pertencem a indivíduos mencionados em Jeremias (Baruch, o escriba; Yerahme’el, o filho do rei; Elishama, servo do rei). Os três indivíduos parecem ser contemporâneos, vivendo em Judá justamente antes do exílio. Durante aquele tempo turbulento, Judá era governada pelo rei Jeoaquim. Jeremias 36.
A Bíblia nos diz que Deus instruiu Jeremias a escrever um rolo com uma profecia contra o rei. O secretário de Jeremias, Baruque, escreveu tudo que Jeremias lhe ditou. Depois de ler o rolo no templo, Baruque foi instruído a lê-lo de novo perante altos funcionários da corte real. Esses funcionários (Elishama era um deles) eram até certo ponto simpáticos à mensagem, mas temiam por Baruque. Aconselharam-no a se esconder. Jeremias 36:19. Quando o rolo foi lido perante o rei, ele ordenou que fosse destruído e Yerehme’el, com outros dois funcionários, recebeu ordem de prender Baruque e o profeta Jeremias.
A impressão que leva o nome de Elishama é feita de duas linhas de escrita separadas por duas linhas retas paralelas. A primeira reza: “Pertencente a Elishama”; a segunda dá seu título, “servo do rei”. A impressão de Yerahme’el consta de duas linhas também, dando o nome e o título do dono: “Pertencente a Yerahme’el, filho do rei”. A impressão do selo de Baruque consta de três partes, divididas por duas linhas retas paralelas, que rezam: “Pertencente a Bereqhyahu, filho de Neriyahu, o escriba”.
Uma outra bula, com o nome de Baruque, apareceu em 1995. É idéntica à descrita acima, exceto por uma diferença significativa: tinha uma impressão digital que podia ser de Baruque.
Uma terceira impressão de selo que suporta a conexão de Baruque foi achada entre as muitas descobertas na escavação em Jerusalém, em 1978, por Yigal Shiloh. Esta, datada do fim do sétimo e do começo do sexto século A.C., reza “Pertencente a Gemaryahy, filho de Shaphan”. A Bíblia diz que quando Baruque foi ao templo para ler o rolo, ele o leu na câmara de Gemariah, o filho de Shaphan. Jeremias 36:10.
Selo de Abdi
Comprado em 1993 por um colecionador particular de Londres, o selo de Abdi está entre os mais raros. Sua inscrição reza: “Pertencente a Abdi servo de Hoshea”. O selo é datado do oitavo século A.C. O nome Abdi é o mesmo que Obadias. A Bíblia se refere a três Obadias: o primeiro ministro de Acabe, I Reis 18:3; um profeta e um oficial de Hoshea. É improvável que este selo pertencesse a um dos primeiros dois indivíduos, porque o selo associa o nome com Hoshea, o rei sob o qual o dono do selo servia como oficial. Hoshea foi o último rei de Israel. II Reis 17:1-6. Reinou de 731-722 A.C., quando os assírios destruíram o reino.
A inscrição de Dan
Começando em 1966, Avraham Biran escavou o sítio arqueológico de Tel Dan por vários anos, e a descoberta mais importante ocorreu em 1993, quando sua equipe removia o entulho da área do portão da cidade. Parte da muralha, destruída por Tiglate-pileser III em 733/732 A.C., continha um fragmento de um monumento inscrito.
Infelizmente, o fragmento contém uma mensagem incompleta. Tem 14 linhas incompletas escritas em hebraico arcaico, a escrita usada antes do exílio (586 A.C.). As palavras eram separadas por pontos e a inscrição reza como segue:
(2) …meu pai subiu
(3) …e meu pai morreu, ele foi para…
(4) real outrora na terra de meu pai…
(5) Eu (lutei contra Israel ?) e Hadad foi diante de mim…
(6) …meu rei. E eu matei de (entre eles) X infantes, Y char-
(7) retes e dois mil cavaleiros…
(8) o rei de Israel. E matou (…o parente)
(9) g da casa de Davi. E eu pus…
(10) sua terra …
(11) outro…(ru)
(12) conduziu contra is(rael…)
(13) sítio contra…
O autor desta inscrição pretende que Hadad foi adiante dele, supostamente na batalha. Hadad é o deus arameu da tempestade, e é provável que o dono desse monumento fosse um arameu. Que ele não é o rei é óbvio com base na linha 6, onde ele se refere a “meu rei”. Ele é ou um comandante militar ou um rei vassalo, um devoto de Hadad e subordinado ao rei de Damasco. Todavia, as linhas mais importantes são 8 e 9, onde Israel e a “Casa de Davi” são mencionadas. Esta é a primeira referência à frase: “Casa de Davi”, fora da Bíblia.
Baseado na forma das letras, Biran sugeriu que a inscrição vem da primeira metade do século nono A.C. Ademais, a cerâmica encontrada debaixo do fragmento também indica que foi aí colocada antes da metade do século nono, sugerindo que o monumento foi erigido algumas décadas antes.
Visto a inscrição se achar fragmentada, não sabemos os nomes dos reis de Israel ou de Judá. Isto é ainda mais complicado pelo fato de que o nome do rei arameu não sobreviveu. Por conseguinte, é difícil reconstruir a história exata dos acontecimentos e achar uma conexão bíblica sólida. Todavia, é possível que Dan tenha experimentado anos turbulentos entre c. 885 A.C., quando foi capturada por Benhadad I, I Reis 15:20 e c. 855 A.C., quando Acabe a recebeu de volta de Benhadad II. I Reis 20:34.
Pouco depois de Benhadad ter capturado Dan, é possível que Israel tenha recuperado o controle de Dan. Durante os primeiros dias de Acabe, Dan foi ocupada de novo pelos arameus (provavelmente o dono do monumento), e mais tarde Acabe recebeu-a de volta de Benhadad II. Acabe pode ter destruído então o monumento e usado alguns dos pedaços como material de construção. Isto, todavia, é uma mera reconstrução hipotética, e fragmentos adicionais do mesmo monumento serão necessários para se ter uma melhor idéia dos fatos históricos relacionados com a antiga Dan.
Rolo de prata
Entre 1975 e 1980, Gabriel Barkay descobriu alguns sepulcros em Jerusalém. A maior parte deles, todavia, tinha sido saqueada havia muito, exceto um, Nº 25. O sepulcro foi datado do fim do sétimo ou começo do sexto século A.C., justamente antes do exílio. O sepulcro continha restos de esqueletos de 95 pessoas, 263 vasos de cerâmica inteiros, 101 peças de joalheria (95 de prata, 6 de ouro), muitos objetos esculpidos de osso e marfim e 41 pontas de flechas de bronze ou de ferro. Além disso, havia dois pequenos rolos de prata. Um deles tinha cerca de uma polegada de comprimento e menos de meia polegada de espessura, enquanto que o outro tinha meia polegada de comprimento e um quinto de polegada de espessura. Admitiu-se que esses rolos fôssem usados como amuletos e que contivessem alguma inscrição.
Quando os rolos foram abertos e limpos, a inscrição continha porções de Números 6:24-26: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti… e te dê a paz”. Esta inscrição é uma das mais antigas e melhor preservadas contendo o nome de Jeová.
A inscrição de Herodes
Em 1996, Ehud Netzer descobriu em Masada um pedaço de vaso com uma inscrição, um óstraco. Este pedaço tinha o nome de Herodes e era parte de uma ânfora usada para o provável transporte de vinho, datada de 19 a.C.
A inscrição é em latim e reza: “Herodes, o Grande Rei dos Judeus (ou Judéia)”, a primeira a mencionar o título do Rei Herodes.
Barco da Galiléia
Por causa de uma seca severa durante 1985 e 1986, o nível do Mar da Galiléia estava consideravelmente mais baixo do que o normal. Shelley Wachmann, perito em arqueologia submarina, organizou uma operação de salvamento do que parecia o esboço de um barco. Depois de muitos dias de luta contra as águas do mar, o barco foi completamento escavado e removido para conservação.
Durante a escavação, os arqueólogos acharam vários objetos (vasos de cerâmica, pontas de flechas, moedas) dentro e em volta do barco. Um exame dos artefatos sugere uma data aproximada para o barco; podia ter estado em uso entre o final do primeiro século A.C. e a segunda metade do primeiro século d.C. Além da datação pelos artefatos, os escavadores mandaram amostras para um laboratório para datação por Carbono 14. Esses testes sugeriram uma data semelhante.
Segundo o historiador Josefo, essa parte da Palestina passou por uma severa turbulência e destruição durante a primeira revolta judaica (67-70 D.C.). Durante o primeiro ano da revolta, os judeus prepararam uma frota de barcos de pesca em Migdal. Depois que Tiberíades caiu nas mãos de Vespasiano, os romanos construíram um campo fortificado entre Tiberíades e Migdal. À noite, os judeus lançaram um ataque de surpresa, e então escaparam para o Mar da Galiléia. No dia seguinte, a frota romana atacou os judeus no mar, empurrando-os para a margem, onde foram massacrados. O número de mortos foi calculado em 6.700.
O barco tinha 26,5 pés de comprimento, 7,5 pés de largura e 4,5 pés de altura. Os arqueólogos sugerem que foi construído para levar até 15 pessoas. Um barco como esse podia facilmente ter acomodado Jesus e Seus discípulos em suas muitas viagens através do Mar da Galiléia.
O nome de Caifás numa caixa de ossos
No mês de novembro de 1990, uma caverna sepulcral foi descoberta na Floresta da Paz, ao sul de Jerusalém. Os escavadores acharam vários ossuários ou caixas de ossos, algumas viradas de cabeça para baixo (sinal de que a caverna tinha sido arrombada); todavia, algumas ainda no lugar onde tinham sido postas originalmente. A escavação produziu ossos de seis diferentes indivíduos: duas crianças (2 a 5 anos de idade), um menino de 15 anos, uma mulher adulta e um velho de cerca de sessenta anos. No tempo de Jesus, os judeus tinham o costume de usar esses ossuários para um segundo enterro dos restos de seus mortos. O corpo era colocado numa caverna para decompor, e então os ossos eram postos numa caixa ou ossuário.
Dois dos ossuários tinham tampas. Estas tampas eram feitas de pedra calcárea e eram de maior valor que as outras porque tinham o nome de Caifás inscrito no lado mais estreito de cada caixa. Uma dessas caixas era lindamente esculpida, indicando que pertencia a uma pessoa importante e rica. A inscrição rezava: “Joseph, filho de Caifás”. Isto não indica necessariamente que Caifás era um parente próximo de José. Caifás pode ser um nome de família.
Os ossos do velho eram provavelmente do homem chamado José. Infelizmente, a Bíblia não dá o nome real do sumo sacerdote por ocasião do julgamento de Jesus. Dá-nos apenas a versão grega de Caifás. Contudo, Josefo menciona o nome completo: Joseph Caiaphas, que serviu como sumo sacerdote de 18 a 36 d.C.
O envolvimento da Andrews University
A Andrews University tem feito escavações na Palestina desde o final de 1960, quando Tell Hesban foi escavada sob a direção do falecido Siegfried Horn. Depois da escavação ter sido completada no final de 1970, a Andrews University começou uma outra operação sob o nome de MPP, o Projeto das Planicies de Madaba. O alvo principal foi Tell el-Umeiri, um sítio ao sul de Amman, capital da Jordânia. Durante a primeira temporada de escavações em 1984, acharam uma impressão de selo interessante. Simplesmente reza: “Pertencente a Milkom’or o servo de Ba’alyasha”. Na Bíblia hebraica, esse nome é soletrado um pouco diferente (Ba’alis). É mencionado apenas uma vez e representa o nome de um rei amonita. Jeremias 40:14. Antes desta descoberta, Ba’lyasha (Baalis) era conhecido somente pelo texto bíblico.
Tell el-Umeiri era uma das cidades rubenitas. Depois de várias temporadas, os escavadores descobriram um sistema de fortificação feito de paredes duplas, baluarte e uma valeta seca na base do sítio. Essa fortificação do período inicial do Ferro I (c.1200 A.C.) é a mais bem preservada em toda a Palestina.
Além de Tell el-Umeiri, o time da MPP iniciou a escavação de outro sítio importante, Tell Jalul, em 1992. Este é um dos maiores sítios na Transjordânia. Depois de várias temporadas de escavações, o time descobriu uma estrada pavimentada que levava ao portão da cidade (século 9º/ 8º A.C), e um grande edifício com colunas (7º/6º século A.C.), que se crê seja um armazém. É possível que esse sítio fosse a Hesbom do rei Seom, destruída pelos israelitas no tempo da conquista.
Descobertas arqueológicas como essas, que ocorreram nos últimos anos, continuam a enriquecer nossa compreensão da Bíblia e fortalecem nossa confiança em seu conteúdo como um documento histórico digno de confiança.
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Nascido na Croácia, Zeljko Gregor (Ph.D., Andrews University) é um especialista em Arqueologia Bíblica.
Por Zeljko Gregor
Obelisco Negro (1845), a Pedra Moabita (1868) e os Manuscritos do Mar Morto (1947) são grandes nomes na história da arqueologia bíblica. Mas chegou esta história a seu fim? Não, de modo algum.
Nas últimas décadas, diversos selos, impressões de selos, caixas de ossos e outros artefatos antigos têm vindo à luz —alguns deles em museus, alguns em coleções particulares e outros de escavações recentes. Essas preciosidades arqueológicas têm lançado mais luz sobre vários indivíduos e acontecimentos até há pouco só mencionados no texto bíblico. Este artigo vai recapitular alguns desses achados recentes.
O Anel de Hanan
De propriedade de um colecionador em Paris, este anel valioso é conhecido do mundo acadêmico desde 1984. A origem do selo é desconhecida, mas a forma das letras indica que foi usado durante o século VII A.C. O selo tem uma inscrição de três linhas, cada linha separada por duas linhas paralelas. O anel é quase de um décimo de polegada de diâmetro, sugerindo que foi feito para um dedo masculino. A inscrição lê: “Pertencente a Hanan, filho de Hilqiyahu, o sacerdote”.
Este Hilqiyahu é melhor conhecido como Hilkias, o sumo sacerdote durante o reinado de Josias, rei de Judá na última parte do sétimo século A.C. A terminação yahu é um elemento teofórico (divino), amiúde achado em nomes hebraicos antigos em Judá; os nomes no Reino do Norte levavam a terminação yah. Parece que este Hilqiyahu foi o mesmo sumo sacerdote que descobriu no templo o rolo da lei que desengatilhou uma reforma religiosa em Judá (ver II Reis 22; II Crônicas 34).
I Crônicas 6:13 e 9:11 indicam que Azarias, não Hanan, sucedeu a Hilkias. A explicação podia ser que Azarias sucedeu a seu pai como sumo sacerdote, enquanto seu irmão mais moço, Hanan, funcionava como sacerdote, justamente como a inscrição no selo sugere.
O nome de Azarias, todavia, aparece em outra bulla (impressão de um selo) achado em 1978, durante a escavação de Yigal Shiloh, na velha Jerusalém. A inscrição consiste em duas linhas de escrita separadas por duas linhas paralelas. Reza: “Pertencente a Azaryahu, filho de Hilkiyahu”. A impressão não menciona o título do dono.
A impressão do selo de Baruch
Em 1975, 250 bulas apareceram em Jerusalém na loja de um negociante de antiguidades árabe. A maior parte delas foi comprada por diversos colecionadores, e quase 50 se acham agora no Museu de Israel, enquanto outras podem ser estudadas por especialistas. Todas essas impressões de selos são datadas do fim do sétimo ou do começo do sexto século A.C, justamente antes da destruição de Jerusalém.
Entre essas impressões, três pertencem a indivíduos mencionados em Jeremias (Baruch, o escriba; Yerahme’el, o filho do rei; Elishama, servo do rei). Os três indivíduos parecem ser contemporâneos, vivendo em Judá justamente antes do exílio. Durante aquele tempo turbulento, Judá era governada pelo rei Jeoaquim. Jeremias 36.
A Bíblia nos diz que Deus instruiu Jeremias a escrever um rolo com uma profecia contra o rei. O secretário de Jeremias, Baruque, escreveu tudo que Jeremias lhe ditou. Depois de ler o rolo no templo, Baruque foi instruído a lê-lo de novo perante altos funcionários da corte real. Esses funcionários (Elishama era um deles) eram até certo ponto simpáticos à mensagem, mas temiam por Baruque. Aconselharam-no a se esconder. Jeremias 36:19. Quando o rolo foi lido perante o rei, ele ordenou que fosse destruído e Yerehme’el, com outros dois funcionários, recebeu ordem de prender Baruque e o profeta Jeremias.
A impressão que leva o nome de Elishama é feita de duas linhas de escrita separadas por duas linhas retas paralelas. A primeira reza: “Pertencente a Elishama”; a segunda dá seu título, “servo do rei”. A impressão de Yerahme’el consta de duas linhas também, dando o nome e o título do dono: “Pertencente a Yerahme’el, filho do rei”. A impressão do selo de Baruque consta de três partes, divididas por duas linhas retas paralelas, que rezam: “Pertencente a Bereqhyahu, filho de Neriyahu, o escriba”.
Uma outra bula, com o nome de Baruque, apareceu em 1995. É idéntica à descrita acima, exceto por uma diferença significativa: tinha uma impressão digital que podia ser de Baruque.
Uma terceira impressão de selo que suporta a conexão de Baruque foi achada entre as muitas descobertas na escavação em Jerusalém, em 1978, por Yigal Shiloh. Esta, datada do fim do sétimo e do começo do sexto século A.C., reza “Pertencente a Gemaryahy, filho de Shaphan”. A Bíblia diz que quando Baruque foi ao templo para ler o rolo, ele o leu na câmara de Gemariah, o filho de Shaphan. Jeremias 36:10.
Selo de Abdi
Comprado em 1993 por um colecionador particular de Londres, o selo de Abdi está entre os mais raros. Sua inscrição reza: “Pertencente a Abdi servo de Hoshea”. O selo é datado do oitavo século A.C. O nome Abdi é o mesmo que Obadias. A Bíblia se refere a três Obadias: o primeiro ministro de Acabe, I Reis 18:3; um profeta e um oficial de Hoshea. É improvável que este selo pertencesse a um dos primeiros dois indivíduos, porque o selo associa o nome com Hoshea, o rei sob o qual o dono do selo servia como oficial. Hoshea foi o último rei de Israel. II Reis 17:1-6. Reinou de 731-722 A.C., quando os assírios destruíram o reino.
A inscrição de Dan
Começando em 1966, Avraham Biran escavou o sítio arqueológico de Tel Dan por vários anos, e a descoberta mais importante ocorreu em 1993, quando sua equipe removia o entulho da área do portão da cidade. Parte da muralha, destruída por Tiglate-pileser III em 733/732 A.C., continha um fragmento de um monumento inscrito.
Infelizmente, o fragmento contém uma mensagem incompleta. Tem 14 linhas incompletas escritas em hebraico arcaico, a escrita usada antes do exílio (586 A.C.). As palavras eram separadas por pontos e a inscrição reza como segue:
(2) …meu pai subiu
(3) …e meu pai morreu, ele foi para…
(4) real outrora na terra de meu pai…
(5) Eu (lutei contra Israel ?) e Hadad foi diante de mim…
(6) …meu rei. E eu matei de (entre eles) X infantes, Y char-
(7) retes e dois mil cavaleiros…
(8) o rei de Israel. E matou (…o parente)
(9) g da casa de Davi. E eu pus…
(10) sua terra …
(11) outro…(ru)
(12) conduziu contra is(rael…)
(13) sítio contra…
O autor desta inscrição pretende que Hadad foi adiante dele, supostamente na batalha. Hadad é o deus arameu da tempestade, e é provável que o dono desse monumento fosse um arameu. Que ele não é o rei é óbvio com base na linha 6, onde ele se refere a “meu rei”. Ele é ou um comandante militar ou um rei vassalo, um devoto de Hadad e subordinado ao rei de Damasco. Todavia, as linhas mais importantes são 8 e 9, onde Israel e a “Casa de Davi” são mencionadas. Esta é a primeira referência à frase: “Casa de Davi”, fora da Bíblia.
Baseado na forma das letras, Biran sugeriu que a inscrição vem da primeira metade do século nono A.C. Ademais, a cerâmica encontrada debaixo do fragmento também indica que foi aí colocada antes da metade do século nono, sugerindo que o monumento foi erigido algumas décadas antes.
Visto a inscrição se achar fragmentada, não sabemos os nomes dos reis de Israel ou de Judá. Isto é ainda mais complicado pelo fato de que o nome do rei arameu não sobreviveu. Por conseguinte, é difícil reconstruir a história exata dos acontecimentos e achar uma conexão bíblica sólida. Todavia, é possível que Dan tenha experimentado anos turbulentos entre c. 885 A.C., quando foi capturada por Benhadad I, I Reis 15:20 e c. 855 A.C., quando Acabe a recebeu de volta de Benhadad II. I Reis 20:34.
Pouco depois de Benhadad ter capturado Dan, é possível que Israel tenha recuperado o controle de Dan. Durante os primeiros dias de Acabe, Dan foi ocupada de novo pelos arameus (provavelmente o dono do monumento), e mais tarde Acabe recebeu-a de volta de Benhadad II. Acabe pode ter destruído então o monumento e usado alguns dos pedaços como material de construção. Isto, todavia, é uma mera reconstrução hipotética, e fragmentos adicionais do mesmo monumento serão necessários para se ter uma melhor idéia dos fatos históricos relacionados com a antiga Dan.
Rolo de prata
Entre 1975 e 1980, Gabriel Barkay descobriu alguns sepulcros em Jerusalém. A maior parte deles, todavia, tinha sido saqueada havia muito, exceto um, Nº 25. O sepulcro foi datado do fim do sétimo ou começo do sexto século A.C., justamente antes do exílio. O sepulcro continha restos de esqueletos de 95 pessoas, 263 vasos de cerâmica inteiros, 101 peças de joalheria (95 de prata, 6 de ouro), muitos objetos esculpidos de osso e marfim e 41 pontas de flechas de bronze ou de ferro. Além disso, havia dois pequenos rolos de prata. Um deles tinha cerca de uma polegada de comprimento e menos de meia polegada de espessura, enquanto que o outro tinha meia polegada de comprimento e um quinto de polegada de espessura. Admitiu-se que esses rolos fôssem usados como amuletos e que contivessem alguma inscrição.
Quando os rolos foram abertos e limpos, a inscrição continha porções de Números 6:24-26: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti… e te dê a paz”. Esta inscrição é uma das mais antigas e melhor preservadas contendo o nome de Jeová.
A inscrição de Herodes
Em 1996, Ehud Netzer descobriu em Masada um pedaço de vaso com uma inscrição, um óstraco. Este pedaço tinha o nome de Herodes e era parte de uma ânfora usada para o provável transporte de vinho, datada de 19 a.C.
A inscrição é em latim e reza: “Herodes, o Grande Rei dos Judeus (ou Judéia)”, a primeira a mencionar o título do Rei Herodes.
Barco da Galiléia
Por causa de uma seca severa durante 1985 e 1986, o nível do Mar da Galiléia estava consideravelmente mais baixo do que o normal. Shelley Wachmann, perito em arqueologia submarina, organizou uma operação de salvamento do que parecia o esboço de um barco. Depois de muitos dias de luta contra as águas do mar, o barco foi completamento escavado e removido para conservação.
Durante a escavação, os arqueólogos acharam vários objetos (vasos de cerâmica, pontas de flechas, moedas) dentro e em volta do barco. Um exame dos artefatos sugere uma data aproximada para o barco; podia ter estado em uso entre o final do primeiro século A.C. e a segunda metade do primeiro século d.C. Além da datação pelos artefatos, os escavadores mandaram amostras para um laboratório para datação por Carbono 14. Esses testes sugeriram uma data semelhante.
Segundo o historiador Josefo, essa parte da Palestina passou por uma severa turbulência e destruição durante a primeira revolta judaica (67-70 D.C.). Durante o primeiro ano da revolta, os judeus prepararam uma frota de barcos de pesca em Migdal. Depois que Tiberíades caiu nas mãos de Vespasiano, os romanos construíram um campo fortificado entre Tiberíades e Migdal. À noite, os judeus lançaram um ataque de surpresa, e então escaparam para o Mar da Galiléia. No dia seguinte, a frota romana atacou os judeus no mar, empurrando-os para a margem, onde foram massacrados. O número de mortos foi calculado em 6.700.
O barco tinha 26,5 pés de comprimento, 7,5 pés de largura e 4,5 pés de altura. Os arqueólogos sugerem que foi construído para levar até 15 pessoas. Um barco como esse podia facilmente ter acomodado Jesus e Seus discípulos em suas muitas viagens através do Mar da Galiléia.
O nome de Caifás numa caixa de ossos
No mês de novembro de 1990, uma caverna sepulcral foi descoberta na Floresta da Paz, ao sul de Jerusalém. Os escavadores acharam vários ossuários ou caixas de ossos, algumas viradas de cabeça para baixo (sinal de que a caverna tinha sido arrombada); todavia, algumas ainda no lugar onde tinham sido postas originalmente. A escavação produziu ossos de seis diferentes indivíduos: duas crianças (2 a 5 anos de idade), um menino de 15 anos, uma mulher adulta e um velho de cerca de sessenta anos. No tempo de Jesus, os judeus tinham o costume de usar esses ossuários para um segundo enterro dos restos de seus mortos. O corpo era colocado numa caverna para decompor, e então os ossos eram postos numa caixa ou ossuário.
Dois dos ossuários tinham tampas. Estas tampas eram feitas de pedra calcárea e eram de maior valor que as outras porque tinham o nome de Caifás inscrito no lado mais estreito de cada caixa. Uma dessas caixas era lindamente esculpida, indicando que pertencia a uma pessoa importante e rica. A inscrição rezava: “Joseph, filho de Caifás”. Isto não indica necessariamente que Caifás era um parente próximo de José. Caifás pode ser um nome de família.
Os ossos do velho eram provavelmente do homem chamado José. Infelizmente, a Bíblia não dá o nome real do sumo sacerdote por ocasião do julgamento de Jesus. Dá-nos apenas a versão grega de Caifás. Contudo, Josefo menciona o nome completo: Joseph Caiaphas, que serviu como sumo sacerdote de 18 a 36 d.C.
O envolvimento da Andrews University
A Andrews University tem feito escavações na Palestina desde o final de 1960, quando Tell Hesban foi escavada sob a direção do falecido Siegfried Horn. Depois da escavação ter sido completada no final de 1970, a Andrews University começou uma outra operação sob o nome de MPP, o Projeto das Planicies de Madaba. O alvo principal foi Tell el-Umeiri, um sítio ao sul de Amman, capital da Jordânia. Durante a primeira temporada de escavações em 1984, acharam uma impressão de selo interessante. Simplesmente reza: “Pertencente a Milkom’or o servo de Ba’alyasha”. Na Bíblia hebraica, esse nome é soletrado um pouco diferente (Ba’alis). É mencionado apenas uma vez e representa o nome de um rei amonita. Jeremias 40:14. Antes desta descoberta, Ba’lyasha (Baalis) era conhecido somente pelo texto bíblico.
Tell el-Umeiri era uma das cidades rubenitas. Depois de várias temporadas, os escavadores descobriram um sistema de fortificação feito de paredes duplas, baluarte e uma valeta seca na base do sítio. Essa fortificação do período inicial do Ferro I (c.1200 A.C.) é a mais bem preservada em toda a Palestina.
Além de Tell el-Umeiri, o time da MPP iniciou a escavação de outro sítio importante, Tell Jalul, em 1992. Este é um dos maiores sítios na Transjordânia. Depois de várias temporadas de escavações, o time descobriu uma estrada pavimentada que levava ao portão da cidade (século 9º/ 8º A.C), e um grande edifício com colunas (7º/6º século A.C.), que se crê seja um armazém. É possível que esse sítio fosse a Hesbom do rei Seom, destruída pelos israelitas no tempo da conquista.
Descobertas arqueológicas como essas, que ocorreram nos últimos anos, continuam a enriquecer nossa compreensão da Bíblia e fortalecem nossa confiança em seu conteúdo como um documento histórico digno de confiança.
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Nascido na Croácia, Zeljko Gregor (Ph.D., Andrews University) é um especialista em Arqueologia Bíblica.
DECIFRADA A MAIS ANTIGA INSCRIÇÃO BÍBLICA HEBRAICA.
Uma grande descoberta na pesquisa das escrituras hebraicas lançou nova luz concernente ao período no qual a Bíblia foi escrita. O Prof. Gershon Galil, do Departamento de Estudos Bíblicos na Universidade de Haifa, decifrou uma inscrição datada do século 10 EC (o período do reinado do Rei Davi), e mostrou que se trata de uma inscrição hebraica. A descoberta torna esta inscrição a mais recente escrita hebraica de que temos conhecimento. A significância desta descoberta reside no fato de que pelo menos algumas das escrituras bíblicas foram compostas centenas de anos antes das datas apresentadas atualmente em pesquisa e que o Reino de Israel já existia naquela época.
A própria inscrição, que foi escrita em tinta sobre um fragmento de cerâmica em formato de trapezóide de 15 cm X 16.5, foi descoberta há um ano e meio em escavações realizadas pelo Prof. Yosef Garfinkel em Khirbet Qeiyafa, próximo ao vale de Elah. A inscrição remonta ao século 10 EC, que foi o período do reinado do Rei Davi, mas a questão da língua utilizada nesta inscrição permaneceu uma incógnita, impossibilitando provar se era, de fato, hebraico ou outra língua local.
A decifração do Prof. Galil do escrito antigo testifica que é hebraico, embasado na utilização de verbos particulares da língua hebraica, e conteúdo específico da cultura hebréia e não adotados por nenhuma outra cultura na região. “Esse texto é uma declaração social, relacionada aos escravos, viúvas e órfãos. Ele utiliza verbos que são característicos do hebraico, tais como asah (fez, fazia) e avad (trabalhou, trabalhava), que eram raramente utilizados em outras línguas regionais. Palavras específicas que aparecem no texto, tais como almanah (“viúva”) são próprias do hebraico e são escritas de maneira diferente em outras línguas locais. O próprio conteúdo também era desconhecido de todas as culturas na região, excetuando a sociedade hebraica: A presente inscrição fornece elementos sociais semelhantes àqueles encontrados nas profecias bíblicas e muito díspares das profecias escritas por outras culturas que sugerem a glorificação de deuses e cuidado de suas necessidades físicas”, explica o Prof. Galil.
Ele acrescenta que uma vez que a decifração for recebida, a inscrição se tornará a mais recente inscrição hebraica a ser encontrada, testificando as habilidades de escrita dos hebreus em períodos tão remotos quanto o século 10 EC. Tal fato entra em choque com a datação da composição da Bíblia em pesquisa atual, que não teria reconhecido a possibilidade de que a Bíblia ou partes dela poderiam ter sido escritas durante esse período antigo.
O Prof. Galil também nota que a inscrição foi descoberta em uma cidade provincial na Judéia. Ele explica que se houvessem escribas nas redondezas, pode-se presumir que aqueles que habitavam a região central e Jerusalém eram escritores ainda mais proficientes. “Agora pode ser mantido que era altamente razoável que durante o século 10 EC, durante o reinado do Rei Davi, havia escribas em Israel que eram capazes de escrever textos literários e historiografias complexas, tais como os livros de Juízes e Samuel”. Ele acrescenta que a complexidade do texto descoberto em Khirbet Qeiyafa, juntamente com as impressionantes fortificações reveladas no local, refutam as alegações que negam a existência do Reino de Israel naquela época.
O sumário do texto expressa uma sensibilidade social da frágil posição dos membros mais fracos da sociedade. A inscrição testifica a presença de estrangeiros dentro da sociedade de Israel tão antigos quantos esse período antigo e exige que se haja suporte para tais estrangeiros. O texto apela ao cuidado para com as viúvas e órfãos e que o rei – que na época tinha a responsabilidade de controlar a diferença social – esteja envolvido. Esta inscrição é semelhante em seu conteúdo à passagens bíblicas (Isaías 1.17, Salmos 72.3, Êxodo 23.3, dentre outros), mas está claro que não é copiado de nenhum texto bíblico.
A própria inscrição, que foi escrita em tinta sobre um fragmento de cerâmica em formato de trapezóide de 15 cm X 16.5, foi descoberta há um ano e meio em escavações realizadas pelo Prof. Yosef Garfinkel em Khirbet Qeiyafa, próximo ao vale de Elah. A inscrição remonta ao século 10 EC, que foi o período do reinado do Rei Davi, mas a questão da língua utilizada nesta inscrição permaneceu uma incógnita, impossibilitando provar se era, de fato, hebraico ou outra língua local.
A decifração do Prof. Galil do escrito antigo testifica que é hebraico, embasado na utilização de verbos particulares da língua hebraica, e conteúdo específico da cultura hebréia e não adotados por nenhuma outra cultura na região. “Esse texto é uma declaração social, relacionada aos escravos, viúvas e órfãos. Ele utiliza verbos que são característicos do hebraico, tais como asah (fez, fazia) e avad (trabalhou, trabalhava), que eram raramente utilizados em outras línguas regionais. Palavras específicas que aparecem no texto, tais como almanah (“viúva”) são próprias do hebraico e são escritas de maneira diferente em outras línguas locais. O próprio conteúdo também era desconhecido de todas as culturas na região, excetuando a sociedade hebraica: A presente inscrição fornece elementos sociais semelhantes àqueles encontrados nas profecias bíblicas e muito díspares das profecias escritas por outras culturas que sugerem a glorificação de deuses e cuidado de suas necessidades físicas”, explica o Prof. Galil.
Ele acrescenta que uma vez que a decifração for recebida, a inscrição se tornará a mais recente inscrição hebraica a ser encontrada, testificando as habilidades de escrita dos hebreus em períodos tão remotos quanto o século 10 EC. Tal fato entra em choque com a datação da composição da Bíblia em pesquisa atual, que não teria reconhecido a possibilidade de que a Bíblia ou partes dela poderiam ter sido escritas durante esse período antigo.
O Prof. Galil também nota que a inscrição foi descoberta em uma cidade provincial na Judéia. Ele explica que se houvessem escribas nas redondezas, pode-se presumir que aqueles que habitavam a região central e Jerusalém eram escritores ainda mais proficientes. “Agora pode ser mantido que era altamente razoável que durante o século 10 EC, durante o reinado do Rei Davi, havia escribas em Israel que eram capazes de escrever textos literários e historiografias complexas, tais como os livros de Juízes e Samuel”. Ele acrescenta que a complexidade do texto descoberto em Khirbet Qeiyafa, juntamente com as impressionantes fortificações reveladas no local, refutam as alegações que negam a existência do Reino de Israel naquela época.
O sumário do texto expressa uma sensibilidade social da frágil posição dos membros mais fracos da sociedade. A inscrição testifica a presença de estrangeiros dentro da sociedade de Israel tão antigos quantos esse período antigo e exige que se haja suporte para tais estrangeiros. O texto apela ao cuidado para com as viúvas e órfãos e que o rei – que na época tinha a responsabilidade de controlar a diferença social – esteja envolvido. Esta inscrição é semelhante em seu conteúdo à passagens bíblicas (Isaías 1.17, Salmos 72.3, Êxodo 23.3, dentre outros), mas está claro que não é copiado de nenhum texto bíblico.
MENSAGENS QUE EDIFICAM
O MILAGRE DA CANÇÃO DE UM IRMÃO
Uma história real!
Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.
Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente, entretanto surgiram algumas complicações no trabalho de parto e a menina foi levada para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passavam e a menininha piorava. O médico disse aos pais que deveriam preparem-se para o pior, pois as chances dela eram muito pequenas.
Enquanto isso Michael, todos os dias, pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.
A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para conhecer sua irmãzinha, mas crianças não eram permitidas naquela UTI.
Karen decidiu que levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.
Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a irmãzinha!"
Finalmente Michael foi levado até a incubadora. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha, a mesma canção que cantava para ela ainda na barriga da mãe: "- Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...".
Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada. Todos se emocionaram e alguns até choraram. No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.
O Womans Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão."
Karen chamou de "O milagre do amor de Deus".
O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.
"O amor é benigno" - I Coríntios 13.4.
Fonte: O Womans Day Magazine
A NOTA DE 20 DÓLARES
Num Seminário, um famoso palestrante mostra uma nota de 20 dólares e pergunta: - Quem quer esta nota?
Mãos começam a se erguer e ele continua:
- Eu a darei a um de vocês, mas antes, farei isto!
Então, ele amassa a nota e pergunta: - Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuam erguidas...
- E se eu fizer isto?
Deixa a nota cair no chão e começa a pisá-la e esfregá-la... depois pega a nota, agora imunda e amassada, e pergunta:
- E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permanecem erguidas.
E ele fala:
- Não importa o que eu faça com esta cédula, ela ainda vale 20 dólares. Isso também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que surgem em nossas vidas, e sentimo-nos desvalorizados, sem importância...Creiam, não importa o que aconteça, jamais perderemos o nosso valor !
O preço de uma vida não é pelo que se faz ou se sabe, mas pelo que se É!
E assim que Deus nos vê !!!
Autor desconhecido
Fonte: http://www.melodia.com.br
UM SACO DE PREGOS
Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. Um dia o seu pai lhe deu um saco de pregos e mandou que ele pregasse um prego na porta do seu quarto cada vez que agisse movido pela raiva.
No primeiro dia, o menino pregou cinco. E o seu pai o aconselhou a ser mais calmo.
Nas semanas seguintes ele foi aprendendo a se controlar e o número de pregos diminuiu.
Depois de muitos dias e muitos pregos, finalmente o menino não ficou com raiva nem uma única vez e foi correndo contar para seu pai.
- Então, meu filho, agora que você aprendeu a se controlar, arranque todos os pregos da sua porta.
Depois de arrancá-los, o menino olhou para o pai e disse:
- Puxa, pai, como a porta ficou feia, toda esburacada.
- É meu fiho, é assim mesmo. Quando agimos movidos pela raiva, vamos deixando ferimentos profundos no coração das pessoas. Marcas difíceis de se apagar.
Sejam moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.
Tito 3.2
VOCÊ REALMENTE CRÊ EM DEUS ?
Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queira a glória só pra si, resolveu subir sem companheiros.
Durante a subida, foi ficando mais tarde e mais tarde e ele, para ganhar tempo, decidiu não acampar, sendo que continuou subindo... e, por fim, ficou escuro.
A noite era muito densa naquela ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era trevas, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.
Ao subir por um caminho estreito, a poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.
Naqueles breves segundos da sua queda, sua vida passava-lhe inteira à sua frente. Quando a morte já lhe era certa, de repente, um fortíssimo solavanco... causado pelo esticar da corda à qual estava amarrado e que, por sorte, prendera-se às rochas.
Nesse momento de solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, senão pedir socorro aos céus: - Meus Deus, ajude-me!
De repente, uma voz vinda dos céus lhe pergunta: - Que queres que eu te faça?
- Salva-me, meu Deus! Respondeu o alpinista.
- Crês realmente que Eu posso salva-lo?
- Sim, Senhor, eu creio.
- Então, corta a corda!
Depois de um profundo momento de silêncio, o alpinista agarrou-se ainda mais à corda.
- Porque duvidas... não crês que eu posso salvá-lo? Insistiu a voz. – Se creres, verás a glória de Deus.
Conta a equipe de resgate que, no outro dia, encontraram o alpinista morto, congelado, com as mãos firmemente agarradas à corda... a apenas dois metros do chão.
“O Senhor nosso Deus nos segura pelas mãos e nos diz: Não temas, Eu te ajudo” – Isaías 41.13.
Uma história real!
Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.
Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente, entretanto surgiram algumas complicações no trabalho de parto e a menina foi levada para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passavam e a menininha piorava. O médico disse aos pais que deveriam preparem-se para o pior, pois as chances dela eram muito pequenas.
Enquanto isso Michael, todos os dias, pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.
A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para conhecer sua irmãzinha, mas crianças não eram permitidas naquela UTI.
Karen decidiu que levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.
Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a irmãzinha!"
Finalmente Michael foi levado até a incubadora. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha, a mesma canção que cantava para ela ainda na barriga da mãe: "- Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...".
Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada. Todos se emocionaram e alguns até choraram. No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.
O Womans Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão."
Karen chamou de "O milagre do amor de Deus".
O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.
"O amor é benigno" - I Coríntios 13.4.
Fonte: O Womans Day Magazine
A NOTA DE 20 DÓLARES
Num Seminário, um famoso palestrante mostra uma nota de 20 dólares e pergunta: - Quem quer esta nota?
Mãos começam a se erguer e ele continua:
- Eu a darei a um de vocês, mas antes, farei isto!
Então, ele amassa a nota e pergunta: - Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuam erguidas...
- E se eu fizer isto?
Deixa a nota cair no chão e começa a pisá-la e esfregá-la... depois pega a nota, agora imunda e amassada, e pergunta:
- E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permanecem erguidas.
E ele fala:
- Não importa o que eu faça com esta cédula, ela ainda vale 20 dólares. Isso também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que surgem em nossas vidas, e sentimo-nos desvalorizados, sem importância...Creiam, não importa o que aconteça, jamais perderemos o nosso valor !
O preço de uma vida não é pelo que se faz ou se sabe, mas pelo que se É!
E assim que Deus nos vê !!!
Autor desconhecido
Fonte: http://www.melodia.com.br
UM SACO DE PREGOS
Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. Um dia o seu pai lhe deu um saco de pregos e mandou que ele pregasse um prego na porta do seu quarto cada vez que agisse movido pela raiva.
No primeiro dia, o menino pregou cinco. E o seu pai o aconselhou a ser mais calmo.
Nas semanas seguintes ele foi aprendendo a se controlar e o número de pregos diminuiu.
Depois de muitos dias e muitos pregos, finalmente o menino não ficou com raiva nem uma única vez e foi correndo contar para seu pai.
- Então, meu filho, agora que você aprendeu a se controlar, arranque todos os pregos da sua porta.
Depois de arrancá-los, o menino olhou para o pai e disse:
- Puxa, pai, como a porta ficou feia, toda esburacada.
- É meu fiho, é assim mesmo. Quando agimos movidos pela raiva, vamos deixando ferimentos profundos no coração das pessoas. Marcas difíceis de se apagar.
Sejam moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.
Tito 3.2
VOCÊ REALMENTE CRÊ EM DEUS ?
Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queira a glória só pra si, resolveu subir sem companheiros.
Durante a subida, foi ficando mais tarde e mais tarde e ele, para ganhar tempo, decidiu não acampar, sendo que continuou subindo... e, por fim, ficou escuro.
A noite era muito densa naquela ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era trevas, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.
Ao subir por um caminho estreito, a poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.
Naqueles breves segundos da sua queda, sua vida passava-lhe inteira à sua frente. Quando a morte já lhe era certa, de repente, um fortíssimo solavanco... causado pelo esticar da corda à qual estava amarrado e que, por sorte, prendera-se às rochas.
Nesse momento de solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, senão pedir socorro aos céus: - Meus Deus, ajude-me!
De repente, uma voz vinda dos céus lhe pergunta: - Que queres que eu te faça?
- Salva-me, meu Deus! Respondeu o alpinista.
- Crês realmente que Eu posso salva-lo?
- Sim, Senhor, eu creio.
- Então, corta a corda!
Depois de um profundo momento de silêncio, o alpinista agarrou-se ainda mais à corda.
- Porque duvidas... não crês que eu posso salvá-lo? Insistiu a voz. – Se creres, verás a glória de Deus.
Conta a equipe de resgate que, no outro dia, encontraram o alpinista morto, congelado, com as mãos firmemente agarradas à corda... a apenas dois metros do chão.
“O Senhor nosso Deus nos segura pelas mãos e nos diz: Não temas, Eu te ajudo” – Isaías 41.13.
sábado, 5 de junho de 2010
GRANDE AÇÃO SOCIAL EM GUARATIBA, REÚNE VÁRIOS PROFISSIONAIS EM PROL DE POPULAÇÃO CARENTE.
"Não existe ninguém, que mesmo tendo pouco não possa dividir o pouco que tem ".
Sob este lema, foi promovido em Guaratiba, no último dia 03 de junho, na Comunidade de Fazenda Modelo, Grande Ação Social, "FÉ, ÉTICA E CIDADANIA", onde vários profissionais da área de saúde, advogados , cabeleireiros, recreadores e outros se reuniram para prestar apoio a comunidade carente.
Cerca de 500 pessoas estiveram ali reunidas das 8:00 às 16:30 hs para serem atendidas e orientadas quanto as suas necessidades. Sob a Organização da Igreja Assembléia de Deus do Correia, e com a colaboração da Univercidade ( alunos dos cursos de Direito e Enfermagem ), além disso também se fizeram presentes a Equipe do Amigo Vinícius de Carvalho, que sob a direção da Assistente Social Bethânia, fizeram a aplicação de fluor em mais de 150 crianças que ali estiveram. Também muito importante foi a atuação da Equipe médica do laboratório V. Balboa Laboratório Ltda, que fizeram atendimento ginecológico gratuitamente em muitas mulheres da comunidade , inclusive fornecendo orientação e o resultado dos exames feitos no mesmo dia.
Uma Grande vitória alcançada com a união desses profissionais, homens e mulheres que dividiram seu conhecimento e tempo, com aqueles pequeninos que precisam de atenção e ajuda.
Destaque-se aqui que esta foi apenas a primeira de muitas outras Ações que acontecerão em Guaratiba.
Serviços Prestados:
Equipe de saúde; além dos Obreiros e membros da Assembléia de Deus do Correia ( congregação Fazenda Modelo e Sede) se dispuseram a fazer por aqueles que necessitam, o que estavam em condições de fazer, ou seja, dividiram com eles o que dispunham.
Fica aqui o Nosso agradecimento, a estes profissionais, e também o nosso voto de saúde e paz, pedindo que Deus, os retribua em dobro pela dedicação e serviços prestados.
Nosso Agradecimento também ao nosso Vice Presidente Pastor Gilson Arsênio que nos permitiu realizar este evento, ao pastor Albertino ( pastor local), ao Apoio do departamento da CIBEC, na pessoa da Missionária Cristina e também do departamento de missões ( SEMADEC), e a todos os irmãos, trabalhadores, Diáconos e diaconizas, obreiros que apoiaram o nosso trabalho.
Meus amigos, Juntos poderemos muitas coisas e abençoar e alcançar muitas almas.
Sob este lema, foi promovido em Guaratiba, no último dia 03 de junho, na Comunidade de Fazenda Modelo, Grande Ação Social, "FÉ, ÉTICA E CIDADANIA", onde vários profissionais da área de saúde, advogados , cabeleireiros, recreadores e outros se reuniram para prestar apoio a comunidade carente.
Cerca de 500 pessoas estiveram ali reunidas das 8:00 às 16:30 hs para serem atendidas e orientadas quanto as suas necessidades. Sob a Organização da Igreja Assembléia de Deus do Correia, e com a colaboração da Univercidade ( alunos dos cursos de Direito e Enfermagem ), além disso também se fizeram presentes a Equipe do Amigo Vinícius de Carvalho, que sob a direção da Assistente Social Bethânia, fizeram a aplicação de fluor em mais de 150 crianças que ali estiveram. Também muito importante foi a atuação da Equipe médica do laboratório V. Balboa Laboratório Ltda, que fizeram atendimento ginecológico gratuitamente em muitas mulheres da comunidade , inclusive fornecendo orientação e o resultado dos exames feitos no mesmo dia.
Uma Grande vitória alcançada com a união desses profissionais, homens e mulheres que dividiram seu conhecimento e tempo, com aqueles pequeninos que precisam de atenção e ajuda.
Destaque-se aqui que esta foi apenas a primeira de muitas outras Ações que acontecerão em Guaratiba.
Serviços Prestados:
- Atendimento Ginecológico;
- Orientação Jurídica;
- Exames de Glicose, medição de pressãoarterial e controle de peso;
- Corte de cabelo;
- Aplicação de Flúor;
- Distribuição de sopão comunitario; e cestas básicas;
- recreação infantil.
- Evangelismo pessoal porta a porta com oração e conselhamento espiritual.
Equipe de saúde; além dos Obreiros e membros da Assembléia de Deus do Correia ( congregação Fazenda Modelo e Sede) se dispuseram a fazer por aqueles que necessitam, o que estavam em condições de fazer, ou seja, dividiram com eles o que dispunham.
Fica aqui o Nosso agradecimento, a estes profissionais, e também o nosso voto de saúde e paz, pedindo que Deus, os retribua em dobro pela dedicação e serviços prestados.
Nosso Agradecimento também ao nosso Vice Presidente Pastor Gilson Arsênio que nos permitiu realizar este evento, ao pastor Albertino ( pastor local), ao Apoio do departamento da CIBEC, na pessoa da Missionária Cristina e também do departamento de missões ( SEMADEC), e a todos os irmãos, trabalhadores, Diáconos e diaconizas, obreiros que apoiaram o nosso trabalho.
Meus amigos, Juntos poderemos muitas coisas e abençoar e alcançar muitas almas.
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