Mulher crucificada na Parada Gay é criticada por Léo Moura e recebe apoio de internautas
O que ganhou destaque nesta segunda (8) foi a imagem de uma mulher crucificada em cima do trio elétrico. A repercussão gerou comentários de todos os tipos, mas o fato é que quem quer respeito, tem que dar respeito.

Foto: Reprodução/Instagram
Participaram do evento a senadora Marta Suplicy, o secretário de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, Eduardo Suplicy, a cantora Valesca Popozuda e as atrizes da série do Netflix "Orange Is the New Black".
Mas o que ganhou destaque nesta segunda-feira (8) foi a imagem de uma mulher crucificada em cima do trio elétrico. A repercussão gerou comentários positivos e negativos à fotografia divulgada nas redes sociais. Em um posicionamento contra, o jogador de futebol Léo Moura se manifestou na internet:
“Que tristeza ver essa imagem! O que Jesus tem com isso? Quanto deboche! Quanta falta de respeito, meu Deus! Tenho muitos amigos gays, adoro todos e respeito a opção de cada um, não vamos generalizar, mas desrespeitar quem 'deu a vida por você' já passou dos limites! Muito triste isso... Onde vamos parar com isso? Quem fez isso trate de pedir perdão a Jesus... #omundoestaacabando", disse o jogador, que foi batizado na igreja evangélica em 2012.

Por outro lado, internautas defenderam a
imagem ao mostrar a capa da revista Placar, em 2012, com o jogador de
futebol Neymar sendo crucificado. Segundo os internautas, a capa da
revista não foi julgada tanto quanto a imagem da mulher na Parada Gay.
Não queremos aqui, criticar nenhum movimento, e seja ele qual for, todos tem direito de expressar seu ponto de vista. O que se não pode ter como normal, é ver como as coisas santas tem sido profanadas e ridicularizadas, e ainda por cima com o apoio de agentes do Governo. Não foi somente porque uma mulher apareceu crucificada, mas sim devido a toda uma série de fatores que demonstram que o movimento LGBT tem sim desrespeitado a Igreja, e também demonstrado total desprezo as coisas relacionadas a Deus.
A foto acima demonstra isso.
Muitos foram os simpatizantes com esse movimento que também criticaram o desrespeito a Deus e ao seu filho Jesus Cristo. As redes sociais não mentem. O ato, acima retratado não encontrou reprovação somente no meio Evangélico e Católico, mas também entre aqueles que se dizem gays e lésbicas. E isso não é comentado.
Lembre-se que o que está em questão não é o fato de uma porção pequena da sociedade reivindicar direitos, mas a forma como isto é feito. Em várias partes do Pais, e principalmente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, estes manifestantes, alguns deles até nus, aparecem em frente a templos evangélicos de várias denominações, ridicularizando e ofendendo a aqueles que professam e vivem uma fé em Cristo.
Não repudia-se a aqueles que se intitulam homossexuais, o que se não apoia e c se concorda é com suas práticas. E cá pra nós, vamos ser sinceros, Cristo realmente não aprova esse tipo de comportamento, e querer que aqueles que o servem e adoram por fé, seja, obrigados a aceitar tal procedimento, chega a ser ridículo.
Fonte: Folha Vitória.
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