Rio ocupa segundo lugar em tipo grave de anemia
São 15 novos casos por mês. Se não for tratada, doença do sangue pode levar à morte
Rio - O Rio de Janeiro é o segundo estado com o maior número de casos de anemia falciforme, perdendo apenas para a Bahia. A doença provoca alteração nas células sanguíneas, dificultando a circulação. A cada mês, 15 novos casos da anemia são diagnosticados no Rio. A doença não tem cura, mas deve ser controlada, ou pode levar à morte, alerta a diretora do Hemorio, Clarisse Lobo.

“Se a pessoa não se tratar, sentirá dores intensas e pode ter problemas mais graves, inclusive acidente cardiovascular. Isso vale para qualquer idade, inclusive crianças”, ressalta Clarisse.
SÍNDROME HEREDITÁRIA
Segundo a médica, o problema é genético e hereditário. Casais nos quais pai e mãe tem o traço falciforme, como é chamado o gene da doença, têm 25% de chances de ter filhos com o problema.
“A doença é identificada até 30 dias depois do bebê nascer. Ele faz o teste do pezinho e, a partir daí, é encaminhado ao instituto para fazer tratamento se for confirmada a doença. Como a síndrome não tem cura, o que podemos fazer é controlar com analgésicos, hidratação, ácido fólico e até transfusão de sangue, se for necessário”.
De acordo com Clarisse, 30% das crianças que nascem com o problema podem evoluir para a forma mais grave. Entre as complicações, estão anemia profunda e síndrome torácica aguda, na qual ocorre falta de ar intensa e dor na região do tórax. “Para evitar que a doença se agrave, usamos principalmente penicilina e hidroxiureia até a criança completar seis anos de idade”, afirma.
Clarisse destaca que pais de crianças com anemia falciforme devem estar sempre atentos ao menor sinal de gravidade. “Em primeiro lugar, a criança deve ter a carteira de vacinação completa. Ao primeiro sinal de febre, devem procurar um médico”, diz.

“Se a pessoa não se tratar, sentirá dores intensas e pode ter problemas mais graves, inclusive acidente cardiovascular. Isso vale para qualquer idade, inclusive crianças”, ressalta Clarisse.
SÍNDROME HEREDITÁRIA
Segundo a médica, o problema é genético e hereditário. Casais nos quais pai e mãe tem o traço falciforme, como é chamado o gene da doença, têm 25% de chances de ter filhos com o problema.
“A doença é identificada até 30 dias depois do bebê nascer. Ele faz o teste do pezinho e, a partir daí, é encaminhado ao instituto para fazer tratamento se for confirmada a doença. Como a síndrome não tem cura, o que podemos fazer é controlar com analgésicos, hidratação, ácido fólico e até transfusão de sangue, se for necessário”.
De acordo com Clarisse, 30% das crianças que nascem com o problema podem evoluir para a forma mais grave. Entre as complicações, estão anemia profunda e síndrome torácica aguda, na qual ocorre falta de ar intensa e dor na região do tórax. “Para evitar que a doença se agrave, usamos principalmente penicilina e hidroxiureia até a criança completar seis anos de idade”, afirma.
Clarisse destaca que pais de crianças com anemia falciforme devem estar sempre atentos ao menor sinal de gravidade. “Em primeiro lugar, a criança deve ter a carteira de vacinação completa. Ao primeiro sinal de febre, devem procurar um médico”, diz.
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