Páginas

LUZ PARA O MEU CAMINHO E LÂMPADA PARA OS MEUS PÉS !

Seguidores

quinta-feira, 11 de abril de 2013

POSICIONANDO-SE A FAVOR DA VIVÊNCIA DA DOUTRINA BÍBLICA



Prezados irmãos em Cristo, Graça e Paz por parte daquele que é e sempre será o pilar de nossa fé, Deus, Criador e sabedor de Todas as Coisas.

Temos vivido, tempos difíceis, em que não somente o mundo externo, tem avançado contra a Igreja de Cristo, mas muitos, infiltrados em nosso meio, estabeleceram verdadeiros reinados, que somente tem por escopo, auferir ganhos. Apostataram da fé e seus atos, dizem somente do investimento que fazem em si mesmos, para manter e gerir a “sua empresa”.
Estes, saíram do caminho da fé, abandonaram a essência da Palavra, da Ética e da Doutrina Cristã, se assenhorando  da vida do rebanho de Cristo, como possessão sua, já que a custas deste sobrevive.
Isto posto, revela-se o mal que em nosso meio tem se infiltrado de maneira sorrateira, tirando-nos a voz  e nos impondo um jugo, de que anteriormente Cristo nos havia libertado.
Neste sentido vos convoco a tomar posição e alinhar-se  juntamente com aqueles que conhecendo a Palavra e não se conformando com os escândalos que a falta de sua vivência tem causado. Devemos resistir-lhes mostrando sim, a nossa insatisfação, e inconformidade com tal situação, visto que não somos obrigados a a ter como certo , o errado.
A Palavra de Deus nos adverte que o Nosso sim deve ser sim, e o nosso não, deve ser não, tendo pois firme convicção sobre aquilo que devemos ou não fazer, sobre o que é certo e o que é errado.
Em todo o tempo, na História da Igreja, vimos e conhecemos aqueles que se desviando da sã Doutrina, arrastaram consigo alguns, pagando assim todos pela desobediência e infidelidade aos ensinamentos de Cristo.
Todos nós temos papel importante, a desempenhar no Corpo de Cristo, e assim unidos, ostentando e honrando nossas posições, devemos mantermo-nos  irredutíveis, observando aos ensinamentos ministrados em nós por Aquele que nos chamou , a saber Jesus Cristo, Único e verdadeiro Senhor, e nos opondo aos pensamentos e comportamentos danosos  a Igreja.
A Igreja tem por exemplo também um importante papel na sociedade, face aos últimos acontecimentos externos, quais sejam a corrupção, a imoralidade, o desrespeito e a depreciação da família e a sociedade.
Diga não aos imorais, aos comerciantes da Fé, aos mentirosos, e enganadores, aos inescrupulosos, aos corruptos, que se posicionam como deuses, achando-se intocáveis.
Reflexo do que hoje vos falo é o que se encontra ministrado na Primeira Epístola de Pedro capítulo 1, versículos 13 ao 18 :
            Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na Graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo. Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; Mas como é Santo aquele que vos chamou, sede vós também santos, em toda a vossa maneira de viver, Porquanto escrito está: Sede santos, porque Eu Sou Santo. E se invocai por pai aquele que, sem acepção de pessoas julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação. Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes de vossos pais”.

Ainda neste sentido, nesta mesma epístola, anteriormente citada, em seu capítulo 5, versículos 1 ao 3 :
            Aos presbíteros que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da Glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força,  mas voluntariamente; nem por torpe ganância; mas de ânimo pronto; Nem tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho”.

A retidão necessária, em nosso meio, não é novidade, e há muito nos foi orientada a este respeito, não podendo hoje, ninguém alegar, que desconhece sua importância ou que desconhecia tal ensinamento.
Se hoje aceitarmos, e adotarmos o pecado, e a atuação dos vendilhões do templo novamente em nosso meio, amanhã estaremos a eles subjugados pela conseqüência gerada de suas ações.
Não se deixe iludir, pois aqueles que sendo luz não iluminam, antes se escondem debaixo do toucador, contrariando a própria palavra de Deus, também pecam por omissão.

                        Deus Vos abençoe, e vos aguarde e fale melhor aos Seus Corações!
                                           Pr. Paulo Júnior.

domingo, 7 de abril de 2013

A IMPORTÂNCIA DO BOM TESTEMUNHO.

Meus queridos irmãos, Tive a oportunidade de estar presente na EBD hoje pela manhã, e muito me alegrei. O tema, A vida edificada sobre a rocha, nos levou a uma reflexão sobre como anda nossa vida e durante a ministração, vários irmãos prticiparam demonstrando conhecimento da Palavra.
No texto, precisamente no tópico 2(já em seu final), encontrei a seguinte declaração: "Um homem insensato tem seu sentido principal embotado, pesado e estúpido. E para efeito de comparação, pode ser aplicado a alma e a mente do ser humano que ouve a mensagem do Evangelho, mas não consegue praticar os ensinamentos da Palavra de Deus".
Estava a ministração nos falando sobre as pessoas que não conseguem viver pela palavra e edificam sobre a areia.
Pedi a palavra e tive de me manifestar, pois o texto supracitado, me revelou algo tremendo e poderoso.A omissão daqueles que tem em suas mãos a responsabilidade pela ministração do Ensino. Quero que fique bem claro, que falo aqui de forma geral, pois todos nós, ministros de Deus temos essa incumbência e obrigação de ministrar os ensinamentos e verdades bíblicas, para que o povo as ouvindo se convertam de seus maus caminhos e voltem-se para Deus. Mas , fato é que não ensinamos  ou pregamos somente com palavras, mas também com nosso próprio testemunho. Quem nos ouve, busca automaticamente em nós, em nossa vida secular, gestos palavras, comportamento, conceitos que justifiquem a fé e testifiquem da eficácia daquilo que pregamos, e o esvaziamento da Igreja, atual, bem como a dificuldade encontrada em se crer e praticar a própria palavra, é porque está havendo omissão por parte daqueles que são de tal obrigação, incumbidos. Já não se tem um compromisso com a verdade, a prática da verdade, e sim com as vantagens que o evangelho pode proporcionar. Aqueles que tem a imcumbência da condução e orientação do rebanho, muitas das vezes tem perdido-se na caminhada, porque já não se comformam com os benefícios oferecidos por Cristo, e querem também aqueles que o homem pode oferecer. A ministração e ensino, a condução do rebanho, que antes era feita por amor, hoje gira entorno de interesses diversos, culminando por prejudicar o crescimento da Igreja, bem como a edificação dos componentes do rebanho.
Vejamos, "Porque já é manifesto que vois sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração"  2 Cor 3:3.
Este versículo fala da responsabilidade daqueles que são feitos portadores das coisas de Deus, de seus ensinamentos, de sua Palavra, ou seja fala dos embaixadores preparados para o exercício de anunciação do Evangelho, portanto, percebemos que para tais pessoas, é exigência essencial, uma postura condizente com a sua responsabiliade. a Palavra também nos ensina, que nós Ministros, temos que ser capazes de dar as nossas vidas por nossas ovelhas, mas o que temos visto é o contrário, pessoas que acham que sua obrigação é materializada apenas para gerar retorno,e assim já não valorizam seu testemunho pessoal, como deveria ser. Simplesmente abriram mão dele. "E como crerão, se não tiver quem pregue quem ensine?" Não podemos ser omissos.
Muitos dos problemas que a própria Igreja tem enfrentado nos dias de hoje deve-se a omissão. Em falar a verdade, em aceitar o erro como certo, pelo medo de perder posições e cadeiras etc...
Cristo, como filho de Deus, sendo o próprio espelho e reflexo de Deus, pois Ele o é, abriu mão de si mesmo por amor das ovelhas de seu rebanho, e nós não queremos abrir mão do status alcançado , por simples conveniência. Que belo exemplo estamos dando. Como crerão no que pregamos, se tudo em nós diz o contrário. Como poderemos nós incentivar o crédito a própria Palavra de Deus, se por ela não vivemos, e o que surge é mentira e enganos ?
É hora de repensarmos, nossos atos, conceitos e visões, e abraçarmos de corpo e e alma as nossas obrigações ministeriais, para que a Igreja cresça em direção ao Céu, mas em qualidade e não simplesmente de qualquer maneira em quantidade.
Vós ministros, despertai para a vossa responsabilidade, e a importância de vosso testemunho sem vos esquecer, que omissão também é pecado.
Deus vos abençõe e fale melhor aos seus corações.

Pr.Paulo Júnior

sábado, 6 de abril de 2013

ARREPENDEI-VOS !

"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo..." Salmo 23:04

Queridos amigos este versículo, nos fala da presença protetora de Deus, nos momentos de mais profunda aflição. Ele também nos revela que Deus está sempre ao lado dos seus. Ele também nos mostra que estando na presença de Deus, ainda que venhamos a enfrentar dificuldade que se compare ao vale de morte, nada nos atingiria, porque conosco, estária o Todo Poderoso, para nos guardar.
Isto posto, entendemos que aqueles que estão em Cristo, e cuja vida está preenchida por Cristo, nada temem, porque, Deus é uma constante na vida deles.
Mas também significa dizer que Deus, se faz prsente na vida daqueles que n'Ele creem, e o buscam, e o servem.
Mas, aqui vai uma pergunta, e na vida daqueles que tem rejeitado as coisas de Deus, e ao próprio Deus ? Deus está presente ? Será que Deus acompanharia aos que o rejeitam , aos que o negam, quando porventura adentrassem no vale de sombra e morte ?
A Palavra de Deus nos ensina que o salário do pecado é a morte, portanto aqueles que por ventura optaram por viver no pecado, colherão o fruto, o salário de pecado que é a morte, mas não podem culpar a Deus, pois que sobre eles vem é fruto de sua própria escolha.
A Palavra também nos revela que Deus não tem prazer em que nenhuma alma se perca, e quando diz nenhuma é de forma totalitária, sem exceção, todos sem distinção, estão incluídos no Plno Salvítico do Senhor, mas há ainda aqueles que mesmo sabendo disso rejeitam, este "PLUS" divino.
Um outro ensinamento é que Deus não compartilha, não comunga, com nenhuma prática pecaminosa, não existindo diferença entre pecadinho, e pecadão, e portanto tudo aquilo conceituado como pecado, sofre o repúdio de Deus. Mesmo com aversão ao pecado, ao erro, percebemos que Deus, apesar de repudiar o pecado ama o pecador, e por isso espera de ouvir, a súplica pelo perdão, e a expressão de um arrependimento sincero.
Então, agora mediante esta explicação posso lhes afirmar que mesmo Deus não acompanhando o pecador ao vale da sombra da morte , Ele é capaz de ir até lá, em meio a qualquer tormenta ou situação, resgatá-lo caso este se volte para Ele, e clame com sinceridade de coração pelo Seu socorro.
Muitos repudiaram a Deus, rejeitaram seus ensinamentos, seu chamado, seus alertas, suas advertências e agora, neste exato momento colhem os frutos de sua arrogãncia. Ainda querem se inflar, se exaltar, dizendo que o que sobre eles veio foi obra de inimigos e do próprio satanás, mas esquecem-se que apenas enganam a si mesmos. O diabo tem sua parte sim, seu papel é roubar, matar e destruir, mas muitos estão dentro do vale porque entraram com suas próprias pernas, e ao sentir a dor doerro, querem agora justificar-se e transferir sua única e exclusiva culpa , para ombros alheios. Tolos, mesmo em dor e sofrimentos, não conseguem entender que o reconhecimento do erro, e o arrependimento sincero , é suficiente para mover o coração de Deus, e Este, mergulhar rapidamente em seu socorro.
Arrependei-vos ! Bradava o Profeta João Batista, a beira do rio ! Arrependei-vos e vos converteis a Deus, eu brado hoje através desta mensagem. Arrependei-vos de seus erros e de suas próprias mentiras. Você que criou, um mundo fantasioso, onde estás acima de tudo e todos, arrepeindei-vos. Hoje, Deus quer trabalhar em sua vida, e mudar sua sorte. Esta é mais uma oportunidade para Deus, operar em sua vida, não deixe este momento tão importante passar!
Quem sabe nestas breves linhas se encontra a sua oportunidade, Deus quer que você saia deste vale de sofrimento, onde tudo desaba sobre você, portanto arrependa-se e abra o seu coração, e aceite as mãos do Senhor agora estendidas para te salvar.

Pr. Paulo Júnior

DE MÃE PRA FILHA !

Carta de uma MÃE para sua FILHA.

“Minha querida menina, no dia que você perceber que estou envelhecendo, eu peço a você para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando. Se quando conversarmos, eu repetir a ...mesma coisa dezenas de vezes, não me interrompa dizendo: “Você disse a mesma coisa um minuto atrás”. Apenas ouça, por favor. Tente se lembrar das vezes quando você era uma criança e eu li a mesma história noite após noite até você dormir.
Quando eu não quiser tomar banho, não se zangue e não me encabule. Lembra de quando você era criança eu tinha que correr atrás de você dando desculpas e tentando colocar você no banho?
Quando você perceber que tenho dificuldades com novas tecnologias, me dê tempo para aprender e não me olhe daquele jeito...lembre-se, querida, de como eu pacientemente ensinei a você muitas coisas, como comer direito, vestir-se, arrumar seu cabelo e lhe dar com os problemas da vida todos os dias...o dia que você ver que estou envelhecendo, eu lhe peço para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando. Se eu ocasionalmente me perder em uma conversa, dê-me tempo para lembrar e se eu não conseguir, não fique nervosa, impaciente ou arrogante. Apenas lembre-se, em seu coração, que a coisa mais importante para mim é estar com você.
E quando eu envelhecer e minhas pernas não me permitirem andar tão rápido quanto antes, me dê sua mão da mesma maneira que eu lhe ofereci a minha em seus primeiros passos. Quando este dia chegar, não se sinta triste. Apenas fique comigo e me entenda, enquanto termino minha vida com amor.
Eu vou adorar e agradecer pelo tempo e alegria que compartilhamos. Com um sorriso e o imenso amor que sempre tive por você, eu apenas quero dizer, eu te amo minha querida filha.”
Carta de uma MÃE para sua FILHA.
“Minha querida menina, no dia que você perceber que estou envelhecendo, eu peço a você para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando. Se quando conversarmos, eu repetir a ...mesma coisa dezenas de vezes, não me interrompa dizendo: “Você disse a mesma coisa um minuto atrás”. Apenas ouça, por favor. Tente se lembrar das vezes quando você era uma criança e eu li a mesma história noite após noite até você dormir. 
Quando eu não quiser tomar banho, não se zangue e não me encabule. Lembra de quando você era criança eu tinha que correr atrás de você dando desculpas e tentando colocar você no banho?
Quando você perceber que tenho dificuldades com novas tecnologias, me dê tempo para aprender e não me olhe daquele jeito...lembre-se, querida, de como eu pacientemente ensinei a você muitas coisas, como comer direito, vestir-se, arrumar seu cabelo e lhe dar com os problemas da vida todos os dias...o dia que você ver que estou envelhecendo, eu lhe peço para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando. Se eu ocasionalmente me perder em uma conversa, dê-me tempo para lembrar e se eu não conseguir, não fique nervosa, impaciente ou arrogante. Apenas lembre-se, em seu coração, que a coisa mais importante para mim é estar com você.
E quando eu envelhecer e minhas pernas não me permitirem andar tão rápido quanto antes, me dê sua mão da mesma maneira que eu lhe ofereci a minha em seus primeiros passos. Quando este dia chegar, não se sinta triste. Apenas fique comigo e me entenda, enquanto termino minha vida com amor.
Eu vou adorar e agradecer pelo tempo e alegria que compartilhamos. Com um sorriso e o imenso amor que sempre tive por você, eu apenas quero dizer, eu te amo minha querida filha.” 
 Fonte: Facebook Missionária Cátia Lima.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

VIVENDO E APRENDENDO, MEU REFLEXO NO ESPELHO !

Boa noite pessoal. A vida nos ensina muito, e eu procuro aprender com tudo que me cerca. Aprendo com as pessoas, com lugares, com bichos, com músicas, ou seja, com tudo que possa me acrescentar algo, ou me servir de exemplo. Por falar nisso, até com os maus exemplos, você aprende. Tem um deste exemplos, vergonhosos, que tem GRITADO muito em meus coração ultimamente, e eu gostaria de compartilhar, agora com vocês. Acho que tudo o que fazemos, fala um pouco de nós, mostra um pouco de nós.
Por exemplo, o que você come, o que você pensa, o que você fala, o que você constrói, o que você lê,o que você veste, emfim tudo o que você abraça pra sua vida secular e cotidiana diz algo a seu respeito.
E falando exatamente deste testemunho externo, quero falar pra vocês que tenho visto muita coisa, ouvido muita coisa que tem entristecido meu coração. Não quero que achem que falo como um simples homem, que até a maioria de vocês conheça, mas falo agora como ministro de Deus, e como tal tenho que ter uma percepção diferenciada da vida. Venho de um mundo de prostituição, em que para ter sido considerado um gigolô profissional, faltou apenas a carteira assinada, mas no momento em que tive um encontro real, verdadeiro, com o Senhor Jesus Cristo, minha vida realmente mudou. Tudo em mim foi mudado, transformado, refeito, para que apartir daquele momento, quem me visse, não lembra-se do Júnior do passado, mas conhecesse o júnior novo, nascido da água, para uma nova vida em Cristo Jesus. Quando você tem um encontro verdadeiro com Cristo, uma mudança total, acontece em sua vida. A própria Palavra nos ensina sobre isso quando nos diz que " as coisas velhas já passaram, e eis que tudo se fez novo". Então não somente a mim, mas tantos quantos, alegarem, agora, viver em Cristo, tem que estar transformados. Não é possivel adentrarmos em um cômodo, que está em trevas,, acendermos a luz, e ele permanecer na escuridão. Não se acende um candeeiro, pra que ele fique escondido embaixo do toucador, antes o colocamos no lugar mais alto, para que todos que adentrarem, o vejam, e por ele sejam iluminados, este é outro ensinamento da Palavra.
Porém, lidando com a internet(web) de maneira profissional, sou colocado em contato com várias pessoas em todos os lugares, tanto no Brasil, como no exterior, e como tal, tenho conhecido e conversado com várias pessoas que se dizem cristãs, também com prodedências diversas, e uma coisa em comum infelizmente tenho percebido, é que em algum momento, elas "destoaram" da fé, que afirmam ter. Para que vocês entendam melhor o que eu quero dizer, vou dar-lhes um exemplo. Se eu quero comer um frango grelhado, é lógico que no momento de sua degustação, eu gostaria de sentir, o sabor do frango grelhado. Se eu chego em uma sorveteria, e peço um sorvete de chocolate, significa dizer, que eu quero sentir o sabor do chocolate, mas isso não tem acontecido, algumas pessoas, que se dizem, cristãs, servas de Deus, tem mostrado um sabor diferente, oposto a fé anunciada, é como se você encontra-se em uma garrafa de refrigerante sabor laranja, um gosto de vinagre; o rótulo pode até dizer, refrigerante de laranja, mas o conteúdo difere daquilo afirmado pelo exterior. Como se fosse uma propaganda enganosa.
Meus amados, não podemos esquecer, que somos servos de Deus, e imitadores de Cristo. Tem crente que se parece com tudo menos com Crente, tudo nele distoa, da fé que ele diz ter, suas vestes, sua fala, seu comportamento, seus gestos, tudo nele reflete ao mundo secular, menos as coisas de Deus. Faz me lembrar, o povo de Deus, em sua caminhada para a terra prometida, pois no caminho se comportavam como esponjas absorvendo todos os costumes dos lugares por onde passavam. Justamente por isso levaram 40 anos. Deus os prendeu este tempo todo, até que se purificassem de toda prática e vicios ruins que tinham absorvido.
Queridos, vos falo como um pastor que se preocupa convosco, não consigo, velos de maneira diferente, a todos, vejo como ovelhas do rebanho de Cristo, e minha unção, me obriga a uma preocupação, que se traduz em zelo. Certa feita, em uma de minhas pregações, coloquei um espelho dentro de uma caixa, e pedi que a Igreja se colocasse de pé e formasse uma fila em frente ao púlpito, em seguida, pedi que fechassem seus olhos e orassem a Deus para que Ele vos mostrasse onde estavam errando, e o que seria o causador de suas falhas. Após a oração, pedi que olhassem dentro da caixa e o que lhes fosse mostrado, somente a eles diria respeito, e que não comentassem com ninguém. Lembro de cada rosto surpreso ao afastar-se do púlpito por comtemplarem a si mesmo. Depois que todos se sentaram, expliquei-lhes o que ocorria. Existem momentos de nossas vidas que falhamos sem sentir, e uma falha procede a outra,e sem que percebamos nos distanciamos das coisas de Deus, e do próprio Deus, chegando ao ponto de não mais portarmos seu brilho, sua luz, e não nos parecemos em nada com aqueles que um dia foram lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro.Foi necessário, uma tática de despertamento, para que eles vissem, enxergassem a realidade.
É exatamente esta, agora minha intenção, chocar-lhes, para que em bom tempo despertem, e se auto-avaliem. Agora por exemplo, largue tudo o que está fazendo, se levante e busque um espelho, comtemple-se com o coração aberto, e veja , com sinceridade e quebrantamento, se existe algo em você que ainda reflita a Cristo.
Avalie e veja sua vida, suas palavras , olhe-se de uma maneira diferente, olhe como Deus olha, e procure em você coisas que Ele procuraria. Com certeza, neste momento, com o coração quebrantado, seus erros, suas falhas, estão sendo reconhecidos, por você mesmo. Se sentir vontade de chorar, chore, não tem problema, o importante é que neste momento, você se encontra humilhado diante de Deus, despido de toda exaltação carnal, e a um passo de reconquistar o Brilho do Espírito Santo em sua vida. Se comtemplares com teus olhos espirituais, verás caído aos teus pés, o mundanismo, o pecado, os erros, e se verão como a muito tempo não se viam, puros, santos, verdadeiros servos de Deus.
Deus vos abençõe, fortaleça e abençõe e vos dê uma noite de sono abençoada em Nome de Jesus.
Pr. Paulo Júnior.

SOLDADOS FERIDOS !

Mil cairão ao teu lado, dez mil a tua direita"... Salmos 91:07

Ao lermos este versículo, principalmente a parte "a", acima citada, percebemos algo, que muitos não tem percebido. Quem rotineiramente lê este versículo, passa rapidamente para a parte "b", que diz, mas tu não serás atingido. A pressa, a necessidade, de receber logo a proteção e a benção divina em meio ao caos, os faz seguir ao fim do versículo, de forma a serem "abençados" rapidamente, e não percebem, a dvertência , a revelação, o ensinamento, contido na parte "a".
Então vejamos. Caminhamos alistados num grande exército, que luta contra o mal,e como em toda batalha, de ambos os lados, restam combatentes feridos de forma mortal, ou superficial, mas este é o resultado derivado desta guerra tão acirrada.
 E já que isto ocorre, também quer dizer que ao nosso lado, também cairão feridos, e muitas das vezes, isto se dá, com amigos, conhecidos, subalternos, comandantes etc...
Todos, sem exceção, estão sujeitos, a tombar, ante o fogo da metralha inimiga, sem distinção. Não importa, qual a munição ou tipo de arma utilizada pelo inimigo o alcançará, o fato é que o inimigo de nossas almas, nesta batalha, se valerá de tudo ao seu alcance para nos atingir, e nos ferir. Então porque se assustar, ou escandalizar-se, criticar, julgar, apontar, aquele que ao seu lado combatia, e repentinamente caiu, ferido pelo inimigo ? Será você um soldado superior ? estará você mais revestido ou preparado para a batalha ? Para enfrentar, o inimigo de nossas almas, devemos antes de tudo nos despirmos de nosso orgulho, e soberba, para depois nos ataviarmos, com a couraça da justiça, as sandálhas do evangelho, o capacete da salvação e a espada da justiça.
O que nos faz mais fracos, é a autoconfiança e autosuficiência que nos leva a ser descuidados e não vigiar.
Porrtanto meus amados, prossegui em combater ao inimigo real, verdadeiro, que pode te ferir também, e impedir de alcançar o Exito nesta batalha que é a salvação. Não percais tempo, olhando ou apontando os que tombam, porque deles já um batalhão de anjos enfermeiros vem cuidar, pois para todos há esperança, prossigais para o alvo, atentos e não displicentes, para podervos desviar de toda armadilha e tentativa inimiga. Que Deus dos altos céus, nosso verdadeiro Comandante, vos prepare melhor, e vos guarde em meio a esta batalha.

Pr. Paulo Júnior.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A VERDADE DE DEUS.



A Verdade de Deus, é soberana, é Suprema, e prevalece sobre toda vontade e interesses humanos. A Verdade de Deus, traz a luz o que estava oculto e ofusca toda e qualquer seqüela de trevas. A verdade de Deus triunfa sobre o mal e fundamenta a justiça, e assim sendo nenhuma mentira subsistirá diante dela. A verdade de Deus espelha a correção e a fidelidade aos princípios divinos., repudiando tudo que se origina no mal, na mentira , no engano e no comportamento mundano. Certo é então declararmos, que todos aqueles que se intitulam filhos de Deus, e assim se aparentam em Cristo, devem a Ele refletir.
Este mesmo reflexo divino deve ser uma constante na vida do Crente, e tudo aquilo que deste crente emana, deve pautar-se na correção, santidade, e retidão. A Verdade de Deus tem em sua essência o maior de todos os dons, que é o Amor. O Amor fundamenta e alicerça o Evangelho de Cristo. O amor e o perdão caminham juntos, lado a lado, sem distancia, mesmo porque sem o amor e o perdão de Cristo, nós por exemplo nos veríamos, fadados, a condenação eterna, sem poder vislumbrar nenhuma oportunidade de mudança .
 Mas Cristo nos trouxe, através do seu amor e perdão de nossos pecados, a possibilidade de repararmos, nossos erros e falhas. Vivemos em um mundo onde o errado é o certo, mas esse conceito não deve ser integrado ao nosso “Modus Vivent”, uma vez que as regras e conceitos que moldam, que norteiam nossa vida, não procedem deste mundo terreno, mas sim dos Céus.
Dividimos em nosso corpo, duas essências, uma humana e outra divina, e elas constantemente colidem entre si. A carne cogita buscar os valores e conceitos materiais e carnais, e o Espírito cogita buscar os valores espirituais e divinos.
Ante esta disputa constante, resta a nossa fé na Palavra e nos ensinamentos de Cristo, que nos possibilita entendimento, e força para ceder-mos as coisas espirituais e negarmo-nos a vontade da carne. A Palavra também nos ensina que muitos cairiam, tropeçariam , veriam-se repentinamente imerso em dúvidas, mas não nos diz que por isso seriam condenados. O salário do pecado é a morte, mas isso se refere ao pecado sem arrependimento, a prática exacerbada e inconseqüente. Não podemos avaliar o comportamento de alguém por uma topada, mas por toda uma caminhada. Quero que entendam que sei que toda ação gera uma reação, e que somos responsáveis pela reação gerada, e por suas conseqüências, mas não temos o direito de nos colocarmos na posição de Juizes e  nem advogado porque estas funções segundo a própria Palavra pertencem tão somente a Deus. O que nos cabe como servos, é orar, interceder, buscar a face de Deus, e aguardar a  sua ação e operar. A própria Palavra nos ensina que dará Deus a cada um segundo as suas obras. Isto prova que nada escapa aos seus olhos, nem nada se esconde diante de sua face.         Oremos pelos fracos na fé, pelos caídos, por todos aqueles que por algum motivam se encontram parados na bifurcação do Caminho, mas principalmente, possamos nós vigiarmos para que não caiamos e possamos permanecer de pé. Meu conselho, ame, ame, ame, ame; perdoe, perdoe, perdoe, perdoe. Amar e perdoar não significa aceitar o erro, nem concordar com sua prática, mas sim que somos capazes de ter misericórdia. Afinal de contas, Deus antes de todos, nos amou, perdoou, teve misericórdia de nós, para que através do sacrifício de seu próprio filho (prova maior de seu amor por nós) nós pudéssemos alcançar a salvação.
Deus vos console, vos de força, vos encoraja, mas acima de tudo vos conceda hoje o maior de todos os dons, o Amor.

Pr. Paulo Júnior.










terça-feira, 2 de abril de 2013

CLÍNICA DA FAMÍLIA INAUGURADA COM POMPA, DEFINHA SEM MÉDICOS, PARA ATENDER A POPULAÇÃO.

A Clínica da Família Agenor de Miranda Araújo Neto (CAZUZA) situada na Estrada do Mato Alto s/nº - Guaratiba-Rio de Janeiro -RJ-cep.:23035-110, foi inaugurada no dia 02 de dezembro de 2011, com toda pompa pelo Prefeito Eduardo Paes. Na inauguração, muitas pessoas e e autoridades se fizeram presente, mas em pouco mais de um ano de inaugurada, se encontra totalmente abandonada pela prefeitura, pois não se encontra médicos disponíveis, para proceder ao atendimento da população local.
A Clínica atende a população no entorno da mesma, que foi dividida em áreas de atuação, mas só dispõe, de doi médicos, Dra Flávia e Dr. João, que mal conseguem atender as pessoas correspondentes a sua área . O restante da população, carente e necessitadada de atendimento médico padece com o depreso e o descaso da administração pública no município. São Idosos e crianças, abandonados a sua própria sorte, já que não tem condição de pagar um plano de saúde particular, e dependem da manifestação da prefeitura, para verem supridas as suas necessidades.


ATENÇÃO SENHOR PREFEITO DO RIO DE JANEIRO, CADÊ OS MÉDICOS PARA ATENDEREM A POPULAÇÃO NESTA UNIDADE ? SEM ELES A CLÍNICA DA FAMÍLIA AGENOR DE MIRANDA ARAÚJO NETO(CAZUZA) MAIS PARECE UM SEPULCRO CAIADO, ADORNADA POR FORA ,MAS, IMPRESTÁVEL POR DENTRO.

domingo, 31 de março de 2013

A IGREJA SE OPÕE AO CASAMENTO GAY E CONDENA SUAS PRÁTICAS


A igreja em hipótese alguma concorda com as práticas homossexuais,e isto está bem claro. Apesar disso ainda existem aqueles que devido a intereses mesquinhos e escusos, meros caçadores de voto, fingem apoio a esta classe. Um grupo de pessoas que tem ferido e tentado de todas as formas macular a instituição da família. Aqui no Brasil, quando os pastores e evangélicos se manifestam contra suas práticas, são taxados de homofóbicos, mas agora o Papa publicamente condenou suas práticas, será que também ofenderam sua santidade?


Vejam agora uma breve comparação, em relação a estes que atentam contra a moral e os bons costumes, contra a família e a Igreja.

Quem for a favor da família Brasileira, da Moral e do Respeito, deixe aqui seu comentário.

UM POUQUINHO DE HISTÓRIA !


A História oficial de 1964

Olavo de Carvalho
O Globo, 19 de janeiro de 1999

 

Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.

Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.

Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor. Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.

No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica.

Por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial. Inutilizada para qualquer ação armada, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, instalando aí sua principal trincheira. O governo, influenciado pela teoria golberiniana da "panela de pressão", que afirmava a necessidade de uma válvula de escape para o ressentimento esquerdista, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos numa época em que o governo ainda não tomara conhecimento da estratégia gramsciana e não imaginava ações esquerdistas senão de natureza inssurrecional, leninista. Deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança literária, monopolizando a indústria das interpretações do fato consumado. E, quando a ditadura se desfez por mero cansaço, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se com redobrada sanha ao seu monopólio do passado histórico. É por isso que a literatura sobre o regime militar, em vez de se tornar mais serena e objetiva com a passagem dos anos, tanto mais assume o tom de polêmica e denúncia quanto mais os fatos se tornam distantes e os personagens desaparecem nas brumas do tempo.

Mais irônico ainda é que o ódio não se atenue nem mesmo hoje em dia, quando a esquerda, levada pelas mudanças do cenário mundial, já vem se transformando rapidamente naquilo mesmo que os militares brasileiros desejavam que ela fosse: uma esquerda socialdemocrática parlamentar, à européia, desprovida de ambições revolucionárias de estilo cubano. O discurso da esquerda atual coincide, em gênero, número e grau, com o tipo de oposição que, na época, era não somente consentido como incentivado pelos militares, que viam na militância socialdemocrática uma alternativa saudável para a violência revolucionária.

Durante toda a história da esquerda mundial, os comunistas votaram a seus concorrentes, os socialdemocratas, um ódio muito mais profundo do que aos liberais e capitalistas. Mas o tempo deu ao "renegado Kautsky" a vitória sobre a truculência leninista. E, se os nossos militares tudo fizeram justamente para apressar essa vitória, por que continuar a considerá-los fantasmas de um passado tenebroso, em vez de reconhecer neles os precursores de um tempo que é melhor para todos, inclusive para as esquerdas?

Para completar, muita gente na própria esquerda já admitiu não apenas o caráter maligno e suicidário da reação guerrilheira, mas a contribuição positiva do regime militar à consolidação de uma economia voltada predominantemente para o mercado interno – uma condição básica da soberania nacional. Tendo em vista o preço modesto que esta nação pagou, em vidas humanas, para a eliminação daquele mal e a conquista deste bem, não estaria na hora de repensar a Revolução de 1964 e remover a pesada crosta de slogans pejorativos que ainda encobre a sua realidade histórica?
*************************************************
 Se não fossem os MILITARES....
Uma imagem diz mais que mil palavras...
31 DE MARÇO, COMEMORE ESTA DATA. 
A PRESIDENTE DILMA NOS PROIBIU DE COMEMORARMOS A REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DE 1964, MAS ORDENS ABSURDAS NÃO SE CUMPREM !
BRASIL ACIMA DE TUDO !
(Imagem de Associação Nacional dos Militares do Brasil - ANMB)

Faça parte da OCC Alerta Brasil -->>
https://www.facebook.com/organizacaodecombateacorrupcao
Siga-nos no Twitter -->> https://twitter.com/occ2013
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZRMDwaWROA4
A História oficial de 1964

Olavo de Carvalho
O Globo, 19 de janeiro de 1999

Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.

Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.

Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor. Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.

No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica.

Por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial. Inutilizada para qualquer ação armada, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, instalando aí sua principal trincheira. O governo, influenciado pela teoria golberiniana da "panela de pressão", que afirmava a necessidade de uma válvula de escape para o ressentimento esquerdista, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos numa época em que o governo ainda não tomara conhecimento da estratégia gramsciana e não imaginava ações esquerdistas senão de natureza inssurrecional, leninista. Deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança literária, monopolizando a indústria das interpretações do fato consumado. E, quando a ditadura se desfez por mero cansaço, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se com redobrada sanha ao seu monopólio do passado histórico. É por isso que a literatura sobre o regime militar, em vez de se tornar mais serena e objetiva com a passagem dos anos, tanto mais assume o tom de polêmica e denúncia quanto mais os fatos se tornam distantes e os personagens desaparecem nas brumas do tempo.

Mais irônico ainda é que o ódio não se atenue nem mesmo hoje em dia, quando a esquerda, levada pelas mudanças do cenário mundial, já vem se transformando rapidamente naquilo mesmo que os militares brasileiros desejavam que ela fosse: uma esquerda socialdemocrática parlamentar, à européia, desprovida de ambições revolucionárias de estilo cubano. O discurso da esquerda atual coincide, em gênero, número e grau, com o tipo de oposição que, na época, era não somente consentido como incentivado pelos militares, que viam na militância socialdemocrática uma alternativa saudável para a violência revolucionária.

Durante toda a história da esquerda mundial, os comunistas votaram a seus concorrentes, os socialdemocratas, um ódio muito mais profundo do que aos liberais e capitalistas. Mas o tempo deu ao "renegado Kautsky" a vitória sobre a truculência leninista. E, se os nossos militares tudo fizeram justamente para apressar essa vitória, por que continuar a considerá-los fantasmas de um passado tenebroso, em vez de reconhecer neles os precursores de um tempo que é melhor para todos, inclusive para as esquerdas?

Para completar, muita gente na própria esquerda já admitiu não apenas o caráter maligno e suicidário da reação guerrilheira, mas a contribuição positiva do regime militar à consolidação de uma economia voltada predominantemente para o mercado interno – uma condição básica da soberania nacional. Tendo em vista o preço modesto que esta nação pagou, em vidas humanas, para a eliminação daquele mal e a conquista deste bem, não estaria na hora de repensar a Revolução de 1964 e remover a pesada crosta de slogans pejorativos que ainda encobre a sua realidade histórica?
 
Fonte: Facebook 31 de março de 2013.