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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Novas Ilustrações

O LIVRO DO MAPA DO TESOURO
Era uma vez um pobre e modesto alfaiate, que sonhava muito tornar-se rico.

Um dia bateu à sua porta um viajante mercador. Dentre os vários objetos que viu, o alfaiate interessou-se tão-somente por um livro muito velho, de capa de couro, escrito num idioma que ele nem conhecia.

O mercador assegurou-lhe tratar-se de um livro que continha os segredos de um grande tesouro escondido por piratas. Muito já haviam tentado desvendar este mistério, sem sucesso.
O alfaiate comprou o livro, não pelas histórias do mercador, mas porque achou que poderia ganhar algum dinheiro ao revendê-lo.
À noite, entediado, decidiu examinar melhor sua aquisição. Por mais que lesse, nada entendia, mas, seu coração disparou quando conseguiu decifrar algumas palavras: "prata... ouro... jóias".
De imediato desistiu de revender o livro. Afinal, se houvesse mesmo ali um segredo de um tesouro, ainda não desvendado, ele não iria desperdiçar esta oportunidade única que bateu à sua porta.
Para decifrar o resto, o alfaiate percebeu que teria que estudar algumas línguas estrangeiras.
Dedicou-se por anos, sem nunca desistir nem se cansar. Todas as tardes, não via a hora de poder fechar a alfaiataria para poder voltar aos estudos.
Um dia um mensageiro trouxe-lhe uma convocação: O seu país precisava de seus préstimos como intérprete do rei, pelo que seria muito bem recompensado.
Atendeu a convocação, mas teve que deixar a profissão de alfaiate, pois não queria parar de estudar e o rei sempre o requisitava.
Comprou numa bela casa próxima ao castelo do rei, para não perder muito tempo se deslocando.
Como o livro tinha muitas figuras, cálculos e números, enveredou-se nos estudos da filosofia, física, aritmética e matemática. Em breve, também era requisitado para efetuar cálculos complicados para grandes edificações.

Ganhou muito dinheiro e tornou uma pessoa notória em seu país, mas, nunca parou de estudar nem de tentar decifrar seu estimado livro; tarefa que finalmente ele conseguiu, muitos anos depois. E o livro dizia o seguinte acerca do tesouro escondido:

"Feliz é o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire entendimento; pois melhor é o lucro que ela dá do que o lucro da prata, e a sua renda do que o ouro. Mais preciosa é do que as jóias, e nada do que possas desejar é comparável a ela - Provérbios 3.14-16".

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A HISTÓRIA DE DUAS FAMÍLIAS
Há 300 anos na Inglaterra, Ricardo Eduardo, um conceituado advogado casou-se com Elizabete Tuttie; o filho dessa união, Timóteo Eduardo, tornou-se um dos fundadores da famosa Universidade Yale. Ele, por sua vez, foi o pai de Jonatas Eduardo, um famoso professor e filósofo inglês.

Todos os descendentes dos Eduardos incluem nada menos de 265 pessoas de educação superior, 12 reitores de universidades, 65 professores, 60 médicos, 100 pastores, 75 oficiais do Exército, 80 escritores, 3 membros do Congresso americano, 2 senadores e 1 vice-presidente dos EEUU.

Em contrapartida, um dos contemporâneos de Jonatas Eduardo, Max Jucke, marginal da Nova Inglaterra, que também teve uma longa lista de descendentes, teve em sua família 300 mortos na infância, 310 mendigos profissionais, 440 aleijados por doenças crônicas, 50 prostitutas, 60 ladrões, 7 assassinos e 53 condenados por outros crimes.

Coincidência?


Grandemente se regozijará o pai do justo
e quem gerar a um sábio nele se alegrará.

Provérbios 23.24-35

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 DOZE PRATOS
Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de 12 pratos de porcelana rara, de antiga procedência.

Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou-o à morte.

Às vésperas da execução um sábio apresentou-se ao príncipe, pediu para ver os cacos do prato quebrado, e lhe garantiu que era capaz de resolver aquele terrível problema, desde que o príncipe revogasse a sentença daquele pobre homem.

Emocionado, o príncipe aceitou a proposta.
O ancião solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho bordada e os pedaços da preciosa porcelana quebrada espalhados em volta do móvel, no chão.

Atendida sua solicitação, aproximou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore, arrebentando-as todas.

Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
- Pronto, meu senhor, assim fica resolvido o problema da sua preciosa coleção. E o problema é que cada um destes pratos vale mais que uma vida humana.

Deu uma pausa e concluiu: 
- Agora podeis mandar matar-me. Sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada separadamente.

Passado o choque, o príncipe, comovido, arrependeu-se da loucura que iria fazer e libertou o velho e o servo.


Que dará o homem em troca da sua vida?
Mateus 16.26

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AINDA QUE CAIA, NÃO FICARÁ PROSTRADO
Paul Wylie estava a patinar nas Olimpíadas de Inverno em 1988 em Calgary. Ele estava nervoso quando iniciou o seu programa perante 20.000 pessoas e uma audiência televisiva de milhões. Então, no seu primeiro salto, algo de errado aconteceu.
Ele escreveu: "Num segundo a minha mão toca no gelo; a lâmina não se segura. Começo a escorregar e agora compreendo: estou a cair. Tudo o que eu ouço ao me estatelar no gelo é o suspiro empático do que parece um milhão de vozes." 

Wylie tinha que decidir em menos do que um segundo: Ele podia focar no erro e desistir, ou ele podia continuar a patinar e fazer o seu melhor. 
Naquele instante esta passagem veio à sua mente: "Ainda que caia, não ficará prostrado" (Salmo 37:24). 
Ele continuou o seu número e decidiu patinar "de todo o coração, como ao Senhor" (Colossenses 3:23). No fim do seu programa a multidão irrompeu num aplauso entusiástico pela sua coragem e determinação.


Como seguidores de Jesus, podemos ser atirados ao chão por um ataque mais forte. Pode morrer uma pessoa querida, ou podemos perder o emprego, ou podemos ser esquecidos para uma promoção. Podemos ser desanimados por uma queda no pecado. Uma coisa é cair e outra, completamente diferente, é desistir. Se nos levantamos de novo, reafirmamos a nossa fé em Cristo, e continuamos a servi-lo, não ficaremos "prostrados."


Ainda que caia, não ficará prostrado,
pois o Senhor o sustém com a sua mão.

Salmo 37.24

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A VELHA E O SACO
Um homem viajando de carroça oferece carona a uma senhora bem idosa que viajava à pé, carregando nas costas um pesado saco.
A mulher agradece imensamente o favor, sobe na carroça, mas, mantém o saco nas costas.
Então, o homem lhe diz: - Senhora, coloque o saco ali, naquele canto da carroça.
A mulher, não querendo incomodar, responde: - Moço, o senhor já está me ajudando tanto me dando carona, imagina seu eu vou abusar da sua bondade? Deixe que eu mesma levo o saco.


"Entrega o teu caminho ao Senhor,
confia nele, e o mais ele fará
"
Salmo 37.5

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A VIDA CONSISTE EM ESCOLHAS
Mauro era um tipo de pessoa que todos adorariam conhecer. Ele sempre estava de bom humor e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava: "Como vai você?", ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!".

Um dia perguntei-lhe:
- Como você consegue ser uma pessoa tão positiva o tempo todo?

- Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Mauro, hoje você tem duas escolhas: ficar de bom humor ou ficar de mal humor. Então, eu escolho ficar de bom humor. E repito esta decisão o dia inteiro, a cada instante. Se alguém me irrita ou reclama de alguma coisa, seja do jeito certo ou não, eu escolho continuar de bom humor e tentar ver o lado positivo da situação. 
- Mas, não e tão fácil assim, Mauro!

- É fácil, sim! A vida consiste em escolhas.

As palavras de Mauro não eram vazias. Ele realmente havia decidido viver de bem com a vida, e isso ficou muito bem estabelecido quando Mauro foi assaltado e levou três tiros. Por sorte, foi socorrido à tempo.

Ele conta que naquela hora tomou duas decisões:
A primeira decisão que tomou, foi que queria viver, fosse como fosse. Mesmo que ficasse paralítico, não iria desistir da vida (essa sua obstinação facilitou o serviço de toda a equipe médica que o atendeu).

A segunda decisão, foi que iria passar aqueles terríveis momentos do melhor jeito que lhe fosse possível, e foi isso mesmo que ele fez. Quando os paramédicos lhe perguntaram se era alérgico à alguma coisa, Mauro, apesar de estar sangrando e gravemente ferido, fez com que todos caíssem na risada:

- Sou alérgico a bala!


Escolhei hoje a quem haveis de servir.
Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

Josué 24.15

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CONEXÃO MILHO
Um fazendeiro todos os anos ganhava um Prêmio de Qualidade pelo excelente milho que colhia e levava ao festival do milho.
Um repórter decidiu fazer uma matéria sobre o assunto e acabou aprendendo algo interessante sobre o cultivo de milho.

Quando o fazendeiro lhe contou que sempre dava de sua melhor semente para seus vizinhos, ele perguntou:
- Mas, eles estão competindo com você! Porque lhes dar da sua melhor semente?

- Por causa do vento! O vento nos conecta. O vento leva o pólen de um campo a outro. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará a qualidade de meu milho. Se eu quero cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a melhorar o milho deles.


Um ao outro ajudou,
e ao seu companheiro disse: Esforça-te.

Isaías 41.6

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TRABALHO EM EQUIPE
Um sábio tinha três filhos jovens, inteligentes e ávidos por sabedoria.

Certa vez, quando os três rapazes estavam discutindo sobre quais seriam os principais obstáculos ao sucesso de um trabalho coletivo, seu pai os chamou e confiou-lhes uma importante tarefa, levar ao príncipe governante três presentes.

O primeiro levaria um vaso muito precioso.

O segundo levaria uma corça rara.

O terceiro levaria um bolo primoroso, receita da família.

O trio recebeu a missão com entusiasmo, mas, no meio do caminho, começaram a discutir.

O que levava o vaso não concordava com a maneira como o irmão puxava a corça delicada; o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse; este, por sua vez, repreendia o portador do vaso valioso, com medo que ele o deixasse cair.

Em dado momento, o que conduzia a corça estendeu a sua mão a fim de consertar a posição da vaso, que, premido pelas inquietações de ambos, escorregou de súbito, espatifando-se no chão. Com o choque, a corça fugiu espantada. O carregador do bolo, ao tentar deter o animal, deixou o bolo cair.

Desapontados e irritados, os três rapazes voltam à presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa, culpando uns aos outros pelo desastre.

O sábio, porém, sorriu e disse-lhes:
- Aproveitem este incidente e aprendam: O sucesso de um trabalho em equipe depende de muitas coisas:
  a) Que não se perca o senso coletivo;
  b) Que um não invada a área do outro, se não lhe for solicitado;
  c) Que cada um faça a sua parte do melhor jeito possível;
  d) Que cada um valorize, respeite e considere o trabalho do outro.


Consideremo-nos uns aos outros,
para nos estimularmos
ao amor e às boas obras.

Hebreus 10.24

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O BÊBADO EVANGELISTA
Dois amigos bebiam num bar, num sábado à noite, até não poderem mais. À certa hora, um deles, que era conhecedor da Palavra de Deus (pois fora "criado na igreja") disse para o outro:
- Ô, meu amigo, você sabia que nós dois vamos pro inferno?
- Quê é isso, meu, vira essa boca pra lá!
- Vamos, sim, cara!
- Páre com isso, meu...
- Páre com isso "ocê" vai ver. A Bíblia diz que os bêbados vão pro inferno. Eu e você somos bêbados. Então, nós vamos pro inferno. E ponto final.
Foram para as suas casas, mas, o outro, apesar de estar muito bêbado, não podia dormir. As  palavras do seu amigo ficavam se repetindo em seu pensamento. Logo de manhã, mesmo de ressaca, procurou uma igreja evangélica, arrependeu-se de seus pecados, converteu-se a Cristo e nunca mais se afastou dos caminhos de Deus.

O outro, bem... o outro continuou na bebedeira.
[Fato verídico]

Quanto às bebedices, eu vos previno,
os que tais coisas praticam
não herdarão o reino de Deus.

Gálatas 5.19-21

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EM TUAS MÃOS ENTREGO O MEU DESTINO
Alguns botânicos exploravam certas regiões montanhosas à procura de novas espécies quando, através de binóculos, avistaram uma flor desconhecida encravada numa estreitíssima fresta de uma encosta muito inclinada.
Somente seria possível pegá-la se uma pessoa pequena e leve concordasse em ser baixada por meio de uma corda. E eles pediram a um menino que estava na expedição que aceitasse a tarefa.
O pequeno olhou para o fundo do abismo, deu meia-volta, saiu em direção ao acampamento e disse-lhes que voltaria num istante.
Algum tempo depois ele voltou trazendo o pai pelas mãos e explicou suas condições:
- Eu descerei para pegar a flor, se o meu pai segurar a corda.


Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.
Isaías 26.3