Anvisa pede atenção, mas especialista afirma: anticoncepcional Diane 35, proibido na França, pode ser usado normalmente

Continuar ou não tomando o anticoncepcional Diane 35? Esta é a dúvida
que acometeu muitas mulheres depois da proibição da venda do
medicamento na França, há uma semana. A Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa), embora não tenha estipulado restrições ao Diane 35
no Brasil, pediu atenção no uso do remédio. Mas, segundo especialistas,
não há motivo para pânico.
- Não precisa mudar nada. Não há nenhum fato novo. As mulheres não devem ficar temerosas, ou com receio, porque os casos de trombose, embora possam levar até a morte, são muito raros - explica Marta Franco Finotti, presidente da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
A pílula foi criada para combater a acne, mas, segundo a Febrasgo, é muito mais utilizada como anticoncepcional. Para Marta Finotti, a polêmica em torno da Diane 35 deveria dar lugar a uma outra discussão: a de que o uso de um anticoncepcional deve ser feito sempre com acompanhamento médico. Ou seja, nada de usar a pílula indicada pela amiga, por uma vizinha ou então na própria farmácia.
- O médico faz uma avaliação individual. Se a paciente fuma, está acima do peso ou é sedentária, por exemplo, o risco é muito maior. Nestes casos, ele provavelmente irá recomendar outros métodos de contracepção - diz a doutora.
A Bayer, laboratório responsável pelo Diane 35, garantiu que colabora com as autoridades de saúde dos mais de cem países onde o remédio é comercializado.
Fonte: Extra online.
- Não precisa mudar nada. Não há nenhum fato novo. As mulheres não devem ficar temerosas, ou com receio, porque os casos de trombose, embora possam levar até a morte, são muito raros - explica Marta Franco Finotti, presidente da Comissão Nacional Especializada em Anticoncepção da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
A pílula foi criada para combater a acne, mas, segundo a Febrasgo, é muito mais utilizada como anticoncepcional. Para Marta Finotti, a polêmica em torno da Diane 35 deveria dar lugar a uma outra discussão: a de que o uso de um anticoncepcional deve ser feito sempre com acompanhamento médico. Ou seja, nada de usar a pílula indicada pela amiga, por uma vizinha ou então na própria farmácia.
- O médico faz uma avaliação individual. Se a paciente fuma, está acima do peso ou é sedentária, por exemplo, o risco é muito maior. Nestes casos, ele provavelmente irá recomendar outros métodos de contracepção - diz a doutora.
A Bayer, laboratório responsável pelo Diane 35, garantiu que colabora com as autoridades de saúde dos mais de cem países onde o remédio é comercializado.
Fonte: Extra online.
Nenhum comentário:
Postar um comentário